Versos sem a letra \' a \'Cismo,em um ir sem rumo,busco sem denodoo equilíbriosem ter comigo um prumo,sem ter com êle sofro.O porvir escuro consomeo querer interno.Por muito q\'eu me dome,escorrego num infinito inferno.Ínfimo, inócuo,é óbvio, estou sórefletindo um solilóquio.Entrementes perto,surge luz num proscênio,é por certo,o ...
Versos sem a letra \' a \'
Cismo,
em um ir sem rumo,
busco sem denodo
o equilíbrio
sem ter comigo um prumo,
sem ter com êle sofro.
O porvir escuro consome
o querer interno.
Por muito q\'eu me dome,
escorrego num infinito inferno.
Ínfimo, inócuo,
é óbvio, estou só
refletindo um solilóquio.
Entrementes perto,
surge luz num proscênio,
é por certo,
o florir do Terceiro Milênio.
DESVARIO
Por não saber viver
deixo que, a vida continue
mas, meu clamor por ser
sincero, vibra e argüi...
Clamor sutil e inefasto
gritando pelo melhor bem
que seja puro sem ser nefasto
como final de preçe: Amém!
Vou como irás,
aceitando tudo, sem contudo,
apesar de tudo, me irar.
Nebuloso céu, frio,
plúmbeo, cinzento...
É o começo do desvario.
ESPERANÇA
As cinzas do tempo
parecem que passam e ficam.
As cinzas do tempo
parecem que pacificam.
Além do amanhã
há uma estrada perdida
e sentado à beira,
me regojizo
pois,
ainda me resta a estrada.
biografia:
Nasceu em Vitória da Conquista/Bahia/Brasil no ano de l951. Desde muito cedo se interessou pela leitura e logo em seguida passou a escrever para os periódicos: Jornal de Conquista, O Sertanejo e o Jornal Equipe do qual foi redator.
Atualmente é Secretário Geral da Academia Serrana de Letras/V.da Conquista, membro efetivo da Academia Poçoense de Letras e Artes. Diretor de Poduções e Eventos da Sociarte [Sociedade Artística de Vitória da Conquista].
Publica seus trabalhos em vários sites literários.
anvisifi1@hotmail.com
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