Altares celestesnos cristais destaspreces.profundos valesliberto nos arescorrespondenciassincronáriasfeixe de luzclaridade brotadanum verso.Adormecem os adornossobre os corposque não mais se despemnem tão pouco despertampara o etéreo que das peles irradia.O édem do seu corpo miradona água de um lago esquecidocujo fruto ainda nãoamadurecidose envolta num casulose cristal & ébano.Um poema re ...
Altares celestes nos cristais destas preces. profundos vales liberto nos ares correspondencias sincronárias feixe de luz claridade brotada num verso.
Adormecem os adornos sobre os corpos que não mais se despem nem tão pouco despertam para o etéreo que das peles irradia. O édem do seu corpo mirado na água de um lago esquecido cujo fruto ainda não amadurecido se envolta num casulo se cristal & ébano.
Um poema recomeça sempre fugitivo signo da impermanencia arbitrio dos instintos. Um abismo se eleva ao infinito assim longícuo estende gerações desde das bases aos píncaros. grande chama,te afago não me deixes, eu te peço pois tu és o meu NOOS falante ou calado.
biografia: Moises Paez Barreto Nasceu em olinda em 1976. escreve desde os 13 anos de idade. é casado. caseiro,tem uma filha de dois anos chamada Ayana. está sempre resignificando a existencia e voltando para a casa primeva. está sempre inspirado e receptivo para a poesia.