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CICLONE IDAI SUAS LEMBRANCAS NA PATULEIA DA CIDADE DA BEIRA REGIAO CENTRO DE MOZAMBIQUE - 2019

Pelo nosso secretario nacional. Sale Gabriel Beninho *

MOZAMBIQUE-Maputo: Localização geográfica de Moçambique e cidade da Beira, local onde ocorreu lo fenómeno maligno do ciclone com maior magnitude o Ciclone IDAI. Moçambique é um país que se localiza na africa Austral a este do oceano indico, e limitado a norte pelo País Tanzânia e a nordeste pela Zâmbia, a oeste pelo Zimbabué, a sul pelo Africa de Sul e sueste pela Suazilândia.

É importante referir que as lagrimas do povo Moçambicanos estão sempre a jorrar como um leito de águas das ondas dom mar.

De referir que, o mar apos o ciclone Idai acompanhou a solidão nos corações das famílias que perderão seus ente querido, pais, mães, irmãos, tios e tias, avos deixando criança em situação de vulnerabilidade.


As lamentações são clamadas pelo mundo fora, ate o papa francisco deixa mensagem de compaixão pelas vítimas do ciclone.

Cidade da Beira localiza se no este da província de Sofala, e uma cidade que esta a beira da Costa do Oceano indico, com grandes potencialidades de recursos marítimos e pesqueiros, foi a cidade que mais sofreu os efeitos nefastos do ciclone Idai que assolou a cidade no dia 14 d marco de 2019.

É importante referi que o nível das aguas do mar estão mais acima do nível do espaço da terra pelo continente, razoes pela qual leva a cidade num futuro medio ou longo, a cidade esteja submersa nas aguas do oceano.

Porém, á necedade de o estado Moçambicano refletir e garantir cooperações com países no exterior para reformularem, politicas publicas eficazes e sua implementação de projectos inteligentes, por forma a minimizar o impacto das catástrofes naturais,

De modo particular do fenómeno de ciclones que são frequentes nas cidades costeiras e do litoral do canal moçambicano.

Desde os primordiais do surgimento do Mundo, a natureza sempre foi complacente para com as acções humanas e de todo um ser vivente.

Sobre tudo, a terra, as aguas dos mares, oceanos, rios e lagoas,

As plantas, florestas, montanhas planaltos, planícies, animais e o homem,

2.- Fazem da mesma família numa aldeia terrestre, Que no outrora, as normas de convivência eram respeitadas e consideradas fronteiras de intimidade e do bom viver.

Por outro lado, nos dias de hoje tem-se assistido uma quebra ou rotura na harmonia e respeito pelo próximo, muito menos pela natureza, esta por ser um individuo não ativo, audível ou não falante, que do antigamente preferia viver no anonimato, agora clama pelas acções corretas ou incorretas da acção humana intelectual e inovadora.

Em consequência das mudanças climáticas, surgem novos fenómenos, apelidados por mudanças climáticas, o fenómeno de aquecimento global manifestando se por várias facetas como, o surgimento de regiões inundadas e outras em sequias… Derretimento dos glaciares, maremotos, terramotos, vulcões e ciclos viciosos… O mundo já não é redondo, o terrestre deixou de ser terrestre… E virou um mundo estático como antigas figuras rupestres…

Os famosos ciclones, que se verificam hoje em dia, refletem uma resposta triste causada pela revindicação da natureza consequente dos efeitos benéficos e maléficos da acção humana globalizada.

A Acção humana globalizada é tipificada pela evolução das ciências tecnológicas, projetos inteligentes, transformação da natureza, robotização, fabrico e experimentos de armas nucleares, atómicas, de destruição massiva, serviços robotizados para flexibilização do trabalho, mercados eletrónicos e invenção de dinheiro eletrónico e instrumentos digitalizados de uso cotidiano.

A natureza revindica os seus direitos, direitos de uso racional e sustentável dos recursos e conservação da biodiversidade para a existência da futura geração.

