Enquanto a Chuva CaiOs livros na estante, pensamento distante,Sua imagem quase apagada,refletida no espelho.Pela janela com vidros molhados,observo a chuva que cai,Seriam minhas lágrimas?Ou é você que chora distante?Crianças brincam na rua, banho de chuva,Poças d'água, grama molhada.Passarinhos se refugiamentre os galhos da macieira,Pessoas com passos apressadostentando desviar das gotasda c ...
Enquanto a Chuva CaiOs livros na estante, pensamento distante,
Sua imagem quase apagada,
refletida no espelho.
Pela janela com vidros molhados,
observo a chuva que cai,
Seriam minhas lágrimas?
Ou é você que chora distante?
Crianças brincam na rua, banho de chuva,
Poças d'água, grama molhada.
Passarinhos se refugiam
entre os galhos da macieira,
Pessoas com passos apressados
tentando desviar das gotas
da chuva que insiste.
Volto para meus livros, eles me devoram,
Te procuro em meus pensamentos.
Releio as cartas, as fotos,
Seu sorriso ainda vivo dentro de mim,
Assim vou vivendo a tarde,
Enquanto a chuva cai.
Ivan
Poemeus Verteus ®
Direitos Reservados Morena PaixãoSeus cabelos escuros se confundem
com a noite,que vem chegando
seu sorriso é a fonte de minha alegria
e faz com que me sinta forte,
sim cada dia mais forte, acho até
que se você parar de sorrir,
eu morro.
Te abraçar bem apertado e
beijar-lhe ardentemente,
lamber suas orelhas e te dizer
coisas excitantes,
enquanto minhas mãos
descobrem seu corpo,
cada pedacinho, parte por parte,
enquanto nossas pernas se enroscam
feito cobras se amando.
Ah! e sua pele, que cor linda,
adoro ver seu corpo,
lembro da flor mais bela
que existe neste jardim,
o que faz sentir o seu cheiro,
que me excita.
Ivan
Poemeus Verteus ®
Direitos Reservados A Videira e o FrioO frio que congela, vento que não dá trégua,
O mesmo vento que desarruma seus cabelos
Este frio que açoita é o mesmo frio,
Que na videira faz surgir os primeiros brotos,
Brotos que darão uvas suculentas, apetitosas,
Delas virão o vinho que suavemente
seus lábios irão tocar e sorver
deixando-te entorpecida.
E eu distante com desejo e prazer,
Não me contendo esmago a uva em meus dentes.
Ivan
Poemeus Verteus ®
Direitos Reservados biografia:
Ivan Dilson Schmidt, codinome: Poemeus Verteus.
Nascido em 25 de Fevereiro de 1961, na cidade de Novo Hamburgo, no estado do Rio Grande do Sul.
Começou a escrever seus poemas no ano de 1985, não tem nenhum livro publicado.
Possui um site onde expõe sua obra:
www.poemeus.com
poemeus@gmail.com