ONDE ESTÁS, AMOR?Sigo, paciente, sozinho,percorrendo caminhos que dissipem minha dor.Caminhos que me consolam,com o esplendor de suas rosas,manhãs ensolaradas,e com o perfume que o vento traz do meu amor,que não sei,não vem...Em cada caminho, não me são ausentesas maravilhas da vida...Tenho, também, a beleza da noite por companhia.Do céu, o brilho que vem,toca meus pensamentos,com a ternur ...
ONDE ESTÁS, AMOR?Sigo, paciente, sozinho,
percorrendo caminhos que dissipem minha dor.
Caminhos que me consolam,
com o esplendor de suas rosas,
manhãs ensolaradas,
e com o perfume que o vento traz do meu amor,
que não sei,
não vem...
Em cada caminho, não me são ausentes
as maravilhas da vida...
Tenho, também, a beleza da noite por companhia.
Do céu, o brilho que vem,
toca meus pensamentos,
com a ternura de uma flor,
fazendo-me ir ao encontro do meu amor,
que, de lá, de não muito longe,
há de vir, aos meus beijos,
desfazer minha dor.
Ah! querida minha,
por que estás distante e demoras a chegar?
Que caminhos e quantos devo ainda percorrer,
para ter-te em meus braços e não mais sofrer?
Diz-me,
és a estrela que não posso alcançar,
ou és a esperança por quem devo caminhar?
Onde estás, amor?
Dá-me o teu caminho,
ou venhas pelo caminho que vou.
QUERO QUE A MORTE...Quero que a morte me dê a paz e a felicidade que busquei em vida,
em vão, sem encontrá-las;
Quero que a morte me dê o amor e a companheira amante amiga
que não tive na vida que mal vi passar;
Quero que a morte me ensine a viver sem sofrer e a não morrer na vida por viver essa mal vivida;
Quero que a morte me dê a vida e a eternidade da juventude pueril de uma rosa tenra, para não envelhecer e não mais chegar a essa decrepitude de ser eu mesmo em nada e tudo o que sou sem morrer, vivendo essa mal vivida sem querer;
Quero que a morte, um dia, senhora de mim, me ensine a viver em sua vida, sem morrer, sendo feliz, sem vida para me fazer morrer.
Enfim, que venha a morte!
Não uma morte qualquer, dessas tantas...
Quero uma morte que me dê vida à vida morta;
Uma morte digna de me fazer morrer.
Que venha a morte!
SEMPRE PRESENTE!Embora distante,
na calada da noite,
ou em meio às atribulações do cotidiano,
tu vives em mim e eu te sinto.
Quer seja na flor que vejo,
no vento que sopra,
no amanhecer,
no entardecer,
ou nas estrelas desse céu tão teu,
te sinto.
E na água cristalina deste riacho de desejos,
vejo o teu suave e tenro rosto,
com os teus olhos a me olharem,
deixando-me enlouquecido,
e a tua boca, teus lábios, tão sensuais,
porque não os toco, fico em agonia.
biografia:
José Valdir PereiraE-mail: Jose_Valdir@yahoo.com.br
Home Page: www.josevaldir.com
Nacionalidade: brasileira
Nascimento: 19 de janeiro
Profissão: Escritor e Poeta, Professor para o ensino fundamental, médio e superior; Técnico em Educação e Consultor Técnico em Planejamento Governamental, em Planejamento da Educação e em Finanças Públicas.
As principais obras do Escritor, são:
Nascente [poesia], lançado em l982
Momentos [poesia], lançado em 1983
Educação: Análise & Perspectivas [ensaio], lançado em 1983
Fragmentos [Poesia], lançado em 1999
Do Financiamento da Educação no Brasil [técnico científico], lançado em 1999
Em Fragmentos [poesia], lançado em 2002
Rondônia: De Pedaço em Pedaço, uma História! [técnico científico], lançado em 2006
'Uma Outra Escola é Possível' - O enfrentamento de desafios para o sucesso educacional - Medidas educacionais para o Governo do Estado do Ceará 2007/2010 - Uma proposta da ANPAE / Co-elaboração, 2007.
jose_valdir@yahoo.com.br