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Gilbamar De Oliveira Bezerra
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
VOC VENCEU

Voc venceu, reconheo, derrotou-me
estou aos seus ps, eis meu corao aberto
entre e dance sua indiferena sobre ele
chacoalhe meus sentimentos, insulte-me

Que minhas lgrimas lavem seu sorriso,
a dor que me arde a alma, seu blsamo,
dessa tristeza alimente sua intolerncia
e da desiluso que me invade faa troa

Restou-me o que desse relacionamento?
Nuvens sombrias a rodear-me amide,
um olhar de melancolia voltado ao nada
meros fragmentos de lembranas mortas

Eia, vencedora, pisoteie essa velha paixo
esmigalhe o amor que de voc fez rainha
machuque as flores perfumadas que lhe dei
arranque do meu ser o grande amor devotado

Depois, quando sair desse corao aberto,
saciada sua sede dos despojos, bata a porta,
mas faa-o com firmeza para que nunca,
nunca mais se abra para outro amor assim

MGICA PAZ

Plcido instante, terno momento
cu em ndigo, nuvens brancas
brisa fresca montada por beija-flores
folhas que farfalham em melodia

Suave exploso de doces sorrisos
lbios se encontrando na ternura
braos que se estreitam em d maior
mos desesperadas para afagar

A terra frtil engravida da semente
o brilho nos olhos da vida doura
h cadncia no movimento das ondas
palavras so pronunciadas com respeito

Branco e preto se unem, miscigenam,
pois existe apenas o amor, nada mais,
inexiste necessidade da gua tornar-se vinho
as uvas se amontoam nas videiras

Ao longe, o horizonte dorme sobre o mar
escondendo o sol e despertando a lua
enquanto a noite se enfeita cndida
para encontrar-se com as estrelas

NA AREIA MOLHADA

Flutuavam sobre ns, como chuviscos oriundos do cu,
respingos das ondas que se misturavam aos nossos suores
enquanto seus beijos encontravam os meus e o sol aplaudia
o recrudescer dos nossos abraos sobre a areia molhada

Seu corpo e o meu, em carinhoso atrito, se deliciavam
e nossos ps j nem sentiam a lngua do mar lambendo-os
estvamos longe dali, os dois como um, nalgum lugar feliz
sob o domnio do amor na suave doura da areia molhada

Entrelaamo-nos como somente coraes que se amam fazem
a praia sendo nossa alcova, o cu nosso edredon todo azul
e a nossa cama, ali onde a perfeio da intimidade se forma,
tinha toda a dimenso daquela areia molhada da saliva do mar

Naquele delicioso instante queramos o paraso momentneo
um inesquecvel intervalo no mais profundo stimo-cu
e desejvamos isso de modo inconcebvel, sem refletir,
mesmo que o universo escolhido fosse a areia molhada

Ns dois, o mar ondulado, a brisa sorridente nos acariciando
nada mais, pois que tudo esquecido, distante, indiferente
ali na areia molhada s anelvamos a fuso, o acoplamento
a abundncia de nsias loucas em busca do lindo xtase
deixando as marcas de nossos contornos admirao do sol



Biografia:
GILBAMAR DE OLIVEIRA BEZERRA

Bancrio aposentado pela PREVI do Banco do Brasil; Bacharel em Cincias Jurdicas
Obras publicadas: CANGAO-RECORDAO DO ATAQUE FRUSTRADO[relato histrico]
AQUELE HOMEM CRUCIFICADO[contos e crnicas
O MOTIM DOS FLAGELADOS[contos e crnicas]
O ATAQUE DE LAMPIO A MOSSOR - Trovas[relato histrico]
A DERROTA DE LAMPIO[2 edio do livro Cangaos-Recordao...]
http://gilbamar-poesiasecronicas.blogspot.com/
http://cantodomeucordel.blogspot.com/

GILBAMAR DE OLIVEIRA BEZERRA
Parnamirim RN

gilbamarbezerra@ig.com.br

 

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