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Keila Nunes
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
Aprendi

Na vida eu aprendi que ser sozinho
No viver na solido
Ser sozinho estar cercado de pessoas
E, de repente, acordar e no ver ningum
Porque os interesses pessoais de cada um falaram mais alto.

Aprendi que amigos de verdade
So aqueles que me apedrejam
Que me machucam
E que me causam dor
Porque, a cada instante,
Ensinam-me a perdoar
A compreender
E a am-los apesar de suas fraquezas.

Aprendi que um dia a gente acorda
E descobre que todo mundo foi embora
E ainda assim no estamos sozinhos.

Aprendi que nunca devemos esperar o melhor
Daqueles que nos cercam
Porque, nem sempre, eles esto preparados para isso
Porque, nem sempre, receberam o melhor
Portanto, no tero como devolv-lo.

Aprendi, acima de tudo, que devemos
Dar e desejar sempre o melhor
Para que os outros, ao receb-lo,
Possam, mais tarde, devolv-lo a ns.

Aprendi que a vida nica
E que a morte polimorfa
Porque na vida j morri vrias vezes
Quando os meus amigos deram-me as costas.

Aprendi que ainda h muito a aprender
E que uma s existncia no ser suficiente
Assim como um s livro no compe uma biblioteca.

Aprendi que a dor alegria
Que o sofrimento nos liberta a cada dia
Que as misrias so ddivas
E que o tempo o infinito.

Arranca-me

Arranca-me os olhos, Deus!
Tapa-me os ouvidos e a boca!
Eu no mais quero ver alm da pele.
Na carne vermelha, fria e cida
Vejo os vermes corroerem at os vasos sanguneos.
Os vermes nascidos da putrefao do orgulho, do cinismo e do sarcasmo,
Dessa podrido que se esconde nos pores da alma humana.
Livrai-me, Deus, desses sentimentos impuros e mesquinhos
Dessa imundcie que atrai para si as moscas.

Arranca-me, Deus, esses olhos que a tudo v sem camuflagem
Esses olhos que agora choram porque traduz em lgrimas a revolta sufocada.
Arranca-me! Arranca-me!
Tapa-me os ouvidos que capta no os sons, mas os sentimentos mesquinhos da alma humana.
Cala-me a boca, Deus, para que eu no fale o que os outros ainda no querem ouvir...

Leva de mim, Deus, essa vontade louca de dizer as minhas verdades ao mundo...

Onde

De to pouco se envaidece o homem...
As pessoas no mais so grandiosas pela nobres atitudes
Mas, sim, pelo que possuem.

Tudo to natural, efmero
Mesquinho... pequeno
Envaidecer-se de qu?
Grandioso e rico Deus
Que est no cu a entristecer-se das nossas tolas vaidades.

Tudo se esvai...
vira p, poeira,
Cinza.
Se despedaa; vira fumaa

Onde esto os bons sentimentos?
Onde? J no sei dizer...

Somos todos irmos ou rivais num campo de batalha?
Onde moram o amor, a amizade?
Onde?! J no sei dizer...

biografia:
Keila Nunes


Graduanda em Letras, pela Universidade do Estado da Bahia.

keilansantos@hotmail.com

 

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