CésarO intento de viver em intenso furor,Vasta em súplica a 'res publica' por falta de amorMesmo que sã nada lhe será melhorComo é o próprio amor,Vide bula o remédio é amar...Neste imenso império da humanidade em seu Augusto viver,Rege-nos César por tanto poder...Mas, no entanto pra que tanto poder?Se o beneplácito é o amor!Penso amar-te por ser como você...Eis que me vejo no rosto de ...
CésarO intento de viver em intenso furor,
Vasta em súplica a 'res publica' por falta de amor
Mesmo que sã nada lhe será melhor
Como é o próprio amor,
Vide bula o remédio é amar...
Neste imenso império da humanidade em seu Augusto viver,
Rege-nos César por tanto poder...
Mas, no entanto pra que tanto poder?
Se o beneplácito é o amor!
Penso amar-te por ser como você...
Eis que me vejo no rosto de cada ser
Entretanto o viver pelo amor,
Basta-nos como poder!
Cesar MouraNobel e a Humanidade...Dualidade na cumplicidade
Por falta de vontade
No plano covarde da maldade verso o amor.
A nossa humanidade que se incendeia
Despreza a vida alheia,
Pensa e ainda faz besteira
E só por brincadeira semeia a dor.
Mas não é capaz de entender
Que uma lágrima vertida nunca é perdida
Sem antes provocar o rancor.
São tantas as raças divididas
E mal compreendidas em seu complexo... Doutor.
A humanidade vive no auge da desigualdade
Na realidade é um 'Reality Show',
Ora tudo é real...
E quem chora pelo ser eliminado
Vive indignado pela falta de amor.
Mas, em verdade todos merecemos
O ignóbil 'Prêmio Nobel pela Paz'
Por todas as bombas explodidas,
As muitas balas perdidas
E por este monte de crenças e religiões,
Aquelas regiões sempre esquecidas
Das crianças que mínguam desnutridas
Em um mundo de horror.
Este é o louvor pela nossa humanidade
Que curvada à luz da lua
É pobre nua e crua, quando falta lhe o amor.
Cesar MouraRio de PazNascente na dor
No vale do amor
Lágrimas que na margem se desfaz...
Rio de paz enterra uma flor
Que ao vê-la neste vale
Sucumbir sem nenhum valor
Causa tristeza e rancor
Pela alegria que jaz nos braços do ente...
O pobre sofredor.
O pai da alegria sofre
Ao ver fugir a esperança
Nesta violência desvairada,
Alvejada em disparada
Pelo sangue que segue na calçada
Desaguando no rio de paz...
Por favor! Atirem em nós
Apenas sementes de amor,
Alegria sem devaneio
Desespero no passeio,
Não é festim que atiram em nós...
As flores que de todo este desespero sobrevivem
Seguem o rio chorando,
Fazendo o seu apelo pela paz...
Cesar MouraQuimeraOremos por nossa terra
Pelo fim de todas as guerras
Que deveras nos tira a paz
Vamos ver a luz do sol
Vertendo na escuridão
Abra o seu coração
Para o amor superno e fraternal.
Pode ser que a luz das estrelas
Um dia pare de brilhar
E que os pássaros lá no céu
Também deixe de voar...
Mas o amor nunca deverá cessar.
Quimera alusão no coração desfaz
Transforma a dor em paz
Quisera ter você o dom deste poder
Do amor forte e viril
Da inocência infantil.
Nunca perca a esperança...
Seja forte meu rapaz
Como a trança que refaz
O elo reforçado do script por esta ficção
Do amor firme e real
Que clama pela paz.
Biografia
Cesar Augusto Ribeiro MouraNasci em Taubaté, atualmente moro no município de Ferraz de Vasconcelos.
A pelo menos dez anos componho poemas, tenho procurado agregar novas técnicas à poesia usando o sistema de trava línguas, também sou um caçador de palavras.
A minha missão é clara recebi este dom divino e procuro usá-lo para desenvolver textos que falem sobre o amor e a paz e valores humanitários.
Apesar de não ter nenhum livro publicado até este momento, não me importo, pois estou convicto que melhor que publicar é compor.
Então sou apenas poeta!
Cesar Mouracesar.amoura@yahoo.com.br