s
s
s
s
s

El contenido de esta página requiere una versión más reciente de Adobe Flash Player.

Obtener Adobe Flash Player

Jorge Luiz de Santana Nascimento
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
NEGRO, EVOLUO DE UMA RAA E DO BRASIL
Jorge Nascimento

Em nome de Deus, o homem matou, invadiu terras, escravizou, castrou, sangrou, bateu e acabou com outros homens e mulheres...

Deixando-os sem a identidade... QUEM S TU, NEGRO?... CAD A TUA FAMLIA?... A QUE NACIONALIDADE PERTENCES?... Tudo sem resposta, todas as perguntas sem sentido... Quando se dividem irmos, quando se dividem famlias, acabam-se os laos... Uma terra estranha, um mar tenebroso, vrias doenas e muitos irmos mortos que nem aqui chegaram, ficaram no oceano: sem nome, sem lar, ningum... Ningum...

O negro cuidou da terra, cultivou, apanhou e viu a mesma dar o fruto, e assim foi por anos e anos, porm, nunca em benefcio prprio ou dos filhos... Quando os mesmos permaneciam com eles... Porque muitas vezes as crianas acabavam de nascer e j eram separados das mes, dos irmos e da famlia. Era uma dor s! Resguardo?! Nem sonhar!!! O negro viu o progresso do Brasil em todos os Estados, em todos os sentidos, mas no teve nenhum lucro para si ou para os seus. Via os seus filhos nascerem e as suas mulheres retornarem no dia seguinte para a colheita ou para a cada da Sinh, para cuidar dos seus filhos brancos, vendo os seus partirem...

Depois, uma falsa libertao [O NEGRO EST LIVRE... O NEGRO EST LIVRE...]. Livre? Livre? Sem terra, sem casa e nenhuma indenizao pelos anos trabalhados, pelas pancadas em ns e em nossos filhos, pelas mortes de nossos entes queridos, pela separao de nossos amores, at mesmo daquela fazenda do amante branco ou das crianas que mamaram em nossas TETAS, sem direito saudade e afetividades... Nada... Nada... Apenas a marginalizao, a bebedeira, os aleijados pelas partes retiradas pelas pancadas e o principal: sem direito educao, cultura, habitao, trabalho, sade... E os imigrantes em nosso lugar com comida, terra e dinheiro... Um comeo de dignidade e respeito...

JESUS APANHOU COM A CHIBATA

E O NEGRO FOI AOITADO.
JESUS FOI LEVADO PARA A CRUZ
E O NEGRO PARA O TRONCO.
OS ROMANOS ERAM OS SEUS OPRESSORES
E OS CAPATAZES, OS OPRESSORES DOS NEGROS.
OS BRANCOS SEMPRE PECARAM E CRUCIFICARAM
EM NOME DE ALGUMA COISA OU DE ALGUM...
SEGUE NEGRO,
SEGUE O TEU CAMINHO ESCURO.
TU PODES TE PERDER NA ESTRADA DA VIDA E DO
MUNDO.
O TEU CAMINHO LONGO.
NO SEI SE RESISTIRS OU MORRERS
ANTE DE O GALO CANTAR...
NEGRO O TEU NOME,
TUA ALMA,
TEU PRESENTE,
TEU DIA-A-DIA
PARA A VIDA E SEMPRE.
AMM...
IGUALDADE, ANTES QUE SEJA TARDE!
Fui escravizado por um irmo de tribo, que era enganado com e por enfeites: colares, plvoras, armas, bebidas e outros objetos que a Europa produzida... Quantos irmos e entes queridos foram separados de seus credos, de suas lnguas, de suas famlias pelos escravocratas que no tinham nem o trabalho de entrar no mato ou fazerem emboscadas para pegar os negros [J QUE SERIA UM TRABALHO SUPER DIFICULTOSO, UMA VEZ QUE NO CONHECIAM O CONTINENTE E O TERRITRIO, E LOGO SE PODE CONCLUIR QUE: SEM AJUDA DOS PRPRIOS NEGROS LOCAIS, OS BRANCOS TRAFICANTES NO TERIAM SUCESSO, OS PASES AFRICANOS SO AMPLOS, COM DENSAS FLORESTAS, PELOS MENOS NA POCA. COM MUITOS ANIMAIS SELVAGENS...]. Como os ndios, os negros tambm foram enganados pelo homem branco, que necessitavam, nos seus pases de origem ou no, de mo de obra BARATA [SEM DIREITO A TERRA, SEM DIREITO SADE, SEM DIREITO A AMAR, PORQUE AS MULHERES NEGRAS SERVIAM AOS SENHORES SEM O DIREITO DE ESCOLHER E, QUANDO A MULHER BRANCA ACHAVA-SE AMEAADA, BATIA, ARRANCAVAM-LHE OS DENTES OU MARCAVA ESSA MULHER PARA SEMPRE. SEM DIREITO RELIGIO, AO CULTO, SEM DIREITO DE SE EXPRESSAR PELA CAPOEIRA, PELA DANA OU CULTUAR OS SEUS SANTOS, SEUS ORIXS E PROIBIDOS DE ENTRAR NA IGREJA... SEM DIREITO EDUCAO, SEM DIREITO CULTURA, SEM DIREITO HABITAO E, O MAIS IMPORTANTE, IMPRESCINDVEL AO SER HUMANO: LIBERDADE... LIBERADE... LIBERDADE...] e o homem branco construiu o seu imprio [INDSTRIAS, MANSES, FAZENDAS, BENS CULTURAIS E EDUCATIVOS...] atravs do massacre, do calar, do matar, do bater, do aleijar...

