LivroFolheando vão passando imagensLeitura criando formas Projetando no ar imaginaçõesA vida toda ali aos olhosÉpocas em páginasEspinhos e lírios nos caminhosRedemoinhos de paixõesOh! Quantas ilusões.Trechos ignoradosEscritos sem menor sentidoParte de um todoNem tudo são flores...Personagem principal Misto de vilão e heróiTema do enredoÀs vezes confundeCaminho sem rumo céu ao fundoHis ...
LivroFolheando vão passando imagens
Leitura criando formas
Projetando no ar imaginações
A vida toda ali aos olhos
Épocas em páginas
Espinhos e lírios nos caminhos
Redemoinhos de paixões
Oh! Quantas ilusões.
Trechos ignorados
Escritos sem menor sentido
Parte de um todo
Nem tudo são flores...
Personagem principal
Misto de vilão e herói
Tema do enredo
Às vezes confunde
Caminho sem rumo céu ao fundo
História avança imprevisível
Cansada a vista adormece
Na mente se passa o mundo
Livro fechado capa ferrugem
Em letras maiúsculas
Passado presente sem futuro
Best-seller espalhado no escuro.
OutonoAquela brisa soa cheia de lembranças
Os pensamentos em suas ondas se vão
Colheita de tempos encravados na memória
Eufóricos e belos momentos da historia
No rosto rugas marcam a pele
Antecede a velhice que chega bem recebida
Ao cair das flores que marcam o outono
Desfolham páginas da minha vida
Pressagiando lá no alto do sombreiro
Bem-te-vi salda nova estação
Insistente gorjear sibila no ar
A poesia reveladora nas asas da emoção.
Pairam no ar palavras em versos
Ventos agora revoltos tangem pra longe
Redemoinhos de folhas fazem piruetas
Na poeira do tempo foi-se o verão.
VigíliaJá não durmo, mais que mundo!
Pelo menos o meu derreteu
Madrugada em desuso
Meu grito sem eco
De volta bate à porta
Interessante! Tantos acontecimentos
Invisíveis não respondem
Nada em vista
Lá fora a brisa indiferente
Passa toda contente
Lua mingua intrigante
Logo se esconde
Nuvem passageira
A vida besta
Debruça na janela sem eira nem beira.
BIOGRAFIA:
Jailson Marques de Oliveira [Jamaveira]Gerente Administrativo, natural de João Pessoa onde nasceu em 1954 e reside.
Desde jovem sentiu o prazer pelas letras escrevendo poesias, satisfação que o acompanhou sempre. Mas só em 1996 decidiu expor seus trabalhos. Participando, então, de alguns concursos literários, tais como, Iº Concurso de Poesia da Biblioteca do CAAP - Editora Imprell Ltda. PB. 1996 - com os poemas: Ídolo Maior e Descaminhos, publicados na Antologia Fragmentos Poéticos.
20º Antologia: Poetas Brasileiros Contemporâneos - CBJE Rio de Janeiro 2005 com a poesia: Horrível.
26º Antologia de Poetes Brasileiros Contemporâneos CBJE Rio de Janeiro 2006 com a poesia: Paraíso.
Jailson é poeta publicado no Panorama Literário Brasileiro 20/05/2006 'As 100 Melhores Poesias de 2005' - BrLetras/CBJE 12/2005 - Poema: Horrível - Jailson teve, também, o seu poema 'Brutal' selecionado para a edição 2006 do Livro de Ouro da Poesia Brasileira BrLetras/CBJE - Maio 2006.
Antologia Poética - Os donos da vida - CBJE Rio de Janeiro RJ. 2006 - Poesia classificada: 'Sem roupa'
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