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Marina Carla
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
devaneios@devaneiosedesvarios.com
Biografia

Marina Carla

Professora na rede municipal de ensino em Rio dos Cedros, Santa Catarina há 14 anos,  atualmente trabalhando na Educação Infantil (turmas pré-escolares).

Nasceu e até hoje mora em Rio dos Cedros, onde além de trabalhar como professora, auxilia na realização de  trabalho voluntário em sua cidade natal, participando da Associação Dom Bosco, uma entidade sem fins lucrativos que busca uma vez ao mês proporcionar uma tarde de lazer, música e teatro para crianças, adolescentes e jovens.

Escreve desde a adolescência, porém por muitos anos seus escritos ficaram guardados em cadernos e em arquivos no computador.Chegou a publicar alguns textos em um jornal local, no ano de 2001.

Há quatro anos, começou a tornar público, através de seu blog, alguns poemas e crônicas.

Autora do livro Delirando em Letras, que reúne contos e crônicas escritas entre os anos de 2001 e 2012.

Participou com um conto no livro Enquanto Alguns Dormem (de Christian V. Louis) e também na Antologia Literária Escritos Lisérgicos - Natal, juntamente com mais 26 autores de todo o Brasil.

Em 2014, participou com uma crônica e um conto na Antologia Literária Menina das Ideias - Violência contra a mulher.

Atualmente está escrevendo um novo livro - Várias Facetas, Várias Vidas - publicando-o aos poucos na plataforma Wattpad.

Publica seus contos, crônicas, poemas, participações em blogagens coletivas e impressões sobre o cotidiano  no blog Devaneios e Desvarios (www.devaneiosedesvarios.com)

Marina C. B. Bona - Devaneios e Desvarios

 

Palavras Malditas

 

As palavras que tenho hoje

A caneta não quer escrever

O lápis se recusa a fazer

O papel não aceita.

Pego novamente a caneta, 

O papel se esquiva

O lápis quebra

A caneta rola e some de minha vista

O papel rasga

O que pode ter de tão ruim 

No desejo de escrever essas palavras?

Por que hoje elas ficam presas?

Por que nem o papel, que tudo aceita, 

Quer ser ninho destas palavras malditas?

Que terríveis sementes podem surgir 

Destas palavras ao qual o abrigo é negado?

Que consequências poderão ter 

Estas palavras que ninguém quer?

 Por que não podem sair? 

 

 

Escrevo...

 

Escrevo no escuro

Para que minhas palavras não me traiam

 

Escrevo invisível

Para não ver o efeito do que escrevi

 

Escrevo na vida

Para ver as palavras passarem por ela

 

Escrevo no ar, nas folhas, no vento

Para que as palavras se misturem à natureza

 

Escrevo no infinito

Para ver as palavras viverem além de mim.

 

 

Ode à chuva?

 

Venha sobre mim a chuva

Fria

Forte

Talvez ácida, corroendo o que ainda resta de mim

Ou quem sabe pura e limpa, lavando o que me atrapalha,

removendo com a força da água as pedras de tropeço

Que grude minhas roupas a meu corpo

Bata com força em  minha face

Que me faça lembrar que existo

Que sinto dor,

Frio,

Ódio,

Mágoa

E que leve embora tudo isso

E que escorra pelo meu corpo esta chuva,

Levando o salgado das lágrimas até o chão

Luz, arrebata-me!

Fira meus olhos

Me leve daqui

Para Pasárgada, ou para qualquer lugar

Ou que meu ser apenas se dissolva e seja um com todo o cosmos. 

 


 

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