DEvorações Há amores meus... Dentro, envoltos nas cinzentas névoas da cidade de mim a arderem mudos, espasmódicos compulsivos de veias.DEvoraçõesa gritarem fumaça carbônica, a latejarem os corpos em Danças Rituais pós fim de modernidade Pós fim de tudo, que tudo soçobra. A alma a arrastar os corpos para unirem-se resolutos em cópula bruta nas trincas do concreto Ribemboando. Reverber ...
DEvorações Há amores meus... Dentro, envoltos
nas cinzentas névoas da cidade de mim
a arderem mudos, espasmódicos
compulsivos de veias.
DEvoraçõesa gritarem fumaça carbônica,
a latejarem os corpos em Danças
Rituais pós fim de modernidade
Pós fim de tudo, que tudo soçobra.
A alma a arrastar os corpos
para unirem-se resolutos
em cópula bruta nas trincas do concreto
Ribemboando. Reverberando
Recurvando arranha-para-céus .
DEvoraçõesEstalando estrelas
Penduricalhando delicados,
avessos à fúria barata,
Outra porcelana
Subtil Humana
No inquerido infindo Do céu
biografia: Nascí na cidade deSaõ Paulo no ano de 1975, sob o sucesso do mpério militar brasileiro.
Hoje, poeta, tenho alguns 'libretos' divulgados a partir deo ano de 1998:
LIBRETO DOCE: CLAVE DE SOL; PASSEIOS; POIÈSIS;COTIDIANAS e algumas outras obras que ainda pedem luz.
rubensaugustempoesia@hotmail.com