Faca de GumesO verde da esperança que levava com sigoEra símbolo profícuo do que desejava me dizer.O oxigênio abundante rarefez-se em meu corpoDesejoso do saber.Amor que ama o desconhecidoDuela consigo, não quer um inimigo conhecer.Revela-me sua face, lacere meu coraçãoViva comigo ou tenha decência de dizer nãoSilveira Machado ____________________________AvaliaçãoNem vou falar de flores ...
Faca de GumesO verde da esperança que levava com sigo
Era símbolo profícuo do que desejava me dizer.
O oxigênio abundante rarefez-se em meu corpo
Desejoso do saber.
Amor que ama o desconhecido
Duela consigo, não quer um inimigo conhecer.
Revela-me sua face, lacere meu coração
Viva comigo ou tenha decência de dizer não
Silveira Machado ____________________________
AvaliaçãoNem vou falar de flores essa noite,
Nem vou falar de amores também,
Nem vou falar da felicidade ou da alegria que trasborda em mim.
Quero, hoje, lembrar o cinza que era
As emoções diminutas que combalia meu ser
As formas amorfas que me levavam ao nada
E depois de lembrar
Satisfazer-me do cume alcançado!
Silveira Machado ____________________________
Eu queroEu quero batizar as idéias absurdas
Alimentar todas as minhas dúvidas
Entender que sou alguém.
Eu quero devaneio em plena chuva
Rir das minhas bruxas
Chorar quando me convém.
Eu quero me despedaçar sob meus cacos
Limpar os meus armários
Me esconder ao ver alguém.
Eu quero viver essa vida,
verdadeira epifania
Com cada dádiva que tem.
Silveira Machado _____________________________
biografia:
gledson vinícius da silveira machadoBrasileiro, suburbano, boafoguense e amante das palavras que falam à alma. Um velho de 24 ano que julga ser jovem a euforia que arrebata seu coração do limiar de suas conquistas!
gvsmrj@yahoo.com.br