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Jos Antnio Gama de Souza-Balzac
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia

ODE À AMIZADE
[José Antônio Gama de Souza-Balzac]

Sou de um amor diferente
Dócil escravo, fácil presa
Um sentimento consciente
De muito valor e nobreza

Não permite preconceitos
Não envolve distinções
Mulheres e homens aceitos
Defeitos, virtudes, razões

Há, do ancião à criança
Neste modo de amar, profundo
Muita lição e esperança
De melhorar nosso mundo

Tem este amor a decência
De acatar, com harmonia
O prazer da convivência
No pesar e na alegria

Como exprimir tal valor
Não ser, nos versos, prolixo
Sintetizar tanto amor
Como Deus no crucifixo?

Ser lacônico, entretanto
Sem desprezar a beleza
Sem ferir tanto encanto
Sem perder tal riqueza?

Este poder, já vos digo
Que tem tal dignidade
É a bênção do amigo
O amor da amizade!

Leopoldina, MG, 29 de maio de 2001.

TENHO QUE AGRADECER
[José Antônio Gama de Souza-Balzac]

Senhor:

Pelo sabiá que canta melodia divina
Nos galhos de minha jabuticabeira
Acordando-me toda manhã
Tenho que agradecer

Pela terra onde está a jabuticabeira
E a casa onde está o meu lar
E o lar onde está minha família
Tenho que agradecer

Pelo meu despertar saudável e feliz
Com meu corpo perfeito e apto
Para a vivência diária
Tenho que agradecer

Pela bebida que tomo, pelos amigos e o lazer
Pela comida que como e pelo prazer
Pelo conforto que desfruto
Tenho que agradecer

Senhor:

Só não agradeço pelo sangue que estupidamente corre
Pela História, pela Irlanda, pelo Oriente...
Nas cidades, florestas e desertos, em Teu nome
Mas... não é o Teu sangue!

Só não agradeço pela desgraça da ganância
Que gera fome, doença, violência e miséria
Em todos os cantos do mundo
Mas... não é o Teu amor!

Só não agradeço pela depredação, destruição
E envenenamento do planeta
E por suas catastróficas conseqüências
Mas... não é o Teu desejo!

Portanto, eu tenho que agradecer pelo que és
E pedir perdão pelo que não és...

Pela culpa de nossos humanos atos
Por não entendermos também
Que nosso destino é o Bem
A cooperação entre os seres
A harmonia da Vida e a Paz,
Amém!

Leopoldina, MG.

SIEMPRE...
[José Antônio Gama de Souza-Balzac]

Siempre habrá un alguien que yo pueda alegrar.
Siempre habrá la alegría que yo quiera cantar.

Siempre habrá una pasión que yo pueda vivir.
Siempre habrá la vida que yo quiera saber.

Siempre habrá un amigo que yo pueda abrazar.
Siempre habrá el abrazo que yo quiera esperar.

Siempre habrá una nostalgia que yo pueda sentir.
Siempre habrá el sentimiento que yo quiera traducir.

Siempre habrá un niño que yo pueda acariciar.
Siempre habrá la caricia que yo quiera ganar.

Siempre habrá una flor que me pueda enternecer.
Siempre habrá la ternura que yo quiera tener.

Siempre habrá una ilusión que yo pueda soñar.
Siempre habrá el sueño que yo quiera realizar.

Siempre habrá una tristeza que yo pueda redimir.
Siempre habrá la remisión que yo quiera permitir.

Siempre habrá un necesitado que yo pueda ayudar.
Siempre habrá la ayuda que yo quiera donar.

Siempre habrá una belleza que yo pueda ver.
Siempre habrá la visión que yo quiera merecer.

Siempre habrá una suerte que yo pueda jugar.
Siempre habrá el juego que yo quiera mostrar.

Siempre habrá un dolor que me pueda afligir.
Siempre habrá la aflicción que yo quiera exprimir.

Siempre habrá una duda que me pueda atormentar.
Siempre habrá el tormento que yo quiera cultivar.

Siempre habrá un miedo que yo pueda combatir.
Siempre habrá el combate que yo quiera vencer.

Siempre habrá un rostro que yo pueda besar.
Siempre habrá el beso que yo quiera dar.

Siempre habrá una verdad que me pueda herir.
Siempre habrá la herida que yo quiera omitir.

Siempre habrá una mujer que yo pueda amar.
Siempre habrá el amor que yo quiera ofertar.

Autor:
José Antonio Gama de Souza / Balzac - Leopoldina, MG, Brasil.


Traduzido para o castelhano por Marcelino Cruz
Mar del Plata - Argentina.
Puente al Corazón/Marce.


BREVE BIOGRAFIA
José Antonio Gama de Souza / Balzac

\'Nascido na cidade mineira de Leopoldina [Brasil] em 09/08/1952, José Antônio Gama de Souza, filho de operários, passou sua infância e adolescência na mesma cidade, onde foi operário e auxiliar de escritório até 1969, e completou o secundário, quando foi para Belo Horizonte estudar para concorrer ao vestibular de arquitetura, seu sonho na época.

Lá estudou e trabalhou como escriturário, porém teve de abrir mão do sonho, em função do fechamento da fábrica onde os pais trabalhavam. Primogênito de cinco irmãos, sem recursos para continuar os estudos, teve de retornar para ajudar no orçamento doméstico. Trabalhou em empresas comerciais e de prestação de serviços e com base na sua formação em administração e planejamento fiscal, em 1990 montou seu próprio escritório de consultoria empresarial.

Desde a adolescência foi amante da literatura e da poesia, admirador de João de Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade e Honoré de Balzac.

Passou a gostar de escrever poemas para as namoradas reais e musas virtuais, e músico amador, começou também a tocar violão ainda adolescente, o que lhe propiciou compor suas próprias canções.

Chegou a participar de vários festivais de música no período em que esteve em BH, em 1970, época turbulenta cultural e politicamente, quando substituiu as letras românticas pelas de protesto, e onde escreveu uma peça teatral, - A VACILADA - que foi encenada no âmbito estudantil e que apesar de censurada, foi gravada e representou o Brasil em congresso de assistência social no Chile.

Lutou democraticamente contra o regime da ditadura militar e por este motivo foi preso duas vezes, sofrendo todas as amarguras impostas aos assim chamados \' subversivos. \'

Mas o gosto pela poesia permaneceu e pressionado pela família e pelos amigos, abriu o baú de poemas, pensamentos e crônicas, escritos durante toda sua vida, guardados em fundos de gavetas e absolutamente inéditos. Alguns integraram seu livro \'Vontade de Ser\' editado em 2001. Adotou na Internet o nickname de Balzac.

Teve seu poema \'Poesia Realista Romântica Concretista\' incluído no livro \'Seleções de poetas notívagos\' editado em 2002 e o poema \'Vida\' no livro Ensaio Poético editado pela AVBL Academia Virtual Brasileira de Letras em 2003.

É diplomado pela Academia de Letras de Barretos por sua participação em concurso com o poema \' Tenho culpa; tenho medo!\'.

Seus poemas são diariamente lidos em programa da Rádio Cidade - FM de Leopoldina, MG e estão publicados em diversos sites na Net.

Apegado à sua terra natal onde tem profundas raízes, hoje aposentado e ambientalista amador, dedica-se à literatura, à ecologia, ao modo simples de vida, à família e às boas relações humanas.\'

jagsbalzac@gmail.com

 

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