Imagine se o homem branco iria se preocupar com direitos e olhe que naquela poca o produto mais precioso era o NEGRO, que era uma mercadoria equivalente ao petrleo, e que deu riquezas valiosas aos traficantes que com certeza os seus herdeiros comem, bebem e defecam at hoje. Em contrapartida, aqueles povos trazidos para c continuam nas ruas, nos morros, sem nenhuma benfeitoria e alguns herdeiros das misrias, seqestrando o neto ou bisneto da sinhazinha ou sinhozinho... ou quem sabe no esto nos morros, servindo de aviezinhos ou nas ruas, mendigando ou assaltando os nibus, os apartamentos, casas, ou doentes, ou nas prises, ou matando pelo contnuo e macio apelo da mdia pelo consumismo, ou empregados dos imigrantes que vieram para ficar no lugar do negro, apenas com uma diferena... com direitos e no desesperanados, desiludidos como esta RAA que no obtivera o direito de formar os seus filhos fazer uma faculdade ou ter a sua cara e a sua realidade nos meios de comunicao em geral, nos governos ou nas altas firmas, onde essa raa no passa nem pela porta.

Ser que aconteceram tantas mudanas naquela poa da colnia e do Imprio e que fizessem com que hoje, nos nossos dias, na virada do sculo [QUANDO OS FATOS HISTRICOS NO SO DEBATIDOS COMO DEVERIAM E QUE ESTES FATOS DEVERIAM SERVIR DE LIO, REFLEXO PARA MUDANAS REAIS, TRANSFORMAO DO HOMEM E DO SEU MEIO PARA O BEM GERAL, NO S DE UMA FATIA DA POPULAO ONDE OS HERDEIROS DO CAOS, SABOREADORES E APROVEITADORES DAS DESGRAAS DOS MISERVEIS ESTO E CONTINUAM NOS SEUS CASTELOS, SEM FAZEREM NADA PARA MUDAR OU TRANSFORMAR O PERFIL DESTA RAA NEGRA], os brasileiros realmente assumiro que so misturas e que s assim ns realmente conheceremos a nossa HISTRIA? E saberemos, quando adentrarmos ao tnel Rebouas, quem foi Andr Rebouas, Machado de Assis, Fundador da Academia Brasileira de Letras, e tantos outros mestios-negros com direitos e deveres? Cidado, com CIDADANIA PLENA.

Ax...

