*O Poder da Palavra * É à força de expressão sem igualEstá na mão escrita em extensãoNa mente que cria em comunhãoDifusão em lavras lavoura universal Dei-te a palavra sem receioUsa-a com direito e liberdadeSaber usá-la como prioridadeÉ um dever, um direito sem rodeio. Brota da alma sonho ou irrealMesmo na linguagem das m& ...
*O Poder da Palavra *
É à força de expressão sem igual Está na mão escrita em extensão Na mente que cria em comunhão Difusão em lavras lavoura universal
Dei-te a palavra sem receio Usa-a com direito e liberdade Saber usá-la como prioridade É um dever, um direito sem rodeio.
Brota da alma sonho ou irreal Mesmo na linguagem das mãos Tem ela o poder da comunicação Perdoa odeia ama com o mesmo ideal
Como contê-la se dela sou cativa Uso abuso é domínio e me domina Centenas desperdiçadas são ferinas Quando bem postadas me fascina
No livro no jornal na platéia que anima No intelectual no desprovido que é sina Na boca do poeta no orador da esquina No conquistador é a força que o domina
Seja a palavra no campo de batalha O eco que espalha sobre a terra O domínio, o corte sem navalha Do caos que balouça incauta guerra
Faço da palavra meu sustento O adubo que fertiliza a mente O poder que ao vento é contento Na divulgação da arte meu alento
O Amor e a Arte
Na arte meu coração se embevece Cria na tela a imagem ao longe Como se o estático que desfalece Fosse miragem não realidade fonte
Os artistas na arte que representa Entregam-se na criação vida plena Sofre, ama, odeia, sofre a lenda Volta à realidade encontra-se na cena
A arte de poetar mesmo fingindo a dor Desenhado nas fartas palavras o amor Dissimulando o sofrimento na desventura Requer uma gota do sentir na árdua ventura
Amor e arte caminham de mãos dadas Um sente outro representa a caminhada
Nas Águas Cristalinas
Nas águas claras, cristalinas mirei... O Olhar revelava a limpidez da alma Nos raios luminosos da pupila indaguei Aonde encontrar outro olhar que acalma!
No pecúlio que o tempo é provedor Acúmulo de previsões e conquistas O amor é primogênito distensor É prioridade, campo vasto protetor:
É como uma fonte d’água estagnada Límpida, clara, eterna infinita iluminda Porém impureza se a ela destinada Esfacela-se, se fragmenta anuviada
Debruço-me aqui nesta contemplação Coração clamando pelo teu olhar Que chegue aqui com a mesma emoção A mesma claridade o mesmo palpitar
Lá vi o mundo das glórias em conflitos A degradação do planeta reinando A lágrima da terra sufocando aos gritos Muitos corações silenciosos clamando
BIOGRAFIA: Sonia Nogueira Moro em Fortaleza, Brasil, graduada em História, Estudos Sociais, pós-graduada [especialização] em Planejamento Educacional. Tenho a arte literária como a fonte da sabedoria, da palavra que alimenta sacia, engrandece ou aniquila com a força do seu poder Universal. Sou educadora e acredito na Educação como a fonte sustentáculo dos lares, adubando a semente que germinará em cada etapa própria ao seu desenvolvimento.