Há uma saudade...Há uma saudade que acompanha,bate no peito apetecida faz inquieta a nossa lida,apesar de uma existência bem vivida.A gente sente uma nostalgia infinda,que nos segue pela nossa vida embora exista uma alma enobrecida, que manda flores na despedida.Nesta sinfonia que a musa inspira,com sonoridade refinada,ressoa a música da etérea esfera.E, com afeto verdadeiro,que pulsa na huma ...
Há uma saudade...Há uma saudade que acompanha,
bate no peito apetecida
faz inquieta a nossa lida,
apesar de uma existência bem vivida.
A gente sente uma nostalgia infinda,
que nos segue pela nossa vida
embora exista uma alma enobrecida,
que manda flores na despedida.
Nesta sinfonia que a musa inspira,
com sonoridade refinada,
ressoa a música da etérea esfera.
E, com afeto verdadeiro,
que pulsa na humana lira,
manda o poeta amor ao mundo inteiro.
[Antologia Literária da SPVA/RN, 2003] Mulher dos meus sonhosMulher dos meus sonhos! Oh! Flor de açucena,
Que faz a existência ter graça e beleza ,
Que faz a vida se ornar de riqueza,
Cenário lindo onde o amor ilumina a cena
Excelsa! Êxtase de meus devaneios,
Frenesi dos meus ardentes desejos,
A Felicidade torna apetecida
Com a sua divina presença, querida!
Primavera, jóia rara, eterna alegria,
A minha santa se chama Maria!
Luz que acalenta e ilumina os meus cálidos dias.
Quando, ainda, em meus verdes anos, eu te encontrei, linda!
Menina moça, elegantemente bela,
Era uma divindade, uma verdadeira pérola!
[Antologia Literária da SPVA/RN, 2005] JUVENTUDEJuventude aurora da humanidade,
Primavera da vida, esperança do mundo,
Flor da existência, símbolo da liberdade,
Pátria do ideal, sonho sagrado.
Idade em que o cupido é divinizado,
No sacrossanto coração flamejante,
Que pulsa forte no peito ardente,
De cada jovem exultante, apaixonado.
O amor a cada instante é cantado,
Glorificado, encantado, eternizado,
Emocionado, felicitado, imortalizado.
Mocidade, templo que Deus habita,
E enche de luz os caminhos dos homens,
Universo de graça e felicidade, onde a vida se agiganta.
[Antologia Literária da SPVA/RN, 2007] biografia:
Francisco de Paula Pinto, natural de Alexandria – RN, nasceu em 25 de maio de 1941. escritor, poeta, advogado. Lançou, juntamente com amigos no Rio de Janeiro, em 1975, “Os deuses vivem no inferno”. Em 1984, editou “Iniciação à História do Município de Tenente Ananias – RN” e, em 2002, lançou “Asas da inspiração, asas da criação” para o público brasileiro. Participou da 3ª, 4ª e 5ª Antologia Literária da SPVA/RN, respectivamente, 2003, 2005 e 2007.
franciscodepaulapinto@yahoo.com.br