DESENCONTROPasso meio escuso pelo teu silêncioDiante do teu olhar, uma verdade de amorQue a completude não me foi tão inocêncio,Magoada choras o meu desamor.A substância que alimenta o ódioÉ um resquício de um não entenderQue a folha é folha até ao chão se perder,E toda desventura é um inebriado ócio.As tuas lágrimas não me fizeram te amarNão tinham elas nenhum direitoQue em meu c ...
DESENCONTRO
Passo meio escuso pelo teu silêncio
Diante do teu olhar, uma verdade de amor
Que a completude não me foi tão inocêncio,
Magoada choras o meu desamor.
A substância que alimenta o ódio
É um resquício de um não entender
Que a folha é folha até ao chão se perder,
E toda desventura é um inebriado ócio.
As tuas lágrimas não me fizeram te amar
Não tinham elas nenhum direito
Que em meu coração viesse ocultar
O que o vento levara por satisfeito.
A dor da gente é só um hoje
É no amanhã que se abriga a felicidade.
ABELHA SILVESTRE
Eu não troco minhas palavras ditas
Por panacéia quase sempre mal escrita.
O mundo é feito de movimento e ambição
Escolhi as flores para serem minha ilusão.
E quando volto contido e absoluto,
Já revirei a fome com minhas mãos de plebeu,
Fui Juiz sem nenhuma pretensão,
E dei asas aos sonhos, quando nada era meu.
Nunca tive a intenção de ser mestre
Apenas um aprendiz a discordar de métricas
por isso vôo qual uma abelha silvestre
Desgarrando-me da colméia, por entender
Que a vida é aquilo que fazemos
Não aquilo que aprendemos.
A POESIA
A poesia é uma luz de bem fazejo
Que tão rapidamente reluz
Num instante de sensatez e transe
Entre o inconsequente e o pecado.
É o desejo que arrebata o silêncio da alma
Expurgando o belo a mostrar-se à vida,
desafiando a fúria e a calmaria da inconsequência
À mostrar que além de sedutora é envolvente.
Por isso o criador nos deu tão sabiamente
O sol, a lua, os rios, o mar ...
E tem gente que diz não gostar de poesia
Se o cantar dos pássaros e o sussurrar dos ventos
Existem para percebermos que tudo é pequeno
E que a vida é a maior de todas as poesias.
biografia:
Meu nome é Kolemar Rios. Escrevo desde aos 13 anos de idade. Minha poesia não se enquadra em qualquer escola literária, qualquer semelhança é pura coincidência. escrevo para mostrar que o sentimento é a maior de toda e qualquer escola existente. Sou bacharel em Ciências Contábeis, divido numeros com palavras. tenho 4 livros de poesias publicado, estou com um quinto pronto para ser lançado no mês de setembro deste ano. participo de vários movimentos que esteja voltado para a literatura. Ganhei vários concursos de poesias. Tenho trabalhos sociais envolvendo a literatura, principalmente nas periferias de minha cidade. Estou aqui porque acho uma grande oportunidade para divulgação e reconhecimento do meu trabalho.
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