A despedida d’um escritor frustrado – a minha saída da literaturaUm poema de despedida escrito por Jefferson CarvalhaesPude testemunhar o terror da união entre aliança do poder de duas constipadas [gerações e a vingança de duas raçasVivi segundo meus próprios costumes e minhas próprias desgraçasBatizando meus a ...
A despedida d’um escritor frustrado – a minha saída da literaturaUm poema de despedida escrito por Jefferson CarvalhaesPude testemunhar o terror da união entre aliança do poder de duas constipadas
[gerações e a vingança de duas raças
Vivi segundo meus próprios costumes e minhas próprias desgraças
Batizando meus amigos e mutilando meus inimigos
Caso encontrasse aquele ser almejado de sanguessugas em meu caminho seu
[destino era a morte
Deitei no mais remoto canto da natureza serena do pecar e gostei do cheiro deste
[suposto fertilizante inadequado
E supondo que seria um amor guiado eu disse:
-- É muito chato chegar em casa e começar tudo de novo.
Mas começar o que?
Começar o maldito dia alucinógeno das manadas hipocondríacas e falíveis
Desmaiáveis pela consolável garra.
Durante anos batalhei procurando chances periféricas de estrondoso prazer
Fui de acordo com um rio muito difícil de perseguir
Lutei, lutei, lutei e nada encontrei
É difícil chegar em algum lugar sem ter chances de remorsos e adrenalinas
É ainda mais difícil chegar quando não se é alguém,
E quando as pessoas o esmagam, tente lutar para conseguir neutralizá-las
Sendo que não terá nenhuma chance
Pois somos todas as grandes marionetes numa grande virada de humilhação,
Saiba que você será humilhado e ainda mais humilhado a cada dia que passar, e a [cada manhã que você invocar e se indagar ou clamar a Deus: “Senhor, Senhor [salvai-me!” Ah... peça com muito fé meu amigo, mais muita fé mesmo
Por que eu te garanto, garanto mesmo, nada vai adiantar, tu irás sangrar do [pescoço aos calcanhares, e como Cristo, tu terás que saber ser tentado e resistir a [todas as tentações possíveis
No berço do pecado tu serás jogado, como agreste de culpa serás abandonado, e na [solidão fraterna, paterna e materna serás despejado;
Mas e a montanha do saber?
Durante todo o meu percurso suscitei desgraça, do princípio ao fim permaneci em
[desonra a minha entidade
E como se não bastasse me ferrei todo na compreensão humana
Tende saber a ser desumano para entrar nisso que chamam de arte literária
A senha é a resposta para a senha.
Agora eu quero dizer a verdadeira paixão pela desaprovação de minhas desgraças
Se hoje eu a odeio
Amanhã eu a amo
Mas nada disso faz passar o tumor da arte poética
O importante é não ler,
Não leia nada, quanto menos ler melhor para sua vida,
A intrínseca bovina se alarma:
“Um país se faz na exclusão dos homens e dos livros”
Sim, é verdade,
Os livros perturbaram minha mente durante muito, muito tempo,
Passei estados difíceis para um único homem
Coisas que o ser humano não suporta em ênfase avassaladora
Na poesia o resgate d’alma é retirar a própria alma
Enquanto na ficção o poente é bater de porrete na própria vida.
Senti como é ir ao inferno e conversar com lavas de aço sobre a nobreza da
[desordem
Posso representar como me sentia:
Hey, poeta, você é o máximo,
As garotas estão atrás de você
Só você pode causar uma revolução
Você é o sonho americano,
Vai crescer e ser um perfeito vagabundo, sim vagabundo,
Vai causar furor,
Ser um Arthur Rimbaud da vida,
Irá mudar o mundo com as palavras – embora elas nada possam fazer,
Tudo você tem, essa porra toda lhe pertence,
Utilize-se de utensílios baratos e mande a ver,
Como de costume você é o poeta, você é o poeta
Continue e siga enfrente, pois só você tem o poder
Pense em Pablo Neruda ou Carlos Drummond de Andrade, sentados em suas
[praças sendo adorados por todos, pense como são esplêndidos
Um dia você também será, é claro, só quando estiver a sete palmos desta terra,
Ora, ora, como você é realista,
Então lance um monte de livros,
Quem sabe você ganhe um maldito Prêmio Nobel e possa se tornar tão vangloriado [quanto seu querido amigo T. S. Eliot? Aquele velho caduco que você tanto [psicografa nas noites de verão.
