Sergio Marques VellosoNascido em Santos neto de portugueses, formado em Direito e Administração de Empresas, Especialista em Direito Tributário, Messiânico, Espiritualista, Professor de Direito tributário, e Ikebana.Poeta.
Lavra agosto 2010Se me diluo em letras,Se me recorto em palavrasSe me componho em frazesSe me explico em poesiaBusco ao fundoEntender quem sou ...
Sergio Marques Velloso Nascido em Santos neto de portugueses, formado em Direito e Administração de Empresas, Especialista em Direito Tributário, Messiânico, Espiritualista, Professor de Direito tributário, e Ikebana. Poeta.
Lavra agosto 2010
Se me diluo em letras, Se me recorto em palavras Se me componho em frazes Se me explico em poesia
Busco ao fundo Entender quem sou A onde vou E de onde vim
Pois muito deste tudo Me foge inicio Meio E fim
E neste imenso E profundo quebra-cabeça Este brinquedo chamado viver Resta-me este destino ou Me traduzir e entender.
E se te passo imagem estranha Se nosso ato é não afim Te iludes se penar, Estar a culpa, em mim.
Pois do pouco Que assimilei Isto lhe posso ensinar Toda beleza ou feiura do mundo Reside só em nosso olhar.
Esse cara
Esse cara Que aos poucos assimilo Adentro manso Pela porta do sentir
Além do lógico Acode-me Aninha-me Talvez o chame De coração Emoção
Essa voz a que age Que se antecipa a mão Que as vezes Num reflexo Num momento triste Faz-se agressão.
Esse cara Que aos poucos assimilo Adentro manso Pela porta do sentir
Tem meu nome? Nem precisa É minha alma Em evolução.
Nu
Meu poema? É uma foto; Instantâneo de vida; Não lho cobreis Antecedentes ou premonições, Apenas a imagem Ou recado, Se assim preferir.
Resta lhe o sorriso Mumificado e frio Cínico até Ou a lágrima petrificada A alegria ou a dor Guardo-a Em ti.