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Antoniomar Lima
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Antoniomarlima@outlook.com
Biografia

Antoniomar Lima

Acadêmico – Cadeira literária – nº 29

Poeta, trovador e contista

e-mail: Antoniomarlima@outlook.com

 

 

 

MEU SORRISO

 

Meu sorriso ficou triste!

Já não sorrio como outrora, depois que te foste.

Só os que não me conhecem não fazem ideia da minha tristeza,

Só os que não me conhecem não suspeitam porque fiquei assim.

Tenho dúvidas, se ainda voltarei a sorrir como eu sorria!

Meu sorriso é triste, ele perdeu a cor viva, a consistência que o mantinha pulsando.

Ao partires, meu sorriso te acompanhou e não deixou o rastro para que o seguisse e o trouxesse de volta ao meu rosto, ao meu coração.

Meu sorriso tornou-se uma sombra de um tempo em que a felicidade cintilava no meu ser com força intensa que jamais passou pela minha mente que fosse acabar.

 

Mariana – MG, 17 de julho de 2011.

 

A ÚLTIMA VEZ QUE ESTIVE CONTIGO (M.I.R.L.)

 

Recordo a última vez que estive contigo.

Ah, como recordo e quanta saudade eu sinto!

Nunca aceitaste a minha saída de casa,

Hoje, eu entendo a tua reação: tu querias me ver bem.

 

A última vez que estive contigo estavas alegre.

Contigo a meu lado eu me sentia um menino,

Nem parecia que eu estava ali, de passagem, parecia

Que eu estava sendo levado ao colégio por ti.

 

Era prazeroso contemplar o teu sorriso de satisfação

Ao caminharmos pelas ruas de outrora e outras novas

Que ias me mostrando de dentro do ônibus

Que nos levava para a casa de uma de tuas filhas.

 

Ah, minha mãe, sinto um calafrio ao recordar

Essa última vez que estive contigo! Como olvidar

Um momento tão sublime desse? Como não,

Vez por outra, regressar a esse cais eterno?

 

Levarei comigo esse momento como uma pérola

Rara, pérola única, sem par, em tempo algum.

Ah, mãe, tudo que eu queria mesmo era

Estar desfrutando a doçura de tua santa companhia!

 

Mariana – MG, 20 de julho de 2011.

 

SEIS TROVAS

 

A terra alheia é boa,

Quem pode dizer, contrariamente?

Mas, boa mesmo, cá entre nós,

É ou não é, a terra da gente?

 

A vida tem um lado colorido

E outro lado incolor.

O primeiro é o sorriso,

O segundo é a dor.

 

Ser experiente é importante

No caso especifico do amor,

Pois, sentir a mesma dor

É coisa de principiante.

 

Deus sabe o que é melhor para nós,

E disso, não se pode duvidar.

Escutar, às vezes, a nossa própria voz

É pedir para sofrer, é pedir para chorar.

 

Mãe, pensar em ti, é voltar

A um tempo sem bis,

Um tempo, no qual, eu fui,

Verdadeiramente, feliz!

 

O novo precisa ser valorizado,

Mas nunca esquecendo que o antigo

Precisa ser conservado,

Pois, um dia, serviu de abrigo.

 

DE QUEM?

 

Sou do mundo,

Mas o mundo não é meu.

De quem será o mundo?

Será do crente ou do ateu?

 

Vivo no mundo

Porque nesse mundo nasci.

Não faço ideia como

É o mundo que a morte

Me obrigará a ir.

 

Esse mundo é meio louco (ou todo?)

Nele só há disfunção.

Creio que o outro,

Deste, seja a inversão.

 

 

DAS COISAS QUE FOGEM A HUMANA CONCEPÇÃO

 

Impotência, silêncio.

Eis duas palavras que ficam entaladas na garganta humana ante as coisas que fogem a sua condição.

A nossa aparente virilidade esbarra nessas duas palavras, principalmente, quando a morte se intromete no meio.

Das coisas que fogem a concepção humana só nos resta alimentar a esperança de, um dia, ultrapassar tudo isso, num viver eterno.

 

Mariana – 24.07.11

 

ELES (AS)

(Aos que a se abandonam...)

 

Sem paradeiro eles (as) caminham pelas ruas das cidades,

Seus semblantes taciturnos já não comovem os transeuntes,

Suas palavras cansadas já não entram pelos ouvidos que os ouvem,

Eles (as) caminham desacreditados (as) em si mesmos (as),

Estão destituídos (as) de auto-estima devido à tormentosa existência que levam, e que só Deus sabe, como e onde começou e quando terminará...

Eles (as) caminham em andrajos, famintos, ávidos por um coração que se comova deles (as),

Que os conduza para uma relva suave onde seus corpos lassos possam repousar por um instante,

Em seus olhos ainda brilha, mesmo tênue, a luz da esperança,

Certamente, eles (as) creem que Deus há de lhes dar uma compensação para tantas dores e tormentos que passam cotidianamente,

Eles (as) se sentem desprezados (as) por muitos que não se põem em seus lugares, nem enxergam neles (as) a imagem do filho de Deus, Jesus Cristo.

Outros fazem o que podem, e dentro de seus limites dando-lhes, vez por outra, o que comer e o que vestir.

Não todos (as), mas para muitos (as) que caminham pelas ruas sem destino falta-lhes uma atitude de querer mudar o estado de coisas em que vivem,

Falta-lhes coragem para renunciar o que aprenderam por hábito, por costume de estarem ali,

Outros (as) não, por vontade própria preferem o submundo das ruas,

Eles (as) não vivem longe das ruas, não se sentiriam “felizes” em outro ambiente.

 

NÃO DEIXEMOS

 

Não deixemos que a chama do amor se extinga em nossos corações!

O amor é o último refúgio que temos para abafarmos tanto egoísmo e o ódio, existentes.

Não desvalorizemos o amor,

Procuremos dar a reverência que o amor merece e ocupa no nosso ser.

Necessitamos amar e sermos amados (as),

Quem ousa dizer que não necessita de amor não é um ser humano.

O amor está a nossa disposição.

Será que desaprendemos a mexer com ele?

Será que regredimos a tal ponto?

Será que descemos tanto assim?

É através do amor que temos a grande chance de nos redimirmos com os(as) nossos irmãos(ãs), mas principalmente, com Deus.

Não, não deixemos o amor agonizar,

Se ele agonizar, ai de nós!

Sem amor estamos perdidos, mortos,

A vida se torna um triste e vasto deserto.

 

 

 

 

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