Então lance um monte de livros.
Vamos não desista, a vida é bem curta
E lembre-se, tem que viver pouco, e ganhar muito pouco,
E entre na miséria, que se danem os best-sellers;
Agora sim estamos evoluindo, estamos progredindo nisso que chamamos de
[boêmia,
Nisso que chamamos de sociedade,
Você tem um bom topete,
Vai ter um bom curso de letras e um bom Ph. D
Você é fantástico em peripécias desengonçadas,
Você é fodão em se tratando de discursos longos
Quem és tu afinal?
Você é demais! Vai se dar bem na vida – embora saiba que isso não irá acontecer,
[o mesmo vale para a opinião de todos a seu redor
Irá fracassar em todos os seus sonhos,
Mandará um monte de cartas a um bilhão de escritores
Tentando ser reconhecido no meio literário
Escutará somente músicas de tom revolucionário
É claro que escutará Frank Zappa, que se dane o que eles pensam [você é
[fantástico],
Você não é como os outros homens, é mais forte e mais culto também,
Pois logo, logo só freqüentará meios literários – embora não faça isso,
Está sempre constipado pelos valores da sociedade injusta e burocrática
Por isso irá se rebelar contra tudo e contra todos – embora saiba que isso jamais
[acontecerá
Você leu 1984 e disse para todos beijarem seu pipi
O grande J. D. Salinger foi seu amigo de escola,
Trabalhavam juntos num projeto estranho pra valer,
OH, civilização perdida! Não foi Fustel de Coulanges que descobriu ou será que
[errei?
Você é o sonho americano, faz tudo para evoluir emocionalmente,
Precisa apenas de um empurrãozinho,
Um dia estará conversando com um grupo de universitários sobre um monte de
[besteiras relacionadas à poesia ou qualquer coisa sobre Nietzsche,
Mas tenho certeza absoluta de que terá um fim não muito diferente de Robert [Walser aguardando-o naqueles guardanapos e naquela cena da neve, é um tanto [esquisito
Um dia ainda irá me perguntar por que Eliot publicava seus poemas citando um
[monte de frases de escritores e com certeza acabo de descobri,
Será que foi para se mostrar para todos o quanto sabia?
Essa baboseira de saber poético não existe, existe apenas o aqui e o agora,
Oh, como você se acha fantástico, e se chama Robert alguma coisa,
Ainda por cima se imagina como Jean-Paul Sartre, declinando premiações por se
[achar o gostosão
E vê todos aqueles pródigos, – como Thomas Chatterton – morrendo cedo dando
[espaço a outros de dezesseis anos, incompetentes e idiotas que participam de
[concursos para se sustentarem e se manterem nos meios literários
Todos irão fazer fila para pedirem autógrafos para o senhor [imagine só, te [chamam agora de senhor!], mas você tem consciência de que isso é um grande [risco
Sabe que seu futuro pode ser limitado
Sabe que pode ficar pressionado numa sala de aula ensinando a alunos estúpidos e
[sem futuros assim como um dia você foi,
Ainda se acha o máximo? É por que você é mesmo.
E quando completar trinta anos tudo irá se realizar; os sonhos transformar-se-ão
[em mágoas;
Terá dinheiro para comprar uma mansão na Suíça e dar palestras em Oxford,
Receberá condecorações e títulos como de Doutor Honoris Causa,
E essa será sua vida.
Pensar que nada disso ocorreu é demais para uma única mente
Sentir o pesadelo nas costelas de um única poeta é demais para o pesadelo presente
Peregrinar por uma terra estrangeira sendo ela sua terra
É como receber uma facada
Imaginar todos os solavancos voltados contra você
Dá sensação de prazer desfigurado de fissura distorção,
Hoje estamos sós,
Não importa o que ocorreu ontem, ou o que acontecerá amanhã
Hoje estamos sós, sem ninguém para nos acolher,
Esta vida que os outros nos deram foi muito pouco
Quem são os outros? Os livros ora.
Os livros nunca dão nada de especial, sabe,
Tchê se dessem seria uma maravilha dantesca de síntese celeste.
