Jeferson Vieira de Almeida Filho
Vivi ate os meus 16 anos no Brasil , quando fui morar em Portugal, estudei cozinha, mas sempre fui apaixonado pelo mundo da Literatura, e escrever é a coisa que mais amo fazer! Voltei para o Brasil por volta de 2 meses e agora estou tentando levar a vida mexendo em um ramo que aprecio muito que é moda.
“As Rosas que Lhe Dei”
As rosas que lhe dei
Com o cheiro
Daquela musica exagerada
Que lhe cantei.
Eram sentimentos vivos
Do meu peito, onde plantas-te
Com tanto amor e carinho,
Agora colho-as e devolvo-as
Com o mesmo prazer.
As rosas que lhe dei
São palavras…
Não escritas em papel,
São muito mais que possas entender,
É o verdadeiro eu a poetizar
O sentimento que você nunca me deixou esquecer.
Há rosas,
Tão linda, perfumadas e tão belas,
Mas não como as que te dei
Naquela noite de luar
Com o simples cheiro do amor,
Que transbordavam,
Os meus verdadeiros sentimentos sobre ti.
Rosas, para sempre rosas
Eu sempre irei lembrar
Daquele sorriso
Que simplesmente dizia
Eu te amo.
Rosas guardadas,
No livro da paixão
Em que escreveu
Em versos simples
A nossa história.
Rosa, minha rosa
Nunca deixarei de esquecer
Do teu olhar de menina, mulher,
Ao olhar para mim e dizer
Que apesar dos meus defeitos
Eu era o teu grande amor,
E eu apenas a pensar, respondendo
Que só o tempo podia responder
A essa pergunta.
Rosas,
Foram com elas que demonstrei
Tudo aquilo exorcizando
O qual não conseguia dizer com todas as palavras.
Palavras para que?
Se as rosas que lhe dei
Falam por suas simples pétalas
E que nelas escritas estavam
As mais singelas frases de amor
Nas quais foram escritas com a dor saudade
Que sentia em cada fim de tarde
Ao chegar em casa e ver que você não estava.
Rosas, para sempre rosas
Aquelas que lhe dei, e guardei
No fundo do meu peito a sete chaves,
Elas estarão a espera da tua volta
Com o mesmo vento no qual levou a levou de mim.
Rosas vermelhas
Com a cor do teu sangue
Que amei por toda a minha vida,
E que nunca deixei de ler
Aquela pequena grande história
Que escreveu bum pedaço de papel,
Dizendo que rosas
Serão sempre como o céu e o mar,
O amor cheio de curvas e de chegadas,
Onde o presente são apenas saudades de um futuro
Ainda não vivido.
“Una Memoria”
Yo no quiero más
No sentir tu boca
Tocar en mis labios.
En plena tarde de otoño
Pasar por la arena de la playa
Como dos amantes.
De mano entrelazadas
Haciendo planes
De la vida futura
A la cual la sábana
Intentamos dibujar.
Con sonrisas grande y sueltas
Jugamos con el infinito de nuestras vidas
Sin preocuparnos
En lo que nos podría pasar.
La separación casi exacta
Como flechas del destino
Nuestras miradas, se pierden
En una flor del silencio que nos persigue.
Las pacificas frases que escribo
En esta carta de lo hecho de menos
Son como las puras lágrimas
Que escogen en mi cara
De una vida vivida a dos.
Pienso ahora en nuestras vidas
Que por pocos instantes se juntaron
Y que jamás tuvieron el permiso
Para seguir ese camino que se llama pasión
“La Langue de L`Amour”
Tous les soirs,
Je rêve et je vois,
Des fleches de feu
Lances dans mon coeur,
Qui brûlent les douleurs
D` autres passions.
Je me réveille à nouveau effrayé
Avec le coeur `a fleur de peau,
Et je regarder ces jeux bleus
Entre l`obscurité de la nuit.
Le son du petit matin
Habite dans ma chambre.
Je me lève alors,
Et je m`assois devant mon cadernet de notes.
Je commence `a écrire
La langue de l`amour…
Les mots glissent sautillants
Entre mes yeux,
Et mes larmes tombent.
Las nostalgie s`empire ,
Et le souvenir de ce lieu oú,
Un jour, nous avons
Voulu voyage s`emparent de moi.
La ville de l` amour,
Et des amants ,
Où langue de l`amour est reine.
Des corps s`assemblent,
Et unissent dês coeurs
En fareur dans l`imensite de a vie.
J`ecris sans cesse,
Le jour apparaît entre les montagnes
Et je m`aperçois de toutes les fuilles
Librés avec de mots laissés.
Mon désire de t`oublier se confance
Avec mon désir de t`avoir ici.
Des mots d`une langue romantique,
Une veine plogée dans la réalité de ma vie,
C`est avec elle que je t`ai écris les plus bellees lettres d`amour
Qui ne t`ont jamais été remises.
J`écoute notre vielle chausson à la rádio,
En chantant, j`essaie de repousser de repousser cette solitude
Qui à travers le temps m`accompagne.
Cette ci c`est la seule langue que se connais et que se comprends,
C`est avec ella que se lui se ci murmure
“Parfois je regarde la lune, imaginant si toi aussi tu la regardes
Et ainsi, je me seus `a tês cotes.”
Et comme une symphonie de bonnes choses
Je me souviens et je réponds que j ela regardeci
Toujours en espérant voir tron visage.
Je decris des souvenirs d`une passion
Qui s`est consomée en moi-même,
La langue de l`amour où ma
Vie s`est croisée.
Dês regards ont tout dit et,
Dans le silence ,
Ils se sont declares comme deux amants.