Poemetoesqueléticoo destinose escondedentroduma revista– ipsis litteris –em buscade uma melhorformaem seu dialetode desatinos.***Poemeto IICorpo e alma enfermos enquanto as mãos inocentes retocam o último alinhavar de um poema***Poemeto IIIUm sorriso se estende pela faceaniquilando a imprecisão de seus versos.Anoitece no coração do poeta e o qu ...
Poemeto
esquelético o destino se esconde dentro duma revista – ipsis litteris – em busca de uma melhor forma em seu dialeto de desatinos.
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Poemeto II
Corpo e alma enfermos enquanto as mãos inocentes retocam o último alinhavar de um poema
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Poemeto III
Um sorriso se estende pela face aniquilando a imprecisão de seus versos.
Anoitece no coração do poeta e o que era verbo se torna simples silêncio na perfeição do estilete a escrever poemas em seu peito.
biografia:
Flávio Otávio Ferreira nasceu em 20 de outubro de 1980, belavistense nato, apesar de ter nascido em João Monlevade [diga-se de passagem, Hospital Margarida], Minas Gerais. É Acadêmico do Curso de Letras pelo Centro Universitário de Araxá, possui poesias publicadas em vários livros-antologias sendo eles: “Grandes Escritores de Minas Gerais – vol. III”,”Talentos de um Novo Tempo”, “Palavras Além do Tempo”, “Amor para Sempre Presente”, “Anuário dos Escritores 2003”, “Poetas Brasileiros 2003”, “Poesia ao Alcance de Todos”, “Livro Diário do Escritor 2007” - publicados pela Litteris Editora do Rio de Janeiro. E ainda, “Poesia de Bolso – vol. 5” publicado pelo Clube dos Escritores de Ipatinga e “Corpo e Alma em Verso e Prosa – Coletânea de Autores Blogueiros” pela Gass Editora, organização de Euza Noronha. Participou em 2004 da 18ª Bienal Internacional do Livro da cidade de São Paulo no lançamento do Livro-antologia “Poesia ao Alcance de Todos” no Estande da Litteris Editora. Em 2005 lançou seu livro de estréia, “Cata-ventos, o destino de uma Poesia”, em tarde de autógrafos realizada na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Livro publicado pelo selo Kroart/Litteris Editora do Rio de Janeiro. Em Agosto de 2007, foi contemplado com a segunda colocação no I Prêmio Solar de Literatura – João Monlevade 43 Anos com o texto: “Poema Insano”.