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Jose Carlos Pereira
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
educopaz@gmail.com
Biografia

Jose Carlos Pereira  

O autor, Dhc. Dr. Jose Carlos Pereira PHD, é doutor em Filosofia, PHD em Teologia, Doutor em Comunicação, Capelão, Bispo, Pastor, Teólogo, Filosofo, Embaixador da Paz, Comendador Ordem do Mérito Teológico Cientifico, Medalha Mandela para a Paz Mundial, Medalha Cecília Meirelles, Medalha Castro Alves, Medalha Santo Agostinho, entre outras e mais de uma centena de Comenda recebidas, pelo seu ativismo pela paz e a educação inclusiva e na elaboração de Projetos Sociais visando o bem da humanidade.

O Autor é UN Volunter, Signatário do Pacto Global das Nações Unidas, e Membro consultivo do UN Ecosoc/Esango.

É Jornalista, Fundador e Presidente do Franco da Rocha News e do Instituto Educando Para a Paz.

 

MINHA ALMA CHORA AO VER O MUNDO

 

Olho o mundo,

Minha alma chora,

Um negro futuro,

É  mostra, o que se espera?

 

Nossas crianças morrendo,

Chuvas de bombas derramadas,

Quer na Síria, Gaza ou Líbano,

Elas são chacinadas.

 

A mulher desvalorizada,

sofre  estupro,

Violentada, empoderada,

Dela fazem apenas uso.

 

O idoso vai para asilo,

Nem os  filhos os quer,

É mantido preso,

Em abrigos relés,

 

Sob a violência jaz o mundo,

A Igreja se perdeu,

Religião virou comercio,

Objeto de Fariseu.

 

Olho o mundo e choro,

A hipocrisia reina,

O rico cada vez  mais rico,

O pobre jogado na arena.

 

Tal como na Roma antiga,

No Coliseu da Injustiça Social,

O rico se delicia na arquibancada,

Oprimindo o pobre, um ser banal.

 

Olho o mundo e choro,

Não vejo solução,

Resposta não encontro,

Para este mundo cão.

 

O político se corrompe,

Age em causa própria,

Esquece o pobre,

O dinheiro é sua gloria.

 

Mundo ingrato e cruel,

Se Jesus voltar hoje,

Vão lhe dar vinagre e fel,

Pois o homem, não o conhece.

 

Crucificarão Jesus novamente,

De forma mais cruel,

O homem perdeu o norte,

O mundo é Torre de Babel

 

Mi alma llora

* José Carlos Pereira

Miro el mundo,

Mi alma llora,

Un negro futuro,

Muestra lo que se espera?

 

Nuestros niños que mueren,

Lluvia caía bombas,

Ya sea en Siria, Gaza o Líbano,

Son sacrificados.

 

La mujer devaluada

sufre violación,

Violada, autorizado,

Simplemente haga uso.

 

La vieja va a recibir asilo,

Ni los niños los quieren,

Se lleva a cabo en cautividad,

En los refugios relés,

 

En virtud de la violencia se encuentra el mundo,

La Iglesia se perdió,

La religión se convirtió en el comercio,

Objeto fariseo.

 

Miro el mundo y grito,

reina la hipocresía,

Los ricos más ricos,

Pobre jugaron en la arena.

 

Al igual que en la antigua Roma,

El Coliseo La injusticia social,

Las delicias ricas en las gradas,

Oprimir a los pobres, un ser banal.

 

Miro el mundo y grito,

No veo ninguna solución,

La respuesta no cumplir,

Para este perro mundo.

 

El político es corrupto,

Hechos en su propia causa,

Olvidarse de los pobres,

El dinero es su gloria.

 

ingratos, mundo cruel,

Si Jesús volviera hoy,

Ellos le darán el vinagre y la hiel,

Para el hogar, no sé.

 

 

Crucificar a Jesús de nuevo,

Más crueles,

El hombre perdió el norte,

Torre de Babel del mundo

 

 

AMANHECER

A abobada celeste se avermelhando,

 O odor do orvalho evaporando a expandir pelo ar,

A sinfonia dos pássaros inundando com seu gorjeio,

É o amanhecer  que vejo e ouço, da janela do meu lar.

