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Joo Manuel Ribeiro Couto
Nacionalidad:
Portugal
E-mail:
Biografia

\' TÍMOR LORO SAH´E ETERNO \'
.
Dia após dia ensolarado
Refulge e drapeja heróica
Ardente e pura no cio
Da libertação a grandiosa bandeira
De Tímor Loro Sah´e, campeoníssima
Sobre a vil
[ Triliões de vezes vil ]
P´la satânica opressão indonésia.

Dos alvores à consumação
Do grande batuque ardente,
Na peugada do trilho fundamental,
ERGUEMOS TODOS BEM ALTO !
De Lospalos ao Tata-Mai-Lau,
Do Mar Mulher ao Mar Homem
[ Tassi-Fêto Tássi-Mane ],
De Oécussi-Ambeno ao Suai,
De Díli a Lisboa
E desta à ONU em Nova York
Ou ainda de Bruxelas a Djakarta,
A CHAMA DA TUA PROCLAMADA
E SACRATÍSSIMA INDEPENDÊNCIA !

ASSIM !

Imbuo meu espírito, idem, na tua mística,
Para que no porvir dos sonhos
Almejados pela gesta passada
E presente, brilhe e rebrilhe
No evolar do sândalo salutífero e aromático

O GRANDE TRIUNFO ETERNO
22 a 29. Agosto. 1999


\' S O N E T O
D O
S T É L I O
N E W T O N
C R A V E I R I N H A \'


- O Leopardo-Voador do Atletismo Moçambicano -

Com futuro ridente, \' spites \' dourados e equipamento
Airoso e Listrado berrante da Mafalala Amada,
O \' sprinter \' Stélio mede fixado e com acalento
Da pista, num momento, a ante-hercúlea passada.

É já premomitório, concludente e assaz espectável
E renovando-se olímpico com audácia projectada,
Que este gigante atlético apostado e louvável,
Atinja voando e seguríssimo a $3> almejada.

Sou fã de seus treinos no parque, re-admirante e certo
Que cada salto em comprimento ou corrida de cem metros, bate
Vitorioso, indiscutível, com suas cores garridas em acerto

Nossa suma vaidade efusivamente comungamos ! Vê-lo renovado,
Desempoeirado, reassumido campeão de atletismo recebendo
Mais uma aurífera medalha no Podium 1º, SEU MESTRADO !

Ribeiro Couto, jm
2009


LIÇÃO PATERNA
.
Aos Meus Pais
Com uma gratidão eterna

É pela noite a redimir
Que dos tempos acalento,
Meu Pai verbera, a bom contento :

\'Ave nocturna, vai dormir !\'

\'Assim fazes, rapaz, da noite dia,
Como do dia noite !\', ele afirmava,
Enquanto àquelas horas, à porfia,
A luz para pintar me encorajava.

Mas p´ra pintar o quê ou que narrar,
Com tintas e pincéis já navegando,
As ideias pulsavam sem falar
E o pensamento solto, matutando ...

Jangada de palavras perturbantes,
Rompia sempre quando o sol nascia,
E da minha alma, em ondas exultantes,
Surgia a tela finda. E ERA DIA !

Ribeiro Couto, jm
1990


NOTAS BIOGRÁFICAS:
João Manuel Ribeiro Couto

Nasceu em Lourenço Marques, Moçambique, em 1946.

Pintor, desenhista, escultor, ceramista, mosaista, tecelão, poeta, restaurador, percussionista e ex-bailarino.

Estudou Artes-Plásticas, Pintura e Escultura em Moçambique, África do Sul e Portugal.

Foi aluno dos pintores João Ayres, António Heleno, Germinal Curado, Aníbal Ruivo, Gustavo de Vasconcellos, dos escultores José Rubens Pinto Serra, Raquel Boléo, Jorge Silva Pinto, António Pacheco, Professor-Doutor e Crítico d´Arte Alberto de Moura Vitória, etc.

Docente em variadíssimas escolas, leccionou Desenho-Geral, Desenho de Observação e Ornato, Desenho-Geométrico, Trabalhos Oficinais [Tapeçaria e Cerâmica], Educação-Visual, Desenho, Trabalhos Manuais e EVT - Educação Visual e Tecnológica, nos ensinos oficial e particular dos níveis preparatório, unificado e secundário de 1972 a 2002, em Moçambique e Portugal.

É professor aposentado na actualidade .

Finalmente ! Dedica-se por inteiro ao seu mundo supracitado.

Artista originário duma família íntimamente conotada com as artes-plásticas e musicais, de há várias gerações.

Pertence legitimamente aos RIBEIRO [ das Cinco Vilas, antiga área de Almeida ],
e aos CANOTILHO, cujo berço é a Cidade de Pinhel, vulgo Cidade Falcão, ambos
originais da Beira-Alta, Portugal.

