INDECÊNCIA.A indecência fez a decadênciaNenhum império ou fortaleza sobreviveuFaleceram pela arrogânciaIntolerânciaNo mundo do ódioO ópio é o comandanteDe um exército fumeganteCom futuro incertoDecadenteNo mundo da pazO amor é o comandanteA tolerância mobiliza pessoas duranteAntes e depois do diálogo certoAlucinanteTalvez haja tempoPoderá haver alguma chanceO sentimento move o desejo ...
INDECÊNCIA.
A indecência fez a decadência Nenhum império ou fortaleza sobreviveu Faleceram pela arrogância Intolerância No mundo do ódio O ópio é o comandante De um exército fumegante Com futuro incerto Decadente No mundo da paz O amor é o comandante A tolerância mobiliza pessoas durante Antes e depois do diálogo certo Alucinante Talvez haja tempo Poderá haver alguma chance O sentimento move o desejo de ser limpo A escolha está ao alcance De quem queira mudar a indecência Dê o seu lance.
MOLEQUE.
Danado Moleque malvado Andas a mentir Persuadir Seu futuro é incerto Certo Algum dia irás se arrepender De venderOs pertences roubados Adulterados Da vida mudável Invejável Se fosse a realidade de sua vida Privada Dignidade Honestidade A escola vale menos Venenos A vender na rua Nua De verdade Felicidade Ah! Moleque danado! A nado Chegou em casa Sua mãe não mora mais na casa Seu pai deitou-se na calçada de casa Seu irmão não fica em casa Ah! Moleque danado! Cansado Apanha todo dia Da vadia No condomínio Não tem domínio De seus atos escrupulosos Valorosos Seria melhor E não pior Se tivesse os valores Dores Da arte da ingenuidade E a felicidade De morar na cidade Da dignidade.
NÃO ACREDITO.
Não acredito nas pessoas Que dizem fazer boas ações Sem nada quererem em troca As relações humanas Estão baseadas na troca E toda troca Precede-se ações
Não acredito na igualdade Só poderemos ser iguais Quando pudermos realizar Atos comuns aos mortais Sem para isso precisar Descrminar qualquer um Pelas idéias e vida social Que todos hão de levar
Não acredito Simplesmente não acredito Qualquer diferença Faz-se desacreditar
Não acredito num mundo melhor Sem resolver as injustiças comuns Não haverá realização De atos nos mundos Para dar início aos fins De toda forma indesejável Aos seres comuns
Não acredito Na possibilidade De com a idade Aumentarmos a prosperidade Sem considerar Qualquer existência humana Comum Igualitária e capacitada Para termos uma sociedade No Acre tenho Dito!
biografia:
Marcelo Torca: Escritor, Músico, Compositor. Tem lançado o CD Marcelo Torca, de música instrumental, dois livros eletrônicos pelo Portal CEN de poesias. Em livro impresso, participou de duas antologias, lançando poesia e prosa. É convicto da necessidade de mudar o mundo, semando a PAZ no mesmo, sendo um dos veículos a POESIA, não apenas falando ou escrevendo, mas a vivenciando.