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Carlos Sant'Anna
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
O crepsculo efmero...

Um luar diferente de todos o que j vimos...
Um desejo cintilante como as estrelas, porm, nem tanto...
Mas, um ar diferente, abrasador e sufocante, envolve o adormecer beira mar.
As aves noturnas, ao invs do ousarem seu vo rotineiro, dedicam-se ha horas imveis de bico aberto olhando para o nada, sem nada compreender.
A lua, no to cor de prata, tornou-se avermelhada, como se sangrasse por um corte produndo em seu solo.
A brisa que outrora glida, hoje, parece o vapor de um vulco ativo, o mar to sereno quanto assustador, desperta a curiosidade de quem nunca o vira assim.
como se algo esta por vir acontecer.
exatamente utpico, pensar em quantas vezes sentei-me nas pedras na beira mar, bebendo meu vinho tinto a contemplar a velha me com seu fulgor exuberante refletido no espelho do oceano.
Quantas vezes amei al, observado pelo universo e a superviso dos grandiosos deuses mitolgicos.
Baco meu padrinho, deus do amor total, da entrega que transcende a sabedoria humana.
At ele choca-se com o caminho rduo que acerca nosso modo de viver.
Eros, pregando peas e dando risadas sarcsticas, no mais lana sua flexa para implementas s conquistas mais ousadas ou absurdas.
Em seus olhos vejo brotar a lgrima solitria de uma nica verdade:
'Estamos caminhando rumo ao nada'.

No mais sinto aquele cheirinho gostoso da maresia, a madrugada torna-se angustiante, mas, ainda sim descobre-se alguma beleza preservada, simplesmente a noite que invadida pela madrugada, assim quado o sol anuncia-se ao horizonte, os reflexos exuberam e do um colorido impar ao amanhecer.

Alguns pssaros voam desordenadamente com seus cantos mais variados, como se fosse uma cano de aplo a uma nova vida, uma nova realidade.

O monumento maior dos poetas que profetizam e celebram o amor est em estado de convalecncia e terminal!

- Como continuar a vida sem mais suas belezas naturais simplrias mas, de profunda complexidade?

- Como colher aquela flor no caminho e arranj-la aos cabelos ainda midos da mulher amada?
Tempos imprpios para o sonho, a realidade nua e crua. Fica uma pergunta fatidica:
'Ser que ainda teremos tempo para amar e viver?
- Quando ser?
- O sol e a brisa voltaro a comungar suas excentricidades fantsticas de um novo amanhecer?

- a hora de uma profunda reflexo sobre tudo e todos...

- Vocs no acham?

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Carlos Sant'Anna


Uma pera ao amor...

Os acordes fluem normalmente...
Com eles as sinfonias do meu corao...
Uma viagem ao xtase da satisfao...
As lgrimas inspiram uma cano...
Sua voz o solo do contentamento...

Um lamento sensato de esperana...
Uma pea composta em sol...
As folhas balanam com a brisa do ser...
Entoando o estribilho da paixo...
Venus dos meus sentimentos...

Quo verdadeiro o criar... Ouvir os sinos...
O contra baixo da paixo dita o andamento...
A partitura do meu ser, retrato vivo de uma dor...
Dor da entrega a mim mesmo, Eros do meu querer...
O teatro est repleto de nostalgia e glamour...

Um recome A pera vai comear, sua voz entoa a razo...
Meu peito aperta, o corpo treme e a luz?
Me de todas s horas, Venus deusa do amor...
Lua, recndito dos apaixonados, uma cano...
Uma sinfonia felicidade, ao transcender...

ar regido pela batuta da esperana...
A orquestra traduz o sentimento, abrasa a alma...
Provm do esprito a serenidade, a paz, o lirismo...
Palavras advm do infinito, um crebro, um deus...
Uma sabedoria chamada sentimento e sensatez...

Uma pera ao amor, a vida, ao viver, ao ser...
A voz de Callas paira envolvida em brumas...
Estrelas salpicam minha caminhada, minha estrada...
Busco o eterno saber, amar e viver...
Um dia a pea ter seu fim, liricamente voc!

Carlos Sant'Anna

Amargura infiel:

Um dia plido, chuvoso, amargo...
Minha alma totalmente trpega...
O n na garganta, o amargo da angstia...
A voz do silncio anuncia o final!

O amor partiu, nunca existiu...
Sobrou a dor guardada no peito...
A iluso de anos a fio...
Sonhos construdos por inverdades...
Como criana, acreditei, vibrei, vivi!!!
Hoje nada restou a no ser
Um corpo velho e cansado.
As marcas foram profundas...
O zelo do desgaste honra meu pesar...
Faltou a dignidade!
O fantasma da covardia abraa-se ao desamor!
O copo est minha frente!
O veneno lquido que assassina meu viver!
Ilude-me causando alegrias provisrias...
Mas l no fundo, est a melancolia do desamor...
A gilete do vazio corta minha carne, faz sangrar!
noite o frio cruel da solido tortura meu crebro!
Ele no est ao meu lado, est contra mim!
Lgrimas? No as tenho mais!
A dor suplanta, vai alm do limite!
A tal insensatez! o tal do ser humano!
Falsidade! Faz voc crer no irreal! Sonhar!
O tombo grande, causa fraturas,
leses profundas no pensar!
Mas... Um dia a cura surge do nada!
Poeta assim!
Quanto mais di, mais criamos!
Vivemos como selenitas...
Temos nosso prprio universo!
Vivemos de abstraes que por vezes,
Vimos a crer ser a concreticidade!
O dor muito grande!
A escurido torna-se eterna...
No tem sada emergencial!
Apenas o mergulho at o fundo para cicatrizar a ferida!
Quem sabe depois ressurgir em nome da vida!
! Amargura infiel!

biografia:
Carlos Sant'Anna


http://www.carlossantannaescritor.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=2026787
Este meu site, trs blogs, tr~es livros prontos, luto para atingir um objetivo quase inatingvel...
Compositor, letrista, concorri ao samba enredo 2010 com o samba 'Vela' O qual deu nome ao enredo da Flor da Mina do Andara!
Perdi na grande final.
Tenho textos em espanhol,
Enfim!
No sou nenhum ser especial... Apenas amo a literatura e com ela vivo meus dias...
Sou Simplesmente o 'Carlos Sant'Anna'
'o Bruxo'

bruxodospensamentos@hotmail.com

 

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