O ciclone tirou me tudo, a vida o amor a beleza da minha cidade, a alegria e o sorriso das crianças que firam pesarosos e insólitas sem coração,

A minha cidade, cidade da Beira denominada Chiveve, que transformou se num caus, habitações como ruinas ou cavernas de animais selvagens desapontados sem futuro e miragem pelo brilho de esperança, Aperta me no meu peito gritos e desgraça,

3.- Desgraça pela partida do meu pai e da minha mãe que foram arrastados pelas enxurradas e aguas malignas das chuvas, Até o caudal do rio transbordou e levou tudo oque me dava significado de viver e fiquei desesperado sem vontade de continuar a viver.

Tudo por causa de ti ciclone IDAI que semeou luto nas famílias de Sofala, Mas de modo particular na cidade da Beira, nhamatanda, Dondo e Búzi, Pode se contabilizar milhões de perdas vidas, E destruições de casas e estradas, Ficamos sem acesso a comunicação, e estradas intransitáveis.

Era mesmo uma miséria do tamanho do mundo. E muitas lambuzadas.

Que a literatura conta a s estórias, sentidas pelo meu povo sobre o acontecido no dia 14 de Março de 2019.

Tudo ficou num escombro e foram milhões de lagrimas e sangue derramado e tristezas incontáveis, Alguns Beirenses afirmaram que o ciclone Idai ficara para sempre nos corações e memorias inesquecíveis, Para sempre e nunca esqueceram e passaram a experiencia amarga para as futuras gerações, No dia em que o ciclone se manifestou agressivo, o meu coração morria de palpite de medo de não existir com vida para um dia contar a estória triste.

Mas lagrimas no canto do olho jorravam e jorravam por uma salvação queira de qualquer parte do mundo.

Ate que surgiram organizações internacionais na ajuda humanitária que vieram socorrer as vitimas da cheias que se viam embora e arrastados pelas correntes gigantescas das ondas das aguas dos rios que tiravam vidas de seres inocentes como crianças, mulheres e pessoas idosas. Que as nossas almas descansam em paz.

Só a palavra é que consola as pessoas e transmitem sossego paz e alegria, Uma alegria para sorrir, uma vez na vida quando muito desesperados estamos.

Com a palavra sede socorro e consolo foi a única técnica que as pessoas de Mozambique soavam a pedir ajuda.

4.- A cruz Vermelha Internacional, a Save de Children, a Unicef, a Visão Mundial, ICDP, O Plan Internacional, a AVSI, Instituto Nacional de calamidades, a OMS, Programa Nacional de Alimentação entre outras organizações estiveram sempre presentes em ajudar a famílias e comunidades que sofriam dos ventos causados pelo ciclone IDAI, Não há motivos para chorar, e nem motivos para sorrir, Porque o ciclone, arrastou tudo que tínhamos, o nosso sono, o nosso amor, a nossa paixão, Só dentro de nos, nos resta um vazio, um vazio inédito, carregado de significados tristes.

Juramos em palavras de honra e sinceramente íamos morrer assim, íamos morrem assim.

Hora vejamos a cidade da beira apos o ciclone Idai, as pessoas começaram a se erguer e a si reconstruir, poucos aos poucos iam se levantados os muros que no passado estavam caídos, iam se colocado a cada coisa ao seu lugar e a cada lugar a sua coisa.

Mas não era a mesma coisa que se construí ante do ciclone, pese embora que o ciclone levou as nossas coisas e tudo, mas agradecemos por não ter levado as nossas vidas. Refere-se as vidas dos sobreviventes.

As nossas mãos juntas são mãos de solidariedade pelas vitimas das cheias, porque foi por causa das nossas mãos unidas que conseguimos ajudarmos nus aos outros, no momento do manifesto das ciclones, não houve seleção de inimigos, todos juntaram se a mesma causa para salvar e apoiar com donativos as famílias afetadas diretamente pelo ciclone,

A ajuda humanitária caracterizava se por tendas para habitação, produtos alimentares, roupa e diversos tipos de vestuários, água e até medicamentos para curar as feridas causadas pelo acidente do ciclone, houve ferimentos e mortes de gentes e mais gentes contaminados e refém pelo ciclone.

 

*Sale Gabriel Beninho, Secretario Nacional de PPdM - Mozambique:

Nacionalidad: Mozambique
E-mail: sale.beninho@gmail.com

http://poetasdelmundo.com/detalle-poetas.php?id=9325

 

PUBLICACIÓN: 06-05-2019

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