Diálogo entre o amor e a dor...É hora de partir...Porque vai?Não é preciso que você vá...Mas é necessário!Quero que fique...Eu também adoraria, mas...Estou indo.Puxa não queria que fosse...Mas é imperativo que eu vá, e já!Já não posso aqui estar...Já não devo ficar!Afinal agora é teu lugar...Já não sou mais necessário...Não há mais adversário!Se ficar, serei hilário!Mas eu ...
Diálogo entre o amor e a dor...É hora de partir...
Porque vai?
Não é preciso que você vá...
Mas é necessário!
Quero que fique...
Eu também adoraria, mas...
Estou indo.
Puxa não queria que fosse...
Mas é imperativo que eu vá, e já!
Já não posso aqui estar...
Já não devo ficar!
Afinal agora é teu lugar...
Já não sou mais necessário...
Não há mais adversário!
Se ficar, serei hilário!
Mas eu não gostaria que você tivesse de ir...
Posso ir contigo?
Sabes que não!
Porque tens de ir?
Tu sabes...
Queria que ficasse, e não tivesse de ir!
E aqui pudesse ouvir, sorrir, sentir...
É contigo o meu ser...
Não! precisas dele, não levarei o teu ser...
A mim de nada serviria.
Quem sabe se...
Não! Vou ficar!
Mas não aqui, não mais...
Já vou!
Não gosto da cor do mundo quando vais!
Que pena são tuas estas cores!
De tua paleta cada uma delas.
Fique me dê novas cores...
Sabes que não podemos,
Se o fizer deixas de existir, e não quero isso!
Não saberia quem sou sem que existas.
Ando agora para que nos vejamos aqui ou onde minha próxima morada advir!
Mas é certo que nos veremos!
Não gosto de te despedir.
Mas sabes que deve!
Se não me despedires como nos veremos novamente?
Despeça-te, anda!
Apenas um aceno, e estará feito!
Até a vista, AMOR!
Boa estada para ti! DOR
E até a próxima dona DOR!
Cuidarei bem de tua próxima morada!
Como sempre faço...
Adeus AMOR!
Boa estada, Dona DOR!
Flerte em Mi MAIORVejo os olhos da vida...
Hoje ela esta com olhos de Capitú.
Olhos de ressaca.
O grande porre, enorme, forte, vivo!
Graças ao Bom Deus não será o ultimo...
Espere. Ainda não abri os olhos.
Mas já vejo os dela!
Olhos de ressaca!
Sentada a diante, vestes a se compor!
Corpo quase desnudo.
Alguém diga a essa senhora de meia idade, Dona vida!
Que não é de bom tratar que ela se porte assim!
Já disseram! Ela respondeu: Vão ter com as cigarras! Ratos de cais!
Nossa afiada a língua e o tratar da jovem senhora!
Mas dirigi-se assim aos outros não a mim!
Sempre a tive em mais alta conta, porque a mim dirimir?
Hoje ela se apresenta como um jovem senhora.
No vigor da idade.
Carnes lindas e ofegantes!
Almeja saciar seus instintos...
Do que se sacia a vida?
Já olhei pra ela antes, e não era essa jovem senhora, era um bárbaro de dois metros e meio de altura!
Um grito tão forte que vibravam minhas vistas!
Intimidei-a com mais inocência de não temê-lo do que de qualquer outro mérito.
A outra vista se tornou um feitor, daqueles a cavalo sempre a espreitar qualquer lida fora do campo.
Libertei-me...
Às custas de bem menos do que a morte do tal bárbaro.
Então ela se achegou como uma jovem senhora, linda!
Ainda em brilho de suas virtudes de mulher!
Flertei com ela!
Desejei-a no primeiro segundo!
E ainda ela me trata como a um restolho de poucos cobres.
Ainda a vejo em formas virtuosas! Desejo-a
Um fio forte e vivo de esperança ainda me acerca!
De onde essa moça já quase senhora se torne, um linda e doce mulher...
Que saiba ler e escrever a diretriz de sua intenção, apenas no olhar!
Que sinta a dor e o olhar dos passantes pelo falar!
Que possa somar aos desvalidos de força, a esperança que a recuperem!
Aos fracos de mente um coração de aço para se valerem de sua lança, a coragem!
Aos apaixonados um coração digno de suas odes...
E então que ela se sacie de viver...
Sim é de viver dos passantes que ela se nutre!
Pois linda mulher, não te tornes o que a jovem senhora tem no olhar!
Torna-te ao estado de meus desejos...
Ali terei banquetes de teus manjares mais desejados!
Levarei-te ao deleite, único e sincero de ser teu eu desejado...
Pois em teus olhos não mais habitará Capitu!
Nem olhares de meretriz.
Mas apenas um firma e meigo fitar, típico dos que ao mundo desejam conhecer!
Toma-me, vida minha!
Ser teu me agrada, afaga, embriaga...
Cantarei a ti odes em Mi maior.
Toma-me...
Cortesia da vidaLinda a ceia da vida!
Nobres e justos seus anseios...
Confrontam o mínimo
Do meu eu tão cínico
Brinda ao que sabe do Amor
Em uma mesa sem fixos lugares,
Muitos andares
Todos os manjares
Que testam e enlouquecem aos olhares
Aguçam a e torturam os mais vis apetites
Nela todos tem requintes
E seus acintes
Todos têm posição,
Mas nem todos, satisfação.
Dela se fartam com o melhor e o pior
Do ouro e da prata
Do belo e do feio
Do que eu amo e do que eu odeio
Do que te ama e do que te odeia
Mas nada a contragosto, Dor
apenas se em outros pratos,
que não os teus, pousarem teu olhar!
Perversa? Não!
Se de aparência má,
Ouse e verás, quanto mais repulsa
Maior sabor ela te dará!
Se menos lhe pedir,
Mais contente ela há de te sentir
E se ainda assim tu, contra ela te levantares
Em outra cadeira poderá procurar
Os teus tão desejados manjares
Mas vá ciente de que, de ti!
Ela se ressente
E em tua taça terás, assim
Muito e tudo de ruim
Essa é a ceia da vida
Mantida, sentida, vivida!
Dá aos bons e maus
O igual
Celebra aos vivos e certos
Mal trata aos famintos e néscios
E tudo que dela sai
Em tudo que com ela vai
Tem na sua essência
A alma da humana existência
Senta-te e se dê por contente
Pois, és dela cria
O que recebes
O que dela bebes
Fazem de ti apenas uma rês
Então sejas cortês!
E sorria!
Pois teu eu é da vida
apenas uma cortesia
Biografía:
Claudio Lisias Targinobiografia:
-homem,
-solteiro,
-brasileiro;
-químico;
-poeta;
-apaixonado por um anjo de lindos olhos azuis;
-inspirado pelo mundo e suas dores;
-coloca nas brancas faces da virtualia o que suas veias sentem no sangue;
Vendetta por Vendetta
claudio_bsb@ibest.com.br