JORGE DO MUNDO
Jorge Nascimento

Jorge viajante
Jorge aventura
Jorge guerreiro
Jorge perdedor
Jorge ganhador
Jorge sofredor
Jorge vitorioso
Jorge pura emoo
Jorge pura experimentao
Jorge do mundo
Jorge do amor
Jorge solidrio
Jorge soldado.
Jorge venceu os guerreiros
Jorge venceu a injustia
Jorge lutou contra os inimigos
Jorge morte e vida!
Jorge enfrentou o drago
Jorge renasceu
Ressurgiu para vida
Jorge venceu a morte
Canta, encanta
E fascina.
Jorge f
Jorge magia
mistrio
lua
noite...
Jorge e as loucuras
De Roma
Jorge do Exrcito
Jorge andante pelas
Velas, pelas matas
Jorge verde!
Jorge e a sua capa vermelha
Jorge corpo fechado pelas
Almas, ervas, guias, oraes, encantos,
Pela me, Nossa Senhora, por Deus.
Jorge segue o seu dia-a-dia
Com o seu cavalo branco,
Sua armadura e a espada
Luminosa em punho
Em sentido
Lutando pela paz e o amor.
Unidos, somos os multiplicadores de Jorge...
Jorge cantor, ator, escritor, seresteiro, malandro:
Arago, Ben jor, Vencilo, Mautner, Coutinho,
Nascimento entre tantos...
Jorge est em todos os lugares
Jorge Afro, da frica, Turquia, Macednia,
Capadocia, Gnova, Inglaterra, Bahia, Rio,
Do Brasil e do planeta.
Continua andante cavaleiro
Da estrada...

Dia 23 dia de Jorge.

Salve Jorge!
Salve eu!
Porque eu tambm sou Jorge!
So Jorge: O soldado de Deus!

Cadeira Vazia
Jorge Nascimento

Eu era um menino muito esperto, danado e adorava viajar em navios de histrias da vida e do mundo real e irreal... Porm para continuar a desenvolver o meu psquico e ampliar o saber, necessitava no s do didatismo, da imitao, da cultura hereditria, do pas e do globo, mas tambm daquela que destacamos como a mais importante e tradicional na vida do ser que a Escola com as suas vrias vertentes; ali o primeiro caminhar de um jovem que seguir em vrias etapas a sua vida acadmica, que desencadeia como conseqncia normal na vida profissional, principalmente quando se pensa em futuro, que ele seja brilhante e reluzam reflexos positivos. o xtase para os pais! Um trofu de valor mximo e estendido aos cus, como graa de educao, comportamento e trunfo de uma famlia com base familiar, quer dizer: investimento e sucesso dinheiro, fama e caminhos abertos para conquistas, negcios, crescimento e o triunfo...

Portanto, para que o jovem alcance estas glrias citadas acima, necessrio desbravar, encantar-se, enamorar-se com esta Escola to cantada, contada e recontada, o primeiro encontro, o olhar da professora, o adentrar unidade escolar tem que ser mgico, carismtico e convidativo! Ela tem que desvendar-se como prazerosa, receptiva e fascinante! E dir: - No perderei voc para nada e ningum! Venha pelas minhas mos voc crescer e representar o futuro desta Nao, como verdadeiro Cidado! Multiplicar todas as aprendizagens aplicadas em voc. Sabedor e questionador dos seus direitos e deveres. E como resultado final far a reflexo e lembrar o seu incio atravs das letras. A escola fez-me Homem! Encaminhou-me rumo vitria -.

Mas, nem tudo cor de rosa nesta histria! Se ele no receber a ateno e as ferramentas necessrias para esta evoluo se apresente, caso contrrio o desastre poder fazer parte de sua trajetria. Quebrar paradigmas fundamental: a parceria, sintonia e o olhar do professor, so confidentes [aluno e professor], chega a ser um trabalho psicolgico, analtico nessa troca de progresso e maturidade.

