Alguns VestígiosAonde se escreve a palavra saudade,que ali não se exponha o silêncio da vida.Que se traceje, talvez, reticências... no máximo.Que se chore, ou pior: que se riadiante da própria impotência.Ali, onde os barcos são mera distância.HumanessênciasTeares, flores, remansos...O resto é ruminânciaou transcendência.Primeira ColheitaPitanga no mato?Parece até ventanialevando tudo ...
Alguns Vestígios
Aonde se escreve a palavra saudade, que ali não se exponha o silêncio da vida. Que se traceje, talvez, reticências... no máximo. Que se chore, ou pior: que se ria diante da própria impotência. Ali, onde os barcos são mera distância.
Humanessências
Teares, flores, remansos... O resto é ruminância ou transcendência.
Primeira Colheita
Pitanga no mato? Parece até ventania levando tudo o que vê. Não é. É compromisso de infância.
biografia: Madhu Maretiore Sou poeta desde que me entendo por gente, mas ainda não fui batizada por nenhuma editora. Escrevo minilivros de poesia e os edito por minha conta. Depois saio por aí vendendo-os. São eles: Poesia na palma da mão, Em nome de Gaia, Caderno de notas, Orbital, Âmbar, Dez leituras inventadas num domingo coitadinho, Eu te falo dos frutos, Minimais, Poemas breves, Luares íntimos, Fragmentos do absurdo, O livro dos conceitos e desconceitos, A dança, Tenda dos labores, Totalmente azul ou quase vinho.
obs. Este é o primeiro site para o qual escrevo. Obrigada pela oportunidade.