1] Minha VerdadeNice AranhaQue peça atrozMe pregou a vida.Sem eco a voz,Da alegria finda!Mofa estradeira,Cravejando a alma.Vertendo sangue,Padecendo sonhos...Assim chorei,Até secar as lágrimas.Findar as dores,E velar feridas!Pesar somente,E se vingar vivaz.Lastimar contente,O que se tem ausente.Acreditar presente,Ósculos ardentes.Enquanto, no peito vive,A mais verdadeira mágoa!2] Meu InteiroN ...
1] Minha VerdadeNice AranhaQue peça atroz
Me pregou a vida.
Sem eco a voz,
Da alegria finda!
Mofa estradeira,
Cravejando a alma.
Vertendo sangue,
Padecendo sonhos...
Assim chorei,
Até secar as lágrimas.
Findar as dores,
E velar feridas!
Pesar somente,
E se vingar vivaz.
Lastimar contente,
O que se tem ausente.
Acreditar presente,
Ósculos ardentes.
Enquanto, no peito vive,
A mais verdadeira mágoa!
2] Meu InteiroNice Aranha Ainda que pese sobre os meus ombros,
Vividos anos, é o futuro, sem
Quaisquer dúvidas, ou mesmo assombros,
Que reluz tão próspero, me faz bem.
O agora, se faz tão nosso, também,
No presente e presente se dando,
Realiza a magia, me faz tua refém,
E no infinito entregue, amando.
Somos o melhor que de nós, se extraí,
Porque juntos, nós somos inteiros,
E juntos, somos, mais que perfeitos.
Somos a expressão viva, maior que vai,
Agigantando, nos anos todos,
O amor que dá, recebe. Amados!
3] Magia EternaNice AranhaDos sonhos, eu renasci,
Nas fantasias eu amei.
E alegria também senti,
Inteira me fiz e entreguei.
Fui sim, muito sincera.
E se realidade, fosse,
Eterna...Quem me dera!
Mas era apenas pose.
Maravilhosa é a foto,
Do passado que encantou.
Felicidade é meu voto,
Para quem me conquistou!
Eu sei, sei que nunca vou,
Esquecer o que foi bom.
Como sei que nunca vou,
Esquecer teu doce tom.
Fui sim, muito sincera.
E de realidade, feita.
Eterna...Quem me dera!
Ser do teu amor eleita!
4] Soneto da MadrugadaNice AranhaEnquanto passam horas, aceleradas,
Vigiando os sonhos, e também verdade,
Voam, por entre noites frias e estreladas,
As almas puras, abençoadas. Saudade.
A dor que bate forte, dentro do peito,
Levando para longe, toda maldade,
Deixa ansiedade, que toca, não tem jeito,
Por ser lá dentro, cinzel sinceridade.
Varrendo todas lágrimas, que em outrora,
Escorriam soltas, sim, pelos nossos rostos,
Pela tristeza, toda, que não é de agora,
Mas que cedo se rende, poder que aflora,
E ser o amor que emerge. Estamos nós, apostos,
Para nos prestar, o amor, viver afora!
5] Súplica de AmorNice AranhaÓ meu amado, onde andas, que eu não te vejo,
E se quando chega a noite eu adormeço,
Desejando o sentir que eu não sobejo,
Mas que em meu leito, te quero e mereço.
Ó meu amado, sei que tu, me procuras,
E tens; tens por mim, muito mais que apreço,
Me encontras em tuas insanas loucuras,
Devaneios que eu sorvo em breve lampejo.
E na esperança de sentir teus olhos ,
Sobre meu corpo pesar, eu te rogo,
Venhas, não tardes demais, venha logo.
Quero num mesmo compasso o epílogo,
Ser apenas o marco dos inícios,
Princípios tantos, deste amor, em vícios!
Biografía:
Nice AranhaBacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas [1992], cursou o Magistério no Instituto Educacional Ave Maria, anteriormente estudou no Instituto Educacional Imaculada onde realizou o ensino básico e médio. Realizou diversos cursos nas áreas de atuação, inclusive em filosofia à nível de pós-graduação. Desenvolveu sua carreira profissional em empresas públicas e privadas, de pequeno, médio e grande porte, nas áreas jurídica [contenciosa e preventiva], educacional e administrativa, atuando inclusive em trabalhos de nível Institucional.
Campinas -SP.
E.mail: nicearanha@hotmail.com