No mundo globalizado, ao qual pertencemos os pais no tem tempo para dedicao total ou parcial, alguns criam meios para interagir, monitorar e acompanhar os seus mancebos, outros no esto nem a. Procriam como se animais fossem para que outros cuidem, principalmente a escola, pois jogam nelas a sua obra prima, que deveriam ser amados, desejados e respeitados. Neste aspecto aumenta e muito a responsabilidade do Corpo Docente neste internalizar do que bom e deve ser aproveitado para o desenrolar produtivo, pedaggico e que deve ser ingerido, aprendido e guardado dentro de si.

O professor honesto, preocupado e transformador, deseja uma escola cheia, repleta de jovens ansiosos pelo descobrir, somar com o seu ba dirio, construdo atravs dos tempos, jornadas, experincias do dia-a-dia e que so essenciais para o seu encher cerebral e tecnolgico, que esto ligadssimos em nossos dias. Queremos cadeiras cheias, mentes frteis, cadeiras vazias representam mentes improdutivas, vazias, e o fracasso das Instituies sejam governamentais, educativas e outras... A educao fracassou, eu, enquanto professor, no fui capaz de criar mtodos para socializar, no me dediquei o suficiente para resgatar. Os instrumentos pensados no surtiram o efeito aguardado. Algum falhou da famlia Escola. Todos ns somos sociedade e as responsabilidades devem ser compartilhadas.

Creio que o Escola Aberta consegue penetrar e ganhar mais e mais espao neste universo de construes constantes. Afinal uma lacuna preenchida, um tomo a mais para trazer o jovem a esta escola aberta nos finais de semana. Ganhar pela educao elevar o ser. Perder para a violncia desacreditar no sonho infinito de que somos Educadores e que podemos contribuir para fazer a diferena.


Biografia:
Jorge Luiz de Santana Nascimento


Endereo: Pavuna Rio de Janeiro RJ

Celular: [21] 96835571

Carreira pontuada por participao em inmeras oficinas, cursos, seminrios, sempre nas reas cultural e pedaggica, alm de intensa dedicao a trabalhos voluntrios que envolvam menores e comunidades.

Ator Diretor [Registro Profissional/SATED Ns 730 e 2043] Autor Teatral [com mais de 30 obras teatrais escritas, muitas delas encenadas dentro e fora do Rio de Janeiro] Produtor - Diretor de Produo [Trabalhou por mais de 10 anos na Rede Globo de Televiso, onde ocupou vrios cargos] Professor de Jazz e Ginstica [Santa Luzia- Academia Magda Zaggo etc.] Tcnico de Artes do Projeto Recriana [Fundao Rio Esportes/Prefeitura do Rio de Janeiro] - Educador Social Dinamizador Cultural [SMDS da Prefeitura do Rio de Janeiro] Animador Cultural da SEEDUC - Assessor do Programa Crdito Educao da SEEDUC - Professor de Estudos Sociais Ensino Religioso - Lngua Portuguesa e Espanhola Poeta [Integrou inmeras obras literrias da Litteris Editora nos ltimos 15 anos e participou de vrias Bienais: So Paulo / Rio de Janeiro / Campos, etc] Scio Efetivo da SBAT Scio Fundador do Instituto Chiquinha Gonzaga e fez parte do Conselho Fiscal Foi Julgador do Carnaval carioca no quesito Enredo, nos Grupos B e C em 2000 Participou da Implantao do Programa Escolas de Paz [2000] - Foi Coordenador Pedaggico, Cultural, da UGP e Master [2004] - Foi o Coordenador Geral do Programa Escola Aberta da FAETEC em [2003] Coordenador do Programa Escola Aberta da SEEDUC [2006 at os dias atuais] Coordenador Interlocutor do Programa Mais Educao da SEEDUC integrante da FALASP.

Adicional de Estudos Sociais [Histria e Geografia] Universidade Salgado de Oliveira

Curso de Extenso de Ensino Religioso OMEB Ordem dos Ministros Evanglicos do Brasil

Graduado em Letras [Portugus e Espanhol] UniverCidade

Ps-graduado em Docncia do Ensino Superior - Universidade Candido Mendes

Ps-graduado em Psicopedagogia e Psicomotricidade da Universidade Castelo Branco

E-mail: jorgenascimento_57@hotmail.com

 

Desarrollado por: Asesorias Web
s
s
s
s
s