QUEM É O HOMEM? No entender de alguns filósofosO homem é um animal social.Que detesta seus semelhantesIsso logo os torna anti-social. Esse comportamento socialEstá enraizado nas sociedades.Em todos os cantos do mundoMesmo nesse terceiro milênio. Mesmo nas sociedades mais antigasEssa saga de detestar seus irmãos.É mais violenta, mais sangrentaCom essa ...
QUEM É O HOMEM?
No entender de alguns filósofos O homem é um animal social. Que detesta seus semelhantes Isso logo os torna anti-social.
Esse comportamento social Está enraizado nas sociedades. Em todos os cantos do mundo Mesmo nesse terceiro milênio.
Mesmo nas sociedades mais antigas Essa saga de detestar seus irmãos. É mais violenta, mais sangrenta Com essas armas modernas.
Crianças nascendo nesse clima Seus brinquedos são armas. Que matam seus irmãos E daquelas mais modernas.
Buscar a PAZ nesse meio Do mal que está enraizado. Já é tarefa sem asseio Difícil de ser modificado.
São José/SC, 26 de junho de 2.007.
Dedico essa Poesia ao poeta Luis Arias Manzo, o maior batalhador, pela Paz mundial, paz entre irmãos, nesse movimento com os Poetas del Mundo, numa união fraterna, num só pedido em coro de todos os poetas no I º CONGRESSO MUNDIAL DE POETAS DEL MUNDO SERÁ EM NATAL - BRASIL
Mário Osny Rosa
A MORTE DE UM POETA
Mataram o poeta Depois fizeram a festa. Soltaram balão Queimaram rojão.
Que injusta satisfação Queimar logo um irmão. Que na luta pela cultura Deixando-o na loucura.
Com a morte do poeta Morre sua imaginação. Nada mais na vida resta No magoado coração.
Ele parou de lutar Quedou na sua bravura. Sua voz se calar Só resta sua amargura.
São José/SC, 20 de abril de 2.006.
LAGRIMAS DE UM POETA
Enredado em suas idéias Dando vida as matérias. Correm lagrimas sentida Do que ocorre na vida.
Lgrimas vão caindo O papel vai molhando. Continua chorando O tempo vai-se indo.
Escreve e reescreve Mostrando a sua verve. O canto da cotovia A sua dor alivia.
Lagrimas são de dor Bem como de alegria. Elas já nem tem cor No mundo da magia.
São José/SC, 20 de abril de 2.006.
MENINO DA TERRA
Menino muito sapeca Seria o menino Lukinha. Que nada na vida tinha Só vestia velha cueca.
Cheio de muitos mimos Na escola tem aprendido. Com todos os seus meninos Por ser bem evoluído.
Vive no frio e no calor Sempre de bom humor. Sendo rico, sendo pobre , Se porta como um nobre.
Tem a esperança de um dia De ser a grande alegria. Dessa imensa família Lutando numa olimpíada.
São José/SC, 13 de março de 2.006.
BIOGRAFIA DO AUTOR
Mário Osny Rosa nasceu em Don Luiza Município de Ituporanga, Santa Catarina em 1934. Concluiu o 3° ano primário na Escola Isolada Dona Luiza e o 4° ano no Grupo Escolar Santo Antônio em Ituporanga no ano de 1945. Até 1970 foi autodidata e estudou sozinho o curso eletrônica por correspondência. De 1970 a 1979 completou o Antigo Ginásio e o segundo grau no Supletivo. 0 prestou vestibular para a Faculdade de Ciências Contábeis da Fundação Educacional do Planalto Catarinense [FEPLAC] de Curitibanos, hoje Universidade do Contestado, concluindo em 1983, o Curso de Contador. Em 1984 prestou vestibular para Direito na Universidade Federal de Santa Catarina. Iniciou em agosto de 1984 colando grau em dezembro de 1989, especializando-se em Direito Tributário. Atuou na função de Técnico em Telecomunicações no Ministério das Comunicações de 1984 até maio 1998. De maio de 1998 a 2004, atuou como pesquisador e contador na Advocacia Geral da União em Florianópolis/SC.