s
s
s
s
s
s

El contenido de esta página requiere una versión más reciente de Adobe Flash Player.

Obtener Adobe Flash Player

Jefferson Carvalhaes
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
A despedida dum escritor frustrado a minha sada da literatura
Um poema de despedida escrito por Jefferson Carvalhaes

Pude testemunhar o terror da unio entre aliana do poder de duas constipadas
[geraes e a vingana de duas raas
Vivi segundo meus prprios costumes e minhas prprias desgraas
Batizando meus amigos e mutilando meus inimigos
Caso encontrasse aquele ser almejado de sanguessugas em meu caminho seu
[destino era a morte
Deitei no mais remoto canto da natureza serena do pecar e gostei do cheiro deste
[suposto fertilizante inadequado
E supondo que seria um amor guiado eu disse:
-- muito chato chegar em casa e comear tudo de novo.
Mas comear o que?
Comear o maldito dia alucingeno das manadas hipocondracas e falveis
Desmaiveis pela consolvel garra.

Durante anos batalhei procurando chances perifricas de estrondoso prazer
Fui de acordo com um rio muito difcil de perseguir
Lutei, lutei, lutei e nada encontrei
difcil chegar em algum lugar sem ter chances de remorsos e adrenalinas
ainda mais difcil chegar quando no se algum,
E quando as pessoas o esmagam, tente lutar para conseguir neutraliz-las
Sendo que no ter nenhuma chance
Pois somos todas as grandes marionetes numa grande virada de humilhao,
Saiba que voc ser humilhado e ainda mais humilhado a cada dia que passar, e a [cada manh que voc invocar e se indagar ou clamar a Deus: Senhor, Senhor [salvai-me! Ah... pea com muito f meu amigo, mais muita f mesmo
Por que eu te garanto, garanto mesmo, nada vai adiantar, tu irs sangrar do [pescoo aos calcanhares, e como Cristo, tu ters que saber ser tentado e resistir a [todas as tentaes possveis
No bero do pecado tu sers jogado, como agreste de culpa sers abandonado, e na [solido fraterna, paterna e materna sers despejado;
Mas e a montanha do saber?

Durante todo o meu percurso suscitei desgraa, do princpio ao fim permaneci em
[desonra a minha entidade
E como se no bastasse me ferrei todo na compreenso humana
Tende saber a ser desumano para entrar nisso que chamam de arte literria
A senha a resposta para a senha.

Agora eu quero dizer a verdadeira paixo pela desaprovao de minhas desgraas
Se hoje eu a odeio
Amanh eu a amo
Mas nada disso faz passar o tumor da arte potica
O importante no ler,
No leia nada, quanto menos ler melhor para sua vida,
A intrnseca bovina se alarma:
Um pas se faz na excluso dos homens e dos livros
Sim, verdade,
Os livros perturbaram minha mente durante muito, muito tempo,
Passei estados difceis para um nico homem
Coisas que o ser humano no suporta em nfase avassaladora
Na poesia o resgate dalma retirar a prpria alma
Enquanto na fico o poente bater de porrete na prpria vida.

