POEMA INSPIRATIVO[ EU NÃO SABIA]Insiro o querer no falarDir-te-ei então, Queres querer.Poder fazer, é edificação?Onde fica a punição no código penal?Na oração?A esmola de hojePode ser a bolsa de amanhãReferendada, vale valerSacia a fomeHumilhando o homem.Estender a mão,Cabe no poema, ou não?Esmola ou a&ccedi ...
POEMA INSPIRATIVO
[ EU NÃO SABIA]
Insiro o querer no falar
Dir-te-ei então, Queres querer.
Poder fazer, é edificação?
Onde fica a punição no código penal?
Na oração?
A esmola de hoje
Pode ser a bolsa de amanhã
Referendada, vale valer
Sacia a fome
Humilhando o homem.
Estender a mão,
Cabe no poema, ou não?
Esmola ou ação?
Assaltar a bolsa, não ouça,
Feche os olhos.
Brasília lia a noticia,
Meia arrudiada, recheada
Ora ação, ou nada!
No mar de lama! Vale ou douto?
Em nome do pai amém.
HECTACOMBE VERBALICO
Formato o tempo, e
Sem elemento
Sucumbe a voz.
Mais tento
Pro testar, socializando a idéia.
Permeando o verbo, Ir.
Vou, adverbiando a
Escala de valores
Na produção silábica, somo-os.
Indo, fico estático
E nessa caminhada vital
Não decodifico o curso
Percurso inserido na grade
Verbalizo a vontade
Vou ou não?
Sendo letrista, listro a solução
A prazo ou avista
Pago-as.
E no imaginário curricular
Do ementário, solicito a concepção.
Parafraseio a questão
E no choque de idéias
Idealizo o a explosão.
Hectacombe verbálico.
Moisés Abilio
POEMA NATURAL
Clarões Anunciam o novo ano
O homem consome a natureza,
Esta some, e este não assume, com certeza
Que sendo não o é,
Politicamente correto.
Reto nas curvas de sua opinião
O ser homem se dimensiona
O meio ambiente desaparece
O mundo aquece, e o homem
Engorda a conta,
Não conta, Angra dos Reis
Onde reina o desequilíbrio, e pousa
Na pousada, ousada, na enseada
Fatídico o local,
Sandice, Sanday, santo investimento
Lamento o loteamento natural,
Vidas ceifadas. Noticias somente.
Sentindo a dor
Da perca. Vitimada, a vitima amada!
Desarmônica a paisagem
.Descortina no belo horizonte
E ser homem segue adiante
E nada o detém, ritmo fatal, nova dança
Que na agressão, não tem aliança.
E a natureza naturalmente, cobra
Com juros bem altos/ hora da vingança.
BIOGRAFIA
Moisés Abílio Costa, atualmente reside o domiciliado na cidade de Pedreiras-MA, poeta, escritor, teatrólogo e agente cultural. Membro-fundador da AME – Associação Maranhense de Escritores, fundador do grupo de teatro ex-tensão, membro da APOESP. Associação de poetas e Escritores de Pedreiras e membro – fundador da Academia Pedreirense de Letras. Cadeira nº38 cujo patrono é Vicente Benigno.
Pedreiras-MA
moisesabilio@hotmail.com