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Maria Penha de Souza
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
Indiferena

Tinha um homem
morrendo de fome
sobre a calada...
E ningum fazia nada...

A mulher passava:
ia trabalhar
Olhou assustada
[ nem sentiu pena se quer ]
Estava atrasada
e no quis parar
No quis ajudar
apenas olhava...

Passou um senhor:
homem ciente dos problemas da vida
Porm sua lida
j suficiente,
no tinha espao
para o fato presente
E tambm no ajudou...

Um jovem aproximou-se
Impressionou-se com o que via
inspirou-se em protesto
s que seu manifesto
aos poucos se esvaa:
alguns, o que ouviam, apoiavam
outros, por um ouvido entrava
e pelo outro saa...
E grupos no se formavam...

Oh meu Deus!
o que ali se via!!?
Um homem-bicho
perdendo a vida
em meio a vidas-lixo!!!
Se somos todos teus filhos
por que no somos irmos?!!

O homem no era um homem:
era o produto da barbrie e da injustia
dos poucos
que detm o poder
E quem passou
E quem olhou,
se fez indiferente
se acomodou...
e aceitou.

Tinha um homem:
morreu de fome
sobre a calada.
E ningum,
ningum fez nada...
Ningum...

Esse Mundo
[aos autistas]

Esse mundo...
Ah, esse mundo
Falando mudo,
Lavado e imundo.
Dos meninos de ruas
e viagens lua;
Dos que comem do lixo
e os que vivem no luxo;
De sangrentas guerras
nas sagradas terras -
Terra do bom Deus
que Ele nos deu
pra 'cuidar, criar e viver',
no 'maltratar, matar e morrer'...
Mundo mundano
que vive mudando
e continua igual:
continua mal.
A esse mundo
esse mundo.
Ah, esse mundo!...

[no sou desse mundo
esse mundo no meu:
meu mundo sou eu]

biografia:
Maria Penha de Souza

Professora formada em Letras Portugus-Italiano-Literaturas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro;
Artista Plstica e Artes criadora do Projeto Z Pinto - Vivo de Camisinha - preveno de DST's e HIV;
Poeta autora de vrios poemas e receptora de alguns prmios.

falcoavermelha@gmail.com

 

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