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Vilma Cunha Duarte [Cnsul - Araxa - MG]
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
vilmaduartecunha@gmail.com
Biografia

Vilma Cunha Duarte

Escritora e Professora de Inglês. 
Origem: Araxá. Minas Gerais. Brasil.
Cursos: Curso e Mestrado de Letras: Língua e Literaturas: Brasileira, Portuguesa e Inglesa.
Cursos de Inglês. Instituto Cultural Brasil Estados Unidos: ICBEU. Instituto de Cultura Inglesa: CCAA; Seminários de Técnicas Modernas para o ensino da Língua Inglesa. Prática do Inglês em estágios no exterior.
Outros.
Leitura Dinâmica. Dinâmica das Relações Humanas. Extensão em Línguas e Literaturas: Brasileira, Portuguesa e Inglesa.
Participações
Encontros Pedagógicos Literários e Culturais. Brasil e exterior.
Atuações. 
Membro fundador da Fundação Cultural Calmon Barreto de Araxá. 
Academias: Araxaense de Letras,de Araxá, MG; de Letras do Triângulo Mineiro sede em Uberaba, MG; da Municipalista de Letras de Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais e Academia Pan-Americana de Letras e Artres, sede, Rio de Janeiro.
Secretária da Academia Araxaense de Letras.
Voluntariado em Escolas Públicas
Presidente da SABIA. Sociedade dos Amigos da Biblioteca Municipal “Viriato Correia”, de Araxá.
Publicações
Crônicas Semanais no jornal “Correio de Araxá” desde 1984.
Crônicas Semanais no jornal: “O Planalto” desde Janeiro de 2004.
Livros
“Lágrimas de Telha”. 1986. “Domingos, dias úteis e Santos 1990”. “Prêmio de Viver, uma história de amor”. 2000.
Antologia Poética Prosa&Verso. Editora On-Line Book “Pingos de Amor” On-line Book. 2003.
Antologia de Poesias, Contos e Crônicas. “Livre Pensador”. Editora Scortecci. 2004
Antologia. “Círculo de Poesia” Edición bilíngüe. Bianchi Editores. Montevideo -2004- Brasília 
Antologia: 'Tertúlia na Primavera' Editora, Espaço do Autor. 2004
Editora On-Line Book: bailando Versos. 2005.
Sites na Internet Publicações contínuas.

Los Misterios de Momo

Dándole cuerda al pensamiento... fantaseo pensamientos de carnaval.

¿Acaso el hombre quita el pone máscaras? cuando permite a la alegría reinar soberana en el lugar del corazón, durante los ritos paganos del mayor espectáculo del planeta.

Danzarines como somos durante año entero en las pasarelas de la vida, coreografiando sueños, adornando los buenos momentos con confeti y serpentinas, danzando la 'samba del criollo tonto' durante las vencidas con infalibles problemas, voviendo con el porta-estandarte de nuestros ideales, cantando el 'samba-enredo' que lo cotidiano compone y muchas veces sin percibir que lo real y lo imaginario se entrelazan con la misma avidez de manos golosas que tantean la sensualidad de los carnavalistas de todos los días.

Mientras los tambores retumban los cuerpos y las almas coloridas danzan samba, 'bumba-meu-boi', música 'axé', ropajes de fantasía, música y danza de 'forró' o los mil ritmos-Brasil, el tímido desnuda sus vergüenzas transfigurándose en vencedor de aquellas escondidas por la temeridad de ser feliz.

Lo misterioso rasga el velo del anonimato protegido por el disfráz de la ocasión, el triste ríe maquillado con la euforia contagiosa, los viejos se vuelven niños, la muchacha fea de la ventana obtiene plumas de audacia y brillos de lentejuelas en los ojos apagados y la vida, puede ser un bamboleo de momentos felices para ateos y devotos de Momo, entregándose con fervor al carnaval.

El secreto sería, quien sabe, no dejar la euforia ululante transformarse en cenizas como el fatídico miércoles, acaba-fiestas e ilusiones.

Del hombre, pueden quitar las pertenencias materiales, la dignidad del ciudadano con gobiernos desvergonzados, el tapete, jalado por la mezquindad, excepto los pensamientos inviolables, guardados avaramente, en el cofre de los deseos y las fantasías...

¿Quien? por más desbocado que sea, desatranca inverbalizables secretos personales. Tesoro inexpugnable, que solamente la imaginación puede usar como reina vanidosa de gente que es como es.

Carnaval, también acaba y, las máscaras de la alegría son intercambiadas con las máscaras de todos los días.

¡Respetable público!

Se vá ahora lo que era dulce.

Rompan filas hacia la rutina.

Pero ¡Por favor! ensayando pasos osados en la coreografía de vivir.

-Traducción al español por Eduardo e Irany Lecea-

Mais versos...

Hoje’u amanheci poesia
Derramando em versos
Amor guardado no peito

Lágrimas salgam a rima
No rosto estrofe saudade
Poema que o vento levou

Ninar a noite...

Tomei a noite nos braços
Pra acarinhar sua insônia
Dos olhos abertos em lua
Faiscando tantas estrelas
Que ninguém sabe contar.

Por que noite não dorme?
Indagam meus devaneios
Acordados pela ansiedade
De adivinhar tais segredos
Que ela esconde da gente.

Noite conhece as histórias
Que dia nem ousa sonhar
Ah! Esses amores insones
E os desamores notívagos
Cochila.Hoje sou teu berço.

Nome de Flor

Se ... renascesse um dia
Com o ofício de ser flor
Ó, bom Deus, qual seria

A rosa rainha encarnada
Rubra paixão enfeitada
Em ramalhetes de amor?

Rosa, nunca eu voltaria
Tem espinhos e poderia
Ferir a beleza com a dor.

Violeta, tulipa agapanto
Consolo vigia no pranto
Cravo, lírio a margarida

Flores mil bem da vida
Têm nome e esplendor.
Se brotasse com alegria

No jardim desse mundo
Com nome Flor-Poesia
Aroma o amor profundo

Florava rimas e versos
Unia poemas dispersos
Para acalentar desamor.

 

 

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Prêmios Literários entre outros. Contribuintes do Futuro. Receita Federal: Peça Teatral para crianças.

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