AmazôniaQuando o bicho não é da sedauma rede é tecida na florestao vento passa junto com o orvalhoo círculo não se fecha...o veneno é solução de laboratórioengarrafado que nem sacitodo dente de cobra tem um rótuloo sapo que mata engole os mistérioso chefe é o homem da matae a natureza retira e deixa o extratodecomposição vira colher destiladae as sílfides na leveza do arespiam pelo ...
AmazôniaQuando o bicho não é da seda
uma rede é tecida na floresta
o vento passa junto com o orvalho
o círculo não se fecha...
o veneno é solução de laboratório
engarrafado que nem saci
todo dente de cobra tem um rótulo
o sapo que mata engole os mistérios
o chefe é o homem da mata
e a natureza retira e deixa o extrato
decomposição vira colher destilada
e as sílfides na leveza do ar
espiam pelo funil o labor do planalto.
Claudia Almeida CondorQue o amor plane
Dos Alpes aos Andes
Águias e santuários em pane
De lado na árvore seus cantos
Histórias de Davos
Ângulos na mente
No bruxo de Machu Picchu
Superar o futuro das fotos
Esperta manobra selvagem
Armadilhas de roteiros
No destino da aurora
Completar os olhos
Luz, sombra, cor
É possível a viagem no ar?
Por mais que queiram
Pequenos pássaros
Cativeiros
Crescem e viram Condor.
Claudia Almeida Córrego das LetrasDebruçada em poesias
Entrego meus pensamentos
Poderia ser um varal de roupa
Penduradas, estendidas
Cândidas, encharcadas
Num leito de um rio
Primitivas pelo córrego
A espera de um viajante a ler
Como um barquinho de papel
Elas se foram, como frota amada
Em cada canal...
Deixaram de ser barquinho
Colocadas ao sol pra secar
Pra quem sabe predizer
Mañana no estaré en casa,
O horizonte há de abraçá-las.
Claudia Almeidabiografia:
Claudia Almeida, nascida em Niterói-RJ em 1962, onde reside no momento.
Como educadora e poeta autodidata, necessito, a vontade em escrever o agora.
Para todos os cidadãos, aos que não tem informação, aos que pensam e refletem em possibilidades e expansão da nossa Humanidade e Alma!
claudiaalmadepoeta@gmail.com