Senti como ir ao inferno e conversar com lavas de ao sobre a nobreza da
[desordem
Posso representar como me sentia:
Hey, poeta, voc o mximo,
As garotas esto atrs de voc
S voc pode causar uma revoluo
Voc o sonho americano,
Vai crescer e ser um perfeito vagabundo, sim vagabundo,
Vai causar furor,
Ser um Arthur Rimbaud da vida,
Ir mudar o mundo com as palavras embora elas nada possam fazer,
Tudo voc tem, essa porra toda lhe pertence,
Utilize-se de utenslios baratos e mande a ver,
Como de costume voc o poeta, voc o poeta
Continue e siga enfrente, pois s voc tem o poder
Pense em Pablo Neruda ou Carlos Drummond de Andrade, sentados em suas
[praas sendo adorados por todos, pense como so esplndidos
Um dia voc tambm ser, claro, s quando estiver a sete palmos desta terra,
Ora, ora, como voc realista,
Ento lance um monte de livros,
Quem sabe voc ganhe um maldito Prmio Nobel e possa se tornar to vangloriado [quanto seu querido amigo T. S. Eliot? Aquele velho caduco que voc tanto [psicografa nas noites de vero.
Ento lance um monte de livros.
Vamos no desista, a vida bem curta
E lembre-se, tem que viver pouco, e ganhar muito pouco,
E entre na misria, que se danem os best-sellers;
Agora sim estamos evoluindo, estamos progredindo nisso que chamamos de
[bomia,
Nisso que chamamos de sociedade,
Voc tem um bom topete,
Vai ter um bom curso de letras e um bom Ph. D
Voc fantstico em peripcias desengonadas,
Voc fodo em se tratando de discursos longos
Quem s tu afinal?
Voc demais! Vai se dar bem na vida embora saiba que isso no ir acontecer,
[o mesmo vale para a opinio de todos a seu redor
Ir fracassar em todos os seus sonhos,
Mandar um monte de cartas a um bilho de escritores
Tentando ser reconhecido no meio literrio
Escutar somente msicas de tom revolucionrio
claro que escutar Frank Zappa, que se dane o que eles pensam [voc
[fantstico],
Voc no como os outros homens, mais forte e mais culto tambm,
Pois logo, logo s freqentar meios literrios embora no faa isso,
Est sempre constipado pelos valores da sociedade injusta e burocrtica
Por isso ir se rebelar contra tudo e contra todos embora saiba que isso jamais
[acontecer
Voc leu 1984 e disse para todos beijarem seu pipi
O grande J. D. Salinger foi seu amigo de escola,
Trabalhavam juntos num projeto estranho pra valer,
OH, civilizao perdida! No foi Fustel de Coulanges que descobriu ou ser que
[errei?
Voc o sonho americano, faz tudo para evoluir emocionalmente,
Precisa apenas de um empurrozinho,
Um dia estar conversando com um grupo de universitrios sobre um monte de
[besteiras relacionadas poesia ou qualquer coisa sobre Nietzsche,
Mas tenho certeza absoluta de que ter um fim no muito diferente de Robert [Walser aguardando-o naqueles guardanapos e naquela cena da neve, um tanto [esquisito
Um dia ainda ir me perguntar por que Eliot publicava seus poemas citando um
[monte de frases de escritores e com certeza acabo de descobri,
Ser que foi para se mostrar para todos o quanto sabia?
Essa baboseira de saber potico no existe, existe apenas o aqui e o agora,
Oh, como voc se acha fantstico, e se chama Robert alguma coisa,
Ainda por cima se imagina como Jean-Paul Sartre, declinando premiaes por se
[achar o gostoso
E v todos aqueles prdigos, como Thomas Chatterton morrendo cedo dando
[espao a outros de dezesseis anos, incompetentes e idiotas que participam de
[concursos para se sustentarem e se manterem nos meios literrios
Todos iro fazer fila para pedirem autgrafos para o senhor [imagine s, te [chamam agora de senhor!], mas voc tem conscincia de que isso um grande [risco
Sabe que seu futuro pode ser limitado
Sabe que pode ficar pressionado numa sala de aula ensinando a alunos estpidos e
[sem futuros assim como um dia voc foi,
Ainda se acha o mximo? por que voc mesmo.
E quando completar trinta anos tudo ir se realizar; os sonhos transformar-se-o
[em mgoas;
Ter dinheiro para comprar uma manso na Sua e dar palestras em Oxford,
Receber condecoraes e ttulos como de Doutor Honoris Causa,
E essa ser sua vida.

Pensar que nada disso ocorreu demais para uma nica mente
Sentir o pesadelo nas costelas de um nica poeta demais para o pesadelo presente
Peregrinar por uma terra estrangeira sendo ela sua terra
como receber uma facada
Imaginar todos os solavancos voltados contra voc
D sensao de prazer desfigurado de fissura distoro,
Hoje estamos ss,
No importa o que ocorreu ontem, ou o que acontecer amanh
Hoje estamos ss, sem ningum para nos acolher,
Esta vida que os outros nos deram foi muito pouco
Quem so os outros? Os livros ora.
Os livros nunca do nada de especial, sabe,
Tch se dessem seria uma maravilha dantesca de sntese celeste.

