FELIZ ANO NOVO!Quando tudo parecia novo!A aurora desperta varosamente.Pouco a pouco o dia desnuda a sua intenção de ser.Quando tudo parecia novo!A vontade prioriza sobre todos os argumentos sobejamente sistematizados e pensados outrora.Os olhos deslizam em uma paisagem surrealista.Será?A vaga sensação de algo estranho começa a tomar conta da cena esperada.Como?Nota-se que o novo é velho;O v ...
FELIZ ANO NOVO!Quando tudo parecia novo!
A aurora desperta varosamente.
Pouco a pouco o dia desnuda a sua intenção de ser.
Quando tudo parecia novo!
A vontade prioriza sobre todos os argumentos sobejamente sistematizados e pensados outrora.
Os olhos deslizam em uma paisagem surrealista.
Será?
A vaga sensação de algo estranho começa a tomar conta da cena esperada.
Como?
Nota-se que o novo é velho;
O velho é o novo.
Expectativas.
Amores.
Projetos.
Elementos que circundam tal espanto.
Quando tudo parecia novo!
Ficção;
Talvez ilusão!
Ano Novo - vida nova!
Feliz ano velho!
Ops!
Feliz ano novo!
FASES.As linhas no horizonte marcam a passagem de uma árdua história.
São picos que reluz encobrindo a paisagem translúcida da infinidade real.
Quiçá, obra de um único tablado, ou ser que capitula o enredo memorial deslizando ao ponto de apoio.
Montanhas.
Sons.
São adormecidos e deixados para trás.
As lembranças refrescam o semblante tórrido de uma jornada vencida pela coragem.
A viagem continua.
Trilha por um mergulho relativamente temporal que algumas vezes é a emersão do show da espera válida.
Pegadas singelas ainda demarcam grandes conquistas, e o suor brota da face lúcida e úmida espantando a ingerência da inexistência do saber.
Caminhos percorridos que ainda hão de percorrer.
ENIGMA.Por debaixo da pele surge uma enorme cicatriz.
Silhuetas são enfeites de uma suntuosa estatura.
Os sentimentos são soberbos quando a vontade chora.
O susto conta a reação.
Contudo restam momentos de exatidão.
A dor ainda sangra;
O corpo ensaia movimentos estáticos.
O vento sopra ritmado a espera de um sinal.
Em tempos a brisa sombria e velejante envolve o véu transparente da mina incandescente.
O manto satiriza o sol que brilha transmitindo o calor fumegante da serenidade vetorial.
O esconderijo é decifrável, porém, de difício acesso.
biografia:
Gisele Gutierrez OliveiraPedagoga e advogada, membro da comissão de direitos humanos da OAB de Mato Grosso do Sul.
giselegutierrezadv@gmail.com