O QUE É O AMOR SE NÃO FOR O OLHAR UM SIMPLES APERTO DE MÃO SE NÃO FOR O CANTAR DA MAIS BELA CANÇÃO O AMOR É ISTO TUDO E AO MESMO TEMPO NÃO É NADA O AMOR É O CALOR DO MUNDO MAIS TAMBÉM É O FRIO DA MADRUGADA ELE NÃO AVISA A HORA QUE VAI CHEGAR ELE É MESMO SEMPREVISÃO O AMOR FAZ O INSENSÍVEL CHORAR ELE TRANSFORMA O CORAÇÃO O AMOR NÃO É SÓ ESTAS LINHAS O AMOR NÃO É CEGO O AMOR ...
O QUE É O AMOR SE NÃO FOR O OLHAR UM SIMPLES APERTO DE MÃO
SE NÃO FOR O CANTAR
DA MAIS BELA CANÇÃO
O AMOR É ISTO TUDO
E AO MESMO TEMPO NÃO É NADA
O AMOR É O CALOR DO MUNDO
MAIS TAMBÉM É O FRIO DA MADRUGADA
ELE NÃO AVISA A HORA QUE VAI CHEGAR
ELE É MESMO SEMPREVISÃO
O AMOR FAZ O INSENSÍVEL CHORAR
ELE TRANSFORMA O CORAÇÃO
O AMOR NÃO É SÓ ESTAS LINHAS
O AMOR NÃO É CEGO
O AMOR É AS MINHAS POESIAS
QUE PARA VOCÊ EU ENTREGO.
Celso EduardoQuem é aquele menino perambulando? Será que o governo estar olhando?
Que em suas mãos a um saco de cola de sapateiro,
Este é o seu passaporte para um mundo passageiro
Tentando esquecer da fome e do frio
Sua mãe trabalhando, seu pai nunca o viu.
A sua casa é a marquise e o jornal o corbetor,
Pois a sociedade as portas fechou.
A única porta aberta é da marginalidade.
Este é o verdadeiro espelho de minha cidade.
Que entrega nas mãos dele ao eiveis de uma caneta
38 pistola até mesmo uma escopeta.
E diz para ele que isto é a saída
Seqüestros, estupros, assaltos isto não é vida.
A policia atraz e ele matando inocente.
Meu DEUS! Será que os nossos governantes não sentem?
Vergonha de forma criminosos.
Os formando são as classes baixa e os professores os poderosos
Pois vivemos em dois mundo, o que dominado.
Senhor isto tudo estar errado.
Porque criança tem que saber ler e escrever,
E não armar e desarmar uma PT
Pois o que eu quero é ver o menino com um livro
Mas olho para a realidade e o meu desejo quebra como um caco de vidro.
Celso EduardoMuitas vezes sou inabalável Outras vezes me estremeço
Muitas vezes sou notável
Outras vezes de mim esqueço
Muitas vezes sou dor
Outras vezes sou paixão
Muitas vezes sou amor
Outras vezes sou ilusão
Muitas vezes sou tudo
Outras vezes sou nada
Muitas vezes sou seu mundo
Outras vezes sou um parte não contada.
Muitas vezes tenho carinho
Outras vezes sou humilhado
Muitas vezes me sinto sozinho
Outras vezes sou amado
Muitas vezes me alegro
Outras vezes me entristeço
Muitas vezes me entrego
Outras vezes enlouqueço
Muitas vezes te quero
Outra vezes te aborreço
Muitas vezes eu erro
Poucas vezes reconheço
Muitas vezes tenho certeza
Outras vezes falte-me convicção
Muitas vezes temo que me esqueça
E mais uma vez te peço perdão
Por final, muitas vezes é aquilo que estar escrito.
Outras vezes a coisa que não revelei...
Muitas vezes termino com isto
Com a certeza que para sempre te amarei.
Celso Eduardobiografia:
Celso Eduardo da Silva, nascido á 16 de março de 1982 é Poeta, Escritor, Contista, Músico, Atleta da Seleção Baiana de Beach Soccer, é Diretor de Relações Publicas do Conselho de Segurança Publica, é formado em computação, Presidente Nacional do Conselho fiscal do Projeto Internacional Mus-e Brasil, Diretor Finaceiro do Instituto Cultural Esnegro, Auxiliar de Escritório, Membro Efetivo da Academia Literária e praticante de Artes Marciais. O Poeta é autor dos seguintes livros: Os primeiros versos de minh'alma, Meu primeiro amor em prosa e verso, Vendo a vida por outros ângulos. O Autor tem a sua obra inspirada em grandes mestres da nossa literatura como Antonio Frederico de Castro Alves, Gregório de Mattos Guerra e no Poeta e Escritor contemporâneo Jailson Santos o qual o mesmo o considera o seu Mestre. A obra do Poeta Celso Eduardo é impregnada de um lirismo que envolve o leitor de repente... e suas poesias satíricas levam o leitor a refletir sobre a nossa realidade atual. O Poeta participou da coletânea do Movimento Cultural Artpoesia e por diversas vezes foi contemplado nos concursos literários da Litteris Editora. Atualmente o Poeta encontra-se em intensa produção literárias e marcial e desenvolve várias atividades voltadas para literatura
celsossa@hotmail.com