 

Vejo distante, a capivara na beira do riacho,

O revoar do casal de Tucanos,

Por entre o mato o veado Campeiro,

O casal de lebres correndo entre os troncos caídos

 

O suave odor da relva com gotas do orvalho,

O cheiro do pinho no ar,

Misturado ao odor do eucalipto,

E do Lírio a evaporar.

 

Assim é meu amanhecer,

No meu casebre em meio do mato,

Da Mata Atlântica, remanescente,

Onde o ar não é poluído.

 

O horizonte não está mais avermelhado,

o astro rei brilha, em toda a sua força,

Os pássaros voam de um para outro lado,

Uma mistura de sons, uma orquestra.

 

As sombras caminham enquanto o sol sobe

Em seu movimento de rotação,

O Girassol se abriu, e corre.

Girando com o sol, em sua direção.

 

Desejo que este amanhecer,

Nunca cesse em sua beleza,

Basta o homem deixar de fazer sofrer,

Nossa grande mãe, a natureza.

 

Naciente ..

El enrojecimiento bóveda celeste,

 El olor de rocío de evaporación para expandir el aire,

La sinfonía de las aves que inundan con su canto,

Es el amanecer veo y escucho, desde la ventana de mi casa.

 

Veo ahora, el capibara en la orilla del arroyo,

El aleteo de Tucanos pareja

A través de la selva los ciervos Campeiro

La pareja de liebres corriendo entre los troncos caídos

 

El dulce aroma de la hierba con gotas de rocío,

El olor a pino en el aire,

Mezclado con el olor de eucalipto,

Y Lily se evapore.

 

Así es mi amanecer,

En mi choza en el bosque,

El remanente del Bosque Atlántico,

Donde el aire es libre de contaminación.

 

El horizonte no es más roja,

Astro rey brilla en toda su fuerza,

Los pájaros vuelan de un lado a otro,

Una mezcla de sonidos, una orquesta.

 

Sombras caminan como sale el sol

En su rotación,

Girasol abrió y se ejecuta.

Que gira con el sol en su dirección.

 

Deseo que esta mañana,

No cesa en su belleza,

Simplemente deja que el hombre qué sufren,

Nuestro gran madre naturaleza.

 

 

AUTÓPSIA DO MUNDO EM CRISE

O mundo esta doente.

No caminho da morte inoxerável,

Seu algoz, o homem demente,

O destrói de forma lamentável.

 

Desmata as florestas,

Polui os rios,

Queima o lixo nas ruas,

Abre a camada de ozônio.

 

Promove a guerra,

Em cantos e recantos,

Aquece o planeta,

Mata e encurta destinos.

 

Homem vil e cruel,

Que vive do imediatismo,

Em suas ações destila fel,

Praticando exterminismo.

 

Sem compromisso com a vida,

Em sua gana pelo vil metal,

O amor em si não tem guarida,

Em tudo o que faz, prevalece o mal.

 

Chegou a hora da mudança.

Enquanto o tempo espera,

Ainda há uma esperança,

no amor que tudo supera.

 

Isto não é profecia,

A cada dia o mundo morre,

Pela ação desatinada,

Do homem que tudo corroe.

 

O tempo curto exige mudança,

Tem que ser agora, sem adiar,

Na sustentabilidade a defesa,

Para o mundo não acabar.

 

Autopsia del mundo en crisis

El mundo está enfermo.

En el camino de la muerte inoxerável

Su verdugo, el hombre demente,

Las destruye lamentablemente.

 

Deforestar los bosques,

Contamina los ríos,

La quema de basura en las calles,

Abre la capa de ozono.

 

Promueve la guerra,

En rincones y grietas,

Aumenta la temperatura del planeta,

Mata y acorta destinos.

 

hombre vil y cruel,

Inmediatez de estar,

En sus acciones destila hiel,

Practicar exterminismo.

 

No hay compromiso con la vida,

En su gana por Mammon,

El amor en sí no tiene refugio,

En todo lo que hace, prevalece el mal.

 

Es hora de cambiar.

A medida que el tiempo de espera,

Todavía hay esperanza,

el amor que supera todo.

 

Esto no es profecía,

Cada día el mundo muere,

Por desatinada acción,

El hombre que corroe todo.

 

El corto tiempo exige un cambio,

Tiene que ser ahora, sin demora,

Defensa sostenibilidad,

Para el mundo no se acaba.

 

 

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