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Anmily Martins
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
BRILHINHOS
Anmily Martins [Nana]

O cu, vestido com a cor da noite, estrelou.
Brilhinhos, muitos brilhinhos...
Pequenos pontinhos .
So pequenos pontinhos de luz.

Brilhinhos, muitos brilhinhos ...
Tudo que vem dali so presentes.
Voc e toda gente.
Tudo em volta nos torna presente.

So presentes.
Presentes de sempre.
So nossos presentes.
Presentes para toda essa gente.

Brilhinhos, muitos brilhinhos...
Pequenos pontinhos...
Cada brilhinho um presente.
preciso brilhar sempre.

E, o Cu, vestido com a cor da noite, estrelou.
Brilhinhos, muitos brilhinhos...
Pequenos pontinhos, pequenos pontinhos de luz .
Que dizem:
'Seja feliz, viva e contemple, pois tudo presente!

************************
Raindrops
Anmily Martins

Frozen raindrops falling down my face
Inside . a lot of noise
Out side deep silence
Letters without words
Simply all about dreams
Sitting in the middle of empty light
Raining cold night
No sounds just thoughts flying away
Time passing in seconds
How long do you take to come here?
How long do you take to come here?
Flame in your chest
How do you feel as a naked soul
Sitting in the middle of dark
Raining cold night
Words without letters
How long do you take to be here?
How long do you take to be here?
If it is not only in my mind
Turn off the light
Come in side
No fear

Just lie down carefully
Breathe
Flame in your chest
wet . sweaty
Frozen raindrops
No fear
Lie down
Fly high without fear
Breathe.
Open your eyes and fly high without fear
Flame without fear
How long do you take to stay here?
How long do you take to stay here?

*****************
A LUA E O PORTO

Anmily Martins [Nana]

Noite aps noite, Dona Lua assumia seu posto.
Quando surgia, quase como vigia fitava tudo que se passava por l.
Conferia um a um os barcos no porto.
Sabia nome, cor e tamanho de todos.

O porto quela hora era sempre muito tranqilo.
Os barcos ancorados roncavam, rangendo e estalando suas estruturas.
O descanso era bem merecido, pois de dia, debaixo de chuva ou de sol, passavam horas em alto mar ajudando os homens na busca dos pescados.
Um belo dia, ou melhor, uma bela noite, Dona Lua sentiu um ventinho que comeou suave, maroto...
Que acabou por faz-la cochilar...
Mas de repente... S fez aumentar...
- Devagar ai, seu Vento! No percebe a agitao?
Para que tanto movimento? - Perguntou Dona Lua
- Peo desculpas, Dona Lua. Vem ai uma tempestade.
passageira. Mas, vai ser bem bagunceira - Alertou o Vento
A Dona Lua checou seus barcos e avisou do perigo que estava para chegar e que, porm no iria demorar.
- 'Apertem suas amarras. Vejam bem l, para que ningum v se soltar'! - completou
E, l do cu, preocupada, brilhava o mais forte que podia.
Nessa confuso toda, l embaixo no porto, acontecia uma movimentao pouco comum.
Era o Ponta Azul, um barquinho que no navegava j havia algum tempo.
Seu dono, um velho marinheiro, que nem era to velho assim, deixou-se enferrujar.
Ele apenas ia ao porto para ver as amarras e o pequeno barco limpar.
Mas, Ponta Azul ainda adorava navegar e aproveitou a ventania para se soltar.
- Vou dar uma voltinha aqui mesmo dentro da baa, s para esticar um pouco as pernas, melhor minhas velas - pensou o barquinho.
Ele no imaginou que o vento seria to forte.
E, ento... A mar e o vento o empurraram para fora da enseada, para desespero de Dona Lua que s fazia repetir:
- 'Tenha calma, tenha calma. Recolha as velas para do canal no passar'.

O cortar do barco na gua, fez um sorriso em Ponta Azul.
Ele deveria estar sorrindo mesmo. Afinal, iria navegar!
E, o vento o fez animar.
Foi seguindo iluminado pelo brilho de Dona Lua.

Mas, com a tempestade o mar estava alto, e o pequeno barco virou um pontinho no meio das ondas enormes que formaram, e o levaram para fora da enseada.
Ponta azul foi calmo e valente.
No brigou com o mar. Deixou as fortes correntes o levar.
Desceu as grandes ondas, e em cada uma, passou a deslizar.
J ao amanhecer a ventania passou e aos pouquinhos seu passeio tambm. Acabou por parar na beirada da areia da praia, branquinha e bem clara.
No tardou para que seu dono viesse busc-lo.

O velho marinheiro percebeu que o mar era tudo para ambos.
E, para seu alvio viu que no tinha nenhuma avaria em seu pequeno barco. Soltou as amarras e aproveitou a brisa calma da manh para velejar de volta ao porto.
Navegou ao lado de baleias e arraias.
E, por golfinhos e peixes-espada.
Passou ao longo de recifes e corais.
A aventura foi um pouco perigosa, mas terminou bem.
A estripulia de seu Vento acabou por devolver ao velho marinheiro o gosto pelo mar.

Na noite seguinte, Dona Lua como sempre fazia, voltou a brilhar.
Afinal, havia sido apenas um breve encontro entre a Dona do Vento e a Dona do Mar.
Aliviada percebeu que aquele alvoroo de ontem, fez velhos sonhos de um bom moo e seu pequeno barco despertar.

Ento, um a um, contou os barcos no porto.
Fitou tudo o que se passava por l.
Mais tarde veio a brisa suave...
E a fez cochilar...

biografia:
Anmily Martins
nasceu em 10/03/1971, Natural do Rio de Janeiro, servidora publica federal, educadora, dedica-se atualmente graduao em pedagogia. Na literatura, esta focada especialmente ao publico infanto-juvenil, tendo escrito trs ttulos voltados educao ambiental para crianas. Sua maior inspirao veio com o nascimento de sua filha em 2002 e desde ento no parou de se dedicar s letras. Escreveu diversos ttulos como poesias e contos, tanto para os pequenos, como para os adultos. Tendo praticado assim sua grande paixo.

anmilypsm@hotmail.com

 

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