Argeu Areias Ribeiro
Argeu Ribeiro, nascido em julho de 1988. Natural da pequena e semi-pacata Piúma / ES, onde reside atualmente. Estudou Relações Internacionais na Universidade Vila Velha – UVV e atualmente cursa Letras pela Universidade Paulista - UNIP. Desde seus primeiros contatos no primário com a Literatura, seu coração lhe seria refém eterno. Sonhava ser desenhista, mais problemas de saúde afetaram sua capacidade para os traços. O sonho adormecido iria ressurgir com nova forma em sua juventude, agora encontrando nas letras seus muitos universos para exercitar sua antiga paixão.
Em suas palavras: "Escrever é desenhar os sentimentos."
Amor sem fim
Uma onda vai,
Uma onda vem.
Meus sentimentos são como ondas,
Ninguém os detêm.
Esperança, promessas de esperança.
De promessas o amor se sustenta,
Só aumenta,
E ninguém o afugenta.
Detalhes, detalhes do coração.
Lembranças, lembranças de uma paixão.
E nem a morte poderá apagá-los então.
Então guardei esta paixão
No coração,
Que ninguém afugenta,
Pois só aumenta,
E de esperança se sustenta.
E ninguém os detêm,
Pois como ondas,
Vão e vêm.
A alma do poeta
As palavras lhe compõem a alma,
Sua poesia indômita e desenfreada,
De agruras e bravuras,
Expõem as letras ocultas e impressas
Do seu coração.
Más quem conheceu os caminhos de um poeta?
Anuncie-se aos quatro ventos:
O poeta morreu esquecido,
Más perpetuam-se seus versos e sua rima.
E em face do papel, escrever
Lhe era desenhar os sentimentos.
Louvem-no ante aos portais eternos!
Exaltem-no a plenos pulmões:
O amor ainda viverá uma vez mais,
Para sorrir ao que é puro e bom.
Nas páginas douradas,
Nas letras borradas,
Vive o amor! O amor vive!
Pulsa forte o amor!
Brilha como o fulgor das constelações,
A alma do poeta, Imortalizada
Na memória dos que ainda dizem:
A poesia não morrerá jamais!
Poema sem nome
Vá... E seja feliz!
Más eu duvido que serás livre.
O que você procura,
Nas nuvens eu diria,
Lá ele faz morada.
E ela se foi...
Não sabendo que estava
Todo tempo comigo.
O que, tu me perguntas?
Não sabes?
Vá-te também.
Pelos arcos do céu!
Façam-te caminhos aprazíveis,
Das mais augustas cores.
Chegaste? Corra...
Corra com os passos do vento,
Pois esteve comigo o tempo todo
Este teu coração.