MADRE TERESA Dizem que Madre Teresa morreu...Mas eu não acredito nisso!Não acredito em tudo que os homens falam,mas acredito no que eles sentem...Pois ela, a Madre de Calcutá,está viva e eu sinto,entre os pães que ela repartiu,entre os sorrisos que distribuiue entre os pobres que ela não viu...- mas eu não acredito nisso! - pois sei que ela os viua todos igualmente,pois vendo um, somente um ...
MADRE TERESA Dizem que Madre Teresa morreu...
Mas eu não acredito nisso!
Não acredito em tudo que os homens falam,
mas acredito no que eles sentem...
Pois ela, a Madre de Calcutá,
está viva e eu sinto,
entre os pães que ela repartiu,
entre os sorrisos que distribuiu
e entre os pobres que ela não viu...
- mas eu não acredito nisso! -
pois sei que ela os viu
a todos igualmente,
pois vendo um, somente um, lhe bastou!
E ela viu tantos... e tantos pobres...
que acredito que viu a todos realmente.
Por isso te digo:
Não serás pobre porque vives na pobreza,
pobre... não serás se no teu coração te sentires tão nobre,
tão nobre quanto os sentimentos de Madre Teresa,
pensamentos que te elevam para a nobreza,
e quem assim se sente, nunca morre, sempre viverá.
É o que sinto por Madre Teresa de Calcutá...
e é nisso que sempre vou acreditar
por isso eu sei que ela vive e nunca morrerá
EU TE PEÇO PERDÃOEu te peço perdão, por ser tão inexato,
por não possuir a claridade desse dia,
por ter uma visão de mentecapto,
por ter a vida, assim, sempre vazia.
Eu te peço perdão, por não estar onde me queres,
por dizer não, quando na verdade te queria,
por sorrir, quando tanto tu choravas,
mas, por chorar, quanto tanto tu sorrias.
Mas não me culpe se tudo deu errado,
se o teu amor nunca foi correspondido,
pois apesar de estar sempre do teu lado,
meu sentimento foi mal compreendido.
Culpe menos ainda o meu verso,
que é apenas uma forma de sangria,
é, apenas, o reflexo do meu reverso,
e se nasceu foi porque tu morrias.
LÁGRIMAS Gosto de falar de lágrimas
essas gotas de puro sentimento
que da alegria e do tormento,
esmorecem a dor deste sofrer.
A forma porque derramas,
se por quem sofre
ou por quem amas
só Deus poderá nos dizer.
O verdadeiro sentimento d'alma,
o reflexo, espelho do meu ser,
o que nos entristece e acalma...
Onde? Onde eu posso me esquecer?
Lágrimas, gotas de doce mel,
brilhos nas noites do olhar,
vêm cintilantes do céu,
estrelas, estrelas do mar.
Estrelas, sim, pois são belas,
e as mais celestes, não nego,
são as que vêm dos olhos dela,
olhos... que hoje estão cegos.
biografia:
SERGIO TAVARESSergio Tavares nasceu em 1962, em Piabetá, no estado do Rio de Janeiro, onde iniciou seus primeiros estudos, sendo alfabetizado por sua mãe.
Filho de Maria Nadir Mariz Tavares, professora, e de Ademar Tavares, militar aposentado da Polícia Militar.
O autor escreve desde os quinze anos de idade, inspirado pelas aulas do escritor, poeta e professor de Português e Literatura, Luiz Sebastião, do Colégio Duque de Caxias onde estudou o segundo grau.
Em 1982, entrou para a Marinha, servindo no Corpo de Fuzileiros Navais, por vinte e quatro anos, sendo posteriormente, transferido para o Quadro-Técnico do Corpo Auxiliar, no posto de Capitão-Tenente. Atualmente está no posto de Capitão-de-Corveta.
Em 2007, foi escolhido para integrar como voluntário, o 7º Contingente Brasileiro de Missão de Paz no Haiti, tendo sido agraciado com a condecoração da Organização das Nações Unidas, outorgada aos 'capacetes-azuis' como são conhecidos os soldados da paz. Foi-lhe, também, outorgada a medalha Internacional dos Veteranos das Nações Unidas e Estados Americanos, 'pelo culto aos nobres atributos pelos veteranos das missões de paz e, aos relevantes serviços prestados ao Brasil, as Forças Armadas, a causa da Paz, e à Organização Brasileira dos Veteranos da ONU e dos Estados Americanos'.
Durante os 27 anos de vida militar, teve a oportunidade de viajar em missão por vários estados brasileiros e por diversos países, entrando em contato com distintas culturas que em muito contribuíram para a sua visão de mundo globalizado, dentre as quais: Uruguai, Chile, Argentina, Equador, Venezuela, México, Panamá, Estados Unidos, Haiti, República Dominicana, Inglaterra, Portugal, Espanha, Holanda, Itália, Egito, Grécia, Marrocos, Dinamarca, Suécia, Alemanha, Vaticano e Iugoslávia.
Em 1988, formou-se em Ciências Contábeis, pela UNIGRANRIO, e em 2007; realizou pós-graduação em Gestão da Administração Pública, pela Universidade Castelo Branco [UCB]. É graduando em Letras [Português/Literatura], na UCB e, estudante do curso de Direito da Universidade Estácio de Sá.
Participou da IX Bienal Internacional do Livro da Bahia, realizada em abril de 2009, no Centro de Convenções de Salvador, com o lançamento do livro Pegadas ao Vento.
Autor premiado em diversos concursos nacionais de contos e poesias. Destacando-se no concurso de contos do site Versos e Acordes e Editora Luz do Milênio, obtendo o primeiro lugar, e publicado na antologia: A Nova Literatura Brasileira, sendo premiado com a publicação de um livro individual.
Livros autorais:
Chuva de Lágrimas [poemas] - 1995 - Ed. do Autor
Pegadas ao Vento [poemas] - 2008 - Ed. Litteris
Um Coração Insondável [poemas] - 2009 - Ed. Taba Cultural.
Antologias:
Uma Viagem pra Pasárgada - [poemas] - Ed. Litteris
A Nova Literatura Brasileira - [contos] - Ed. Luz do Milênio
Preces e Reflexões - [poemas] - Ed. Taba Cultural
Histórias de Amor e de Fé - [contos] - Ed. Litteris
Antologia de Contos - Ed. Guemanisse
Antologia Literária Cidade - [poemas] - Organizada por Abílio Pacheco
Agenda Literária [2010] - Ed. Litteris
Antologia do Concurso Literário Cidade de Porto Seguro [contos]
Alguns de seus trabalhos literários podem ser conferidos no site pessoal [www.sergiottavares.com.br] e no site [www.sergiottavares.com] onde faz a divulgação de assuntos ligados à Literatura e Língua Portuguesa, tais como: concursos literários, resenhas de livros e notícias sobre a cultura de um modo geral.
afnsergiotavares@uol.com.br