Certa vez tentei ligar e senti saudades
Mas desliguei no exato momento, pois vi que tudo era uma grande fantasia
[desmascarada
Perfeita harmonia,
Oh, perfeita harmonia,
É assim que funciona a literatura,
Como uma ligação de saudade sem rumo ou sem devaneios
Só percurso tangível.
Seja a dinastia maior,
Quando vier alguma chance agarre-a o máximo que puder,
Então não lute contra a corrente
Seja algo, algo remanescente,
Diga para si mesmo: “Eu sou!”
Então será.
Eu fui; por que você não será?
O sonhador de emoçõesI
Foi-se o seixo agudo
Cor da noite que verte vidro
Doces flautas o tempo estaca
Eu sonho em tu e no dourado dos anos
Segundo o planejamento póstumo recuso suas indignações
A década de 1920 marcou o fim de um expressionismo já agonizante
As fórmulas são tão tétricas e baratas quanto um presumível sonhador
Eu sonho na cor do luar
No punhado tingido solar entre o marrom e azul da noite:
A beleza a qual aprecio se instrui o desejar de apagar as décadas
Gosto tanto de lhe contar sobre rosas pesadas pelas gotas inflamáveis
E a descoberta do zodíaco inflável
Até onde deres teus poderes de sedução eu me curvarei a ti
O carmesim folhado em ouro nutriu um ambiente bem arejado e perplexo
Foi-se toda a armadura céltica que pleiteava um suspiro patrimonial
Até os anos sucumbirem à destreza d'uma noite de núpcias e orgias
Sensato é o guerreiro que requer Deus em suas ambições
Uma pétala de violeta é o suficiente para estressar nossos inimigos
Pois cada segundo eu retrocedo sob o estar de passagens
Repito-me eternamente, conto-me pavorosamente
Tu
Te
Realizas!
Ao tocar dos sinos mármores das igrejas celestiais...
Ah, o glorioso balançar dos sinos na eternal catedral esbelta
Nada possuo de valor em meus sonhos
São sonhos de figuras estrangeiras ou semelhantes a um grão de areia
Entre toda a praia que prefigura um desespero a mais
Provenho para aplicar versos diversificados
Provavelmente serei a Terceira Guerra Mundial para abolições prévias
Nunca desisti do bem que habita em mim
Ou do lado sombrio que escolto na esquina
Existe um determinado ponto a qual me expresso agressivamente
No quadro 'O grito', testemunhei o quanto somos imortais
A luminosidade artificial durará até os séculos dos séculos
Como uma margarida que encanta os mais belos jardins de outrora.
Morto aos vente e sete anos,
No pano de boca pintei um retrato belicoso
Da minha madre santificada e de meus primogênitos instáveis a poucos metros
[debaixo deste solo infértil e pavoroso pela pá orgânica.
Pomba da paz traga-me contigo uma oscilação entre procedimentos artísticos e
[tomadas de posições exatas em autores românticos
Neste mundo com imagens de gravuras coloridas tentei o palco, sob diferentes
[tumores a qual pude penetrar nas imagens reconciliadas
A inspiração nada mais é do que a turbulência eleitoral que julgamos nestas ruas
[esquentadas pelos diversos açoites prazerosos
Retorna o crepúsculo mutilado cumprindo suas opulências.
II
A relutância com que sofro no verão é pálida e jazida nas marés
E no triste olhar invernal minhas dores tranqüilizam-se suavemente
Com o polegar astral das sinfonias gregas
Enquanto uma barbárie sente o suave mingüar primaveril
Mas é na semana santa em que expilo os aromas roseirais:
Sinto tanto a tarde quando um tornado que ergue meus amigos numa lama do
[cascalho relutante e abominável
É a feição da obra-prima que melhor retrata o espírito do Expressionismo
O conhecimento dos noruegueses e austríacos me repassam o hálito atraente
Um cidadão sofre de Câncer,
É a alma - ou seja, o corpo - que necessita da divindade
Transfiguro-me sem avisos prévios ou com ousadias rígidas
A chamada 'teoria da arte da palavra' é sibilante ao ar enérgico
Sendo assim, o Câncer faz parte de seu eu obscuro
Não existe sentido perante tal execução, pois torna-se
Exatidão!