Certa vez tentei ligar e senti saudades
Mas desliguei no exato momento, pois vi que tudo era uma grande fantasia
[desmascarada
Perfeita harmonia,
Oh, perfeita harmonia,
assim que funciona a literatura,
Como uma ligao de saudade sem rumo ou sem devaneios
S percurso tangvel.

Seja a dinastia maior,
Quando vier alguma chance agarre-a o mximo que puder,
Ento no lute contra a corrente
Seja algo, algo remanescente,
Diga para si mesmo: Eu sou!
Ento ser.
Eu fui; por que voc no ser?

O sonhador de emoes

I

Foi-se o seixo agudo
Cor da noite que verte vidro
Doces flautas o tempo estaca
Eu sonho em tu e no dourado dos anos
Segundo o planejamento pstumo recuso suas indignaes
A dcada de 1920 marcou o fim de um expressionismo j agonizante
As frmulas so to ttricas e baratas quanto um presumvel sonhador
Eu sonho na cor do luar
No punhado tingido solar entre o marrom e azul da noite:
A beleza a qual aprecio se instrui o desejar de apagar as dcadas
Gosto tanto de lhe contar sobre rosas pesadas pelas gotas inflamveis
E a descoberta do zodaco inflvel
At onde deres teus poderes de seduo eu me curvarei a ti
O carmesim folhado em ouro nutriu um ambiente bem arejado e perplexo
Foi-se toda a armadura cltica que pleiteava um suspiro patrimonial
At os anos sucumbirem destreza d'uma noite de npcias e orgias
Sensato o guerreiro que requer Deus em suas ambies
Uma ptala de violeta o suficiente para estressar nossos inimigos
Pois cada segundo eu retrocedo sob o estar de passagens
Repito-me eternamente, conto-me pavorosamente
Tu
Te
Realizas!
Ao tocar dos sinos mrmores das igrejas celestiais...
Ah, o glorioso balanar dos sinos na eternal catedral esbelta

Nada possuo de valor em meus sonhos
So sonhos de figuras estrangeiras ou semelhantes a um gro de areia
Entre toda a praia que prefigura um desespero a mais
Provenho para aplicar versos diversificados
Provavelmente serei a Terceira Guerra Mundial para abolies prvias
Nunca desisti do bem que habita em mim
Ou do lado sombrio que escolto na esquina
Existe um determinado ponto a qual me expresso agressivamente
No quadro 'O grito', testemunhei o quanto somos imortais
A luminosidade artificial durar at os sculos dos sculos
Como uma margarida que encanta os mais belos jardins de outrora.
Morto aos vente e sete anos,
No pano de boca pintei um retrato belicoso
Da minha madre santificada e de meus primognitos instveis a poucos metros
[debaixo deste solo infrtil e pavoroso pela p orgnica.
Pomba da paz traga-me contigo uma oscilao entre procedimentos artsticos e
[tomadas de posies exatas em autores romnticos
Neste mundo com imagens de gravuras coloridas tentei o palco, sob diferentes
[tumores a qual pude penetrar nas imagens reconciliadas
A inspirao nada mais do que a turbulncia eleitoral que julgamos nestas ruas
[esquentadas pelos diversos aoites prazerosos
Retorna o crepsculo mutilado cumprindo suas opulncias.

II

A relutncia com que sofro no vero plida e jazida nas mars
E no triste olhar invernal minhas dores tranqilizam-se suavemente
Com o polegar astral das sinfonias gregas
Enquanto uma barbrie sente o suave mingar primaveril
Mas na semana santa em que expilo os aromas roseirais:
Sinto tanto a tarde quando um tornado que ergue meus amigos numa lama do
[cascalho relutante e abominvel
a feio da obra-prima que melhor retrata o esprito do Expressionismo
O conhecimento dos noruegueses e austracos me repassam o hlito atraente
Um cidado sofre de Cncer,
a alma - ou seja, o corpo - que necessita da divindade
Transfiguro-me sem avisos prvios ou com ousadias rgidas
A chamada 'teoria da arte da palavra' sibilante ao ar enrgico
Sendo assim, o Cncer faz parte de seu eu obscuro
No existe sentido perante tal execuo, pois torna-se
Exatido!

