A PALAVRAA palavra inaudita, morre nos lábios!como um pensamentoque nunca existiu, é como uma florà beira de um abismo,que nuca se abriu.AO POETAPoeta! em cada verso!tens o perfume da poesia...como invólucro da alma,a música sublime da imortalidade.Poeta! foste na vidao menestrel da liberdade...um pássaro que cantou o amordepois vôou para a eternidade.REFLEXÃOCismo ao poente!como um asceta ...
A PALAVRA A palavra inaudita, morre nos lábios! como um pensamento que nunca existiu, é como uma flor à beira de um abismo, que nuca se abriu.
AO POETA Poeta! em cada verso! tens o perfume da poesia... como invólucro da alma, a música sublime da imortalidade. Poeta! foste na vida o menestrel da liberdade... um pássaro que cantou o amor depois vôou para a eternidade.
REFLEXÃO Cismo ao poente! como um asceta, sentado num alpendre faço minhas elocubrações busco nas profundezas... a razão da existência, perco-me em devaneios, ao final encontro na simplicidade do amor... a razão de meu viver.
biografia:
Luiz Paulo Flores, é Advogado, Teólogo, Poeta, Escritor, Pós-Graduando em Ciências Sociais, Acadêmico de Filosofia, Técnico em Contabilidade, recebeu a Láurea Literária Stella Brasiliense, em Brasília, foi premiado em vários concursos literários. escreve poesias, contos e crônicas desde os 12 anos de idade.