Oh, minh'alma sofre com um pergaminho inescrupuloso
Saibam que deitei, repousei sobre este pergaminho
Algo tão sagrado e trivial
Recompõe-me com o passar das tempestades
Foram-se minhas amadas
Minhas teorias,
Minhas congruências e certidões nascentes
Irmãos germanos, virem tuas amídalas para o norte e tragam-me o linear da
[manhã seca, árida e amável
Sou tão patriota quanto vós sois seus entes queridos
Vidras! Vidras! Vidras!
Quero-as ao morrer
Pois ali eu descanso firmemente como um elfo altivo, conseqüente de seus atos.
Christovão Martins[Conhecimento prévio] Sigamos então, tu e eu,
Ouvindo simplesmente a intacta postura do poente léu estendendo-se;
Observando atentamente vemos sobressair-se figuras deliberadas
Para atos recém-achados em convicções por uma literatura súbita
Sobre os sete mares mexicanos
Aos ouvidos da soprano relinchando arbítrios
De noite indormidas em motéis esclarecedores,
Atravancando no saguão mulheres despidas
A falar de Dante Alighieri.
A neblina negra roçando as espáduas de botequins como um tedioso argumento,
E ao perceber-se ao redor da pensão adormecida
Aconcheguemo-nos na verdade do tempo de serragem,
Oh, não perguntes: 'Qual?'
Enrodilhemo-nos a cumprir nossa visita
Pois já conheci a todos, a todos conheci
- Sei dos crepúsculos, medi minha vida em colherinhas de chá:
Percebo vozes que fenecem a agonia do outono
Já conheci os olhos; os olhos que te fixam na fórmula de uma frase
Mas se me confino gingando sobre um alfinete,
Se me sinto espetado a colear rente à parede,
Como então começaria a gritar todos os meus dias?
Dizer: 'Sou Lázaro, venho de entre os mortos
Regressei todas as tardes e manhãs para tudo vos contar, tudo vos contarei.'
- Tudo isso, e tanto mais ainda? -
Impossível exprimir noites mórbidas que penso em nervos em retalhos
Teria valido a pena,
Se alguém confortasse um travesseiro ao tirar seu xale nos tabuleiros de xadrez
E ao voltar em direção à cortina, resmungasse:
'Sim! É absolutamente isso,
Sim! Tudo o que quis dizer, em absoluto.'
. . . . . . .
Sim! Sou o príncipe Hamlet,Andarei com os fundilhos das calças amarrotadas,
Repartirei ao meio, minhas vértebras? Ousarei devorar o cantar das sereias?
Vestirei negras calças de flanela, e andarei sob nuvens.
Não creio que um dia cantem para mim.
Vi-as perambulando rumo ao largo,
A pentear as brancas ondas que refluem
Quando o vento rasga um homo-sapiens nas águas
Dizendo-lhe sobre comprimir todos os homens numa lentilha
E rasgá-los como cães e gatos;
Como cães e gatos os pastores ao vértice de uma indagação prévia
Sou profeta - mas isso pouco importa;
As diretrizes de Seamus Heaney caminham em meus pés
Lamentáveis são todos os lençóis espirais d'uma época refutada
Lembrar-se pré-figuras da inserção divina das vielas dos mortos.
Francis Bacon, sempre prova seus conceitos céticos como pinturas de Caravaggio
Sempre a criança de cabeça degolada nos arruaceis da noite
Comprovado sua pesquisa hereditária do torvo das chávenas,
E arremessá-la ao mais distinto partido.
Em minhas mãos o sangue borda
Transborda fielmente, mas teria valido a pena
Cortar o assunto com uma arte macabra
Degenerativa
Arrogante aos nazistas, e invocar as ruas espessas desta morada,
Após enervar o instante, jejuando aos berros com a rainha Elizabeth
Derivado das performances da vida no fundo estiradas, aqui, ao nosso lado.
Roçando o tempo gostaria de vê-lo
Tradição úmida, regozijado de prazeres sob a música de um quarto ávido
Fluía a multidão pelos asfaltos da monarquia de fraque
Meu colarinho a empinar-me com firmeza de um cuspir longínquo
E com isso dirão eles: 'Negastes a mim, pai de teus antecessores e braços esmos?'