Oh, minh'alma sofre com um pergaminho inescrupuloso
Saibam que deitei, repousei sobre este pergaminho
Algo to sagrado e trivial
Recompe-me com o passar das tempestades
Foram-se minhas amadas
Minhas teorias,
Minhas congruncias e certides nascentes
Irmos germanos, virem tuas amdalas para o norte e tragam-me o linear da
[manh seca, rida e amvel
Sou to patriota quanto vs sois seus entes queridos
Vidras! Vidras! Vidras!
Quero-as ao morrer
Pois ali eu descanso firmemente como um elfo altivo, conseqente de seus atos.

Christovo Martins
[Conhecimento prvio]

Sigamos ento, tu e eu,
Ouvindo simplesmente a intacta postura do poente lu estendendo-se;
Observando atentamente vemos sobressair-se figuras deliberadas
Para atos recm-achados em convices por uma literatura sbita
Sobre os sete mares mexicanos
Aos ouvidos da soprano relinchando arbtrios
De noite indormidas em motis esclarecedores,
Atravancando no saguo mulheres despidas
A falar de Dante Alighieri.

A neblina negra roando as espduas de botequins como um tedioso argumento,
E ao perceber-se ao redor da penso adormecida
Aconcheguemo-nos na verdade do tempo de serragem,
Oh, no perguntes: 'Qual?'
Enrodilhemo-nos a cumprir nossa visita
Pois j conheci a todos, a todos conheci
- Sei dos crepsculos, medi minha vida em colherinhas de ch:
Percebo vozes que fenecem a agonia do outono
J conheci os olhos; os olhos que te fixam na frmula de uma frase
Mas se me confino gingando sobre um alfinete,
Se me sinto espetado a colear rente parede,
Como ento comearia a gritar todos os meus dias?

Dizer: 'Sou Lzaro, venho de entre os mortos
Regressei todas as tardes e manhs para tudo vos contar, tudo vos contarei.'
- Tudo isso, e tanto mais ainda? -
Impossvel exprimir noites mrbidas que penso em nervos em retalhos
Teria valido a pena,
Se algum confortasse um travesseiro ao tirar seu xale nos tabuleiros de xadrez
E ao voltar em direo cortina, resmungasse:
'Sim! absolutamente isso,
Sim! Tudo o que quis dizer, em absoluto.'

. . . . . . .

Sim! Sou o prncipe Hamlet,
Andarei com os fundilhos das calas amarrotadas,
Repartirei ao meio, minhas vrtebras? Ousarei devorar o cantar das sereias?
Vestirei negras calas de flanela, e andarei sob nuvens.
No creio que um dia cantem para mim.
Vi-as perambulando rumo ao largo,
A pentear as brancas ondas que refluem
Quando o vento rasga um homo-sapiens nas guas
Dizendo-lhe sobre comprimir todos os homens numa lentilha
E rasg-los como ces e gatos;
Como ces e gatos os pastores ao vrtice de uma indagao prvia
Sou profeta - mas isso pouco importa;
As diretrizes de Seamus Heaney caminham em meus ps
Lamentveis so todos os lenis espirais d'uma poca refutada
Lembrar-se pr-figuras da insero divina das vielas dos mortos.

Francis Bacon, sempre prova seus conceitos cticos como pinturas de Caravaggio
Sempre a criana de cabea degolada nos arruaceis da noite
Comprovado sua pesquisa hereditria do torvo das chvenas,
E arremess-la ao mais distinto partido.
Em minhas mos o sangue borda
Transborda fielmente, mas teria valido a pena
Cortar o assunto com uma arte macabra
Degenerativa
Arrogante aos nazistas, e invocar as ruas espessas desta morada,
Aps enervar o instante, jejuando aos berros com a rainha Elizabeth
Derivado das performances da vida no fundo estiradas, aqui, ao nosso lado.
Roando o tempo gostaria de v-lo
Tradio mida, regozijado de prazeres sob a msica de um quarto vido
Flua a multido pelos asfaltos da monarquia de fraque
Meu colarinho a empinar-me com firmeza de um cuspir longnquo
E com isso diro eles: 'Negastes a mim, pai de teus antecessores e braos esmos?'
Naquele exato momento conheci uma perturbada gravura
Sedenta de sono, se marcar as horas
Com um dobre surdo a o fim do belssimo trama,

Morte, limo, putrefao
Eis os dois temas capitais a serem descobertos como panorama esbelto.