Incentivado pelo dom, experiência e fino trato de sua mãe D.Adosinda Tavares Ribeiro Couto [ linha essa proveniente, idem, de sua avó-materna D. Cândida Correia Tavares Ribeiro e de sua bisavó-materna Maria d´Ascenção Caldeira Galha Ribeiro], iniciou-se assim no aprendizado do Desenho aos dois anos e meio no Ile, Zambézia, Moçambique e pinta \'a sério\' desde 1962 à actualidade.

Nos anos 1964/65 integrou em Moçambique, o \'Grupo Sete\' de Artes Plásticas.

Na actualidade é porta-voz, percussionista, declamador e ex-bailarino do \'Grupo Khumbuka\' [Recordações], grupo musical-coreográfico representativo das tradições do sul moçambicano, fundado em Lisboa, em 1993.

Foi convidado a expor em Angola, em 1973, na I Bienal Ibero-Americana de Pintura na Cidade do México, 1978, no Musée Art Spontané Kunst, em Bruxelas em 1991 e na Bardonia International Art Fair, em Nova York, E.U.A., 1996.

Colaborador de Raúl Indipwo [desde 1991], obteve de artistas africanos de craveira internacional, vintena e meia de pinturas que passaram a engrossar o acervo do Museu da Fundação Ouro Negro, em Atrozela, Cascais, sendo desde então indicado por aquele notável artista como embaixador cultural daquele organismo.

Colaboração por indicação do notável pintor Eleutério Sanches, por duas ocasiões:

A 1ª num grupo de pintores lusófonos na feitura do mural \'Pintar Portugues\', na antiga séde da UCCLA - União das Cidades Capitais Luso-Afro- Américo-Asiáticas, em Lisboa, e outros para o Turismo da Câmara Municipal de Lisboa.

Aprendeu percussão africana com o virtuoso baterista, percussionista e pianista moçambicano Mestre Alberto Pascoal.

Exposições individuais e colectivas e representações pictóricas em África, nas Américas, Ásia, Europa e Oceania.

Elaborou grandes cenários, grandes painéis cerâmicos, cartazes e capas de livros, entre os quais \'O hospital e o seu mundo\', do romancista moçambicano Eduardo Paixão [1973], \'Trinta facadas de raiva\', em ilustração parcial do livro de poemas de António Calvinho [1999], \'Entre dois rios com margem\', do poeta moçambicano Delmar Maia Gonçalves [2008] e \'Descolonização e Independência de Moçambique - Factos e Argumentos\', do Doutor Henrique Terreiro Galha [2009] e ainda um bloco filatélico e duas colecções de sêlos postais para os Correios de
Moçambique, em 1974.

Ex-representante e ex-correpresentante de Moçambique no grupo de pintores da UCCLA -União das Cidades Capitais Luso-Afro-Américo-Asiáticas, em Lisboa, Portugal.

Pintor representante de Moçambique na exposição de artes-plásticas do Pavilhão da C.P.L.P., na \'Expo ´98\', em Lisboa, Portugal.

Publicado em livros de arte e sob outras diversas formas em publicações nacionais e internacionais.

No prelo, os livros de poesia \'Nos Píncaros do Inconformismo\' e \'Na Poeira da Mafalala\'.

Conta na Magna Escrita de Jorge Amado, do Brasil \'Com mais um Admirador\' [sic].

PRÉMIOS E DISTINÇÕES :

A sua actividade artística é reconhecida no geral pela crítica, sucessivamente.

Assim, em :

1999 - Tìtulo Superior de \' COMENDADORE ACCADEMICO \', SECCION : - ART, conferido
pela Ordine Accademico \' Greci - Marino \' - Ordine Accademico Del Verbano,
em Vercelli, NO, Itália.

1998 – Medalhão da ADFA - Associação dos Deficientes das Forças Armadas, Lisboa,
Portugal.

1996 - Título Superior de \' ACCADEMICO ORDINARIO \', SECCION : - ART, conferido pela
Accademia Internazionale “Greci-Marino” – Accademia Del Verbano Di Lettere, Arti, Scienze, em Vercelli, NO,
Itália.

1993 - Placa de Bronze, Santa Casa da Mesericórdia, Lisboa, Portugal.

1992 - \' DIPLOMA DE AMIGO \', da UCCLA - União das Cidades Capitais Luso-Afro-Américo- Asiáticas, em Lisboa, Portugal.

1987/1988 - LOUVOR Com Alta Apreciação e Reconhecimento, [Cursos de Formação de
Desenho de Azulejaria], Cerâmica da Cadeia do Monsanto, Lisboa, Portugal.

1981 - \' MEMBRO - PERMANENTE \' da Escola de Samba \' Beija-Flor de Nilópolis \',
Rio de Janeiro, Brasil.

ribeirocouto@sapo.pt

http://rcpinturaepoesia.blogspot.com/

 

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