Naquele exato momento conheci uma perturbada gravura
Sedenta de sono, se marcar as horas
Com um dobre surdo a o fim do belíssimo trama,
Morte, limo, putrefação
Eis os dois temas capitais a serem descobertos como panorama esbelto.
Morte, limo, putrefação
Vi alguém que desconhecia e o fiz parar:
'Quem sois vós, andarilho em terra estrangeira?
As ondas lhe medirão nesta terra desolada?
Não conserve seus instrumentos vocais
Nesta terra nas galeras de John Dryden;
Richard Wagner cantarolou o conhecimento prévio
Então não se apavore
Estás em território alheio
As quatro estações nascerão em teu paladar destrutivo
Eu mesmo, o vi que galgava pelos cemitérios como elemento desestressado
Tenho total conhecimento da colina percorrida por Delacroix,
Nasci aos pés de Renoir, Monet, Pissaro, dentre outros mais elevados,
Apenas aconselho-lhe a virar com suas unhas outra vez
Pois ao pôr-do-sol desenterrá-lo-ei na breve batalha mítica
Sejamos somente tu e eu,
Nas cascas de três leopardos brancos sob um templo,
Diga-me seu nome! Diga!'
Cidade irreal,
Cria neve artificial nos cantares do deserto de minhas partes dissimuladas
A vida preferiu que o fosse, mas não queria o ser.
Logo após dezenas de jornadas ao paraíso perdido
Encontrei a algazarra estupenda do lábio com o estribilho dos grilos, sussurrando,
E na primeira volta da segunda escada
Uma janela estreita inchava como trigo atordoado
Mas na segunda escada rolou como um estupendo malabarista as trevas.
Senhor, eu não sou digno!
Senhor, eu não sou digno!
Mas relutai somente na entrada, caro ancião levítico.
Ecce homoLivremente solitário, observei uma dócil criatura percorrer os cantos das ruas
[parisienses
Se alastrando na multidão petrificada d'uma jornada equivocada
Jamais trarei um esboço tão precocemente errante
A divindade das alturas da literatura mundial
Como recorrer ao pecado das criaturas melancólicas
Donde um pássaro ou uma flor azul de pestanas cosméticas
Doou seu sangue ao parto inconseqüente d'outros pesquisadores incoerentes
Ao perplexo de culpas bem aradas da imagética circuncisão?
Pois quando aquele algo matou uma gazela... derrubou seus conhecimentos ávidos.
Pela pele neutra de Aquiles, soube no exato instante do que realmente se tratava
Nada mais era do que uma simples petúnia esvoaçante;
E pergaminhos pecaminosos errarão sem me adestrar para tanto me comunicar,
Tendo total conhecimento das invasões d'outros homens.
A criatura, simplesmente imobilizada riscou sua vastidão de percursos
[maravilhosamente requintados de emoções.
Soube pasmo, como lagos da Escócia, toda a meretriz presente
Descobri que além daquele fruto existia algo melhor
Temas mágicos me habilitavam a transformar-me naquele dromedário,
Mas logo soube quantos temas precisaria possuir até a chegada da arte pela arte
Ah, saudades dele ou dela, não reconheci seu charmoso rosto
Perante as trevas do nevoeiro dramático,
Soube apenas sua atmosférica estrutura,
Vaga, e complexa de erros,
Mas seus tumores aparentavam não requerer total possessão dos acadêmicos
[leigos.
biografia:
Jefferson CarvalhaesMEU NOME É JEFFERSON CARVALHAES, ALÉM DE POETA, SOU INCLUSIVE, FILÓSOFO E ARTISTA PLÁSTICO. ESCREVO POESIA DES DOS 2 ANOS DE IDADE, PORÉM, SÓ FIQUEI SATISFEITO COM MEU DOM POÉTICO AOS 10 ANOS DE IDADE. JÁ PUBLIQUEI 2 LIVROS, O PRIMEIRO FORA APENAS UMA PUBLICAÇÃO INDEPENDENTE, O SEGUNDO POR SUA VEZ FORA POR MEIO DE UMA EDITORA, ATUALMENTE PROCURO PUBLICAR MEUS LIVROS EM DIVERSOS PAÍSES PARA SER RECONHECIDO MUNDIALMENTE.
jefferson.carvalhaes@yahoo.com.br