Morte, limo, putrefao
Vi algum que desconhecia e o fiz parar:
'Quem sois vs, andarilho em terra estrangeira?
As ondas lhe mediro nesta terra desolada?
No conserve seus instrumentos vocais
Nesta terra nas galeras de John Dryden;
Richard Wagner cantarolou o conhecimento prvio
Ento no se apavore
Ests em territrio alheio
As quatro estaes nascero em teu paladar destrutivo
Eu mesmo, o vi que galgava pelos cemitrios como elemento desestressado
Tenho total conhecimento da colina percorrida por Delacroix,
Nasci aos ps de Renoir, Monet, Pissaro, dentre outros mais elevados,
Apenas aconselho-lhe a virar com suas unhas outra vez
Pois ao pr-do-sol desenterr-lo-ei na breve batalha mtica
Sejamos somente tu e eu,
Nas cascas de trs leopardos brancos sob um templo,
Diga-me seu nome! Diga!'

Cidade irreal,
Cria neve artificial nos cantares do deserto de minhas partes dissimuladas
A vida preferiu que o fosse, mas no queria o ser.

Logo aps dezenas de jornadas ao paraso perdido
Encontrei a algazarra estupenda do lbio com o estribilho dos grilos, sussurrando,
E na primeira volta da segunda escada
Uma janela estreita inchava como trigo atordoado
Mas na segunda escada rolou como um estupendo malabarista as trevas.

Senhor, eu no sou digno!
Senhor, eu no sou digno!
Mas relutai somente na entrada, caro ancio levtico.

Ecce homo

Livremente solitrio, observei uma dcil criatura percorrer os cantos das ruas
[parisienses
Se alastrando na multido petrificada d'uma jornada equivocada
Jamais trarei um esboo to precocemente errante
A divindade das alturas da literatura mundial
Como recorrer ao pecado das criaturas melanclicas
Donde um pssaro ou uma flor azul de pestanas cosmticas
Doou seu sangue ao parto inconseqente d'outros pesquisadores incoerentes
Ao perplexo de culpas bem aradas da imagtica circunciso?
Pois quando aquele algo matou uma gazela... derrubou seus conhecimentos vidos.

Pela pele neutra de Aquiles, soube no exato instante do que realmente se tratava
Nada mais era do que uma simples petnia esvoaante;
E pergaminhos pecaminosos erraro sem me adestrar para tanto me comunicar,
Tendo total conhecimento das invases d'outros homens.

A criatura, simplesmente imobilizada riscou sua vastido de percursos
[maravilhosamente requintados de emoes.
Soube pasmo, como lagos da Esccia, toda a meretriz presente
Descobri que alm daquele fruto existia algo melhor
Temas mgicos me habilitavam a transformar-me naquele dromedrio,
Mas logo soube quantos temas precisaria possuir at a chegada da arte pela arte

Ah, saudades dele ou dela, no reconheci seu charmoso rosto
Perante as trevas do nevoeiro dramtico,
Soube apenas sua atmosfrica estrutura,
Vaga, e complexa de erros,
Mas seus tumores aparentavam no requerer total possesso dos acadmicos
[leigos.

biografia:
Jefferson Carvalhaes

MEU NOME JEFFERSON CARVALHAES, ALM DE POETA, SOU INCLUSIVE, FILSOFO E ARTISTA PLSTICO. ESCREVO POESIA DES DOS 2 ANOS DE IDADE, PORM, S FIQUEI SATISFEITO COM MEU DOM POTICO AOS 10 ANOS DE IDADE. J PUBLIQUEI 2 LIVROS, O PRIMEIRO FORA APENAS UMA PUBLICAO INDEPENDENTE, O SEGUNDO POR SUA VEZ FORA POR MEIO DE UMA EDITORA, ATUALMENTE PROCURO PUBLICAR MEUS LIVROS EM DIVERSOS PASES PARA SER RECONHECIDO MUNDIALMENTE.

jefferson.carvalhaes@yahoo.com.br

 

Desarrollado por: Asesorias Web
s
s
s
s
s