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Demstenes Flix
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
A CIDADE

[ Demstenes Flix]

A cidade se despe,
A cidade nua,
A cidade crua,
Tristeza na rua!
A cidade que se esquece
a mesma que enlouquece,
A cara do abandono
A tristeza do abandono.
A cidade corre.
A cidade se morre
Na tristeza do rio,
A cidade descala,
Sem riso,
Sem canto,
Sem nada.sem nada,
sem nada
Eu s quero,
A cidade s quer!
A cidade s! A cidade s!
A cidade s!
Almas de concreto
Diluindo o amor,
Vidas de concreto
Plantando dor!
A cidade se veste
Quase nua
Quando a lua
Alumia meu corao
Abandonado!
Quando alumia a lua
Meu corao abandonado!

ANITA
Demstenes Flix

Uma penumbra cobre o teu corpo,
H rstia de sombras a te abraar
Vejo um sorriso entreaberto
Entre duvidas, ansiedades e medos...
Tateio teu corpo, como quem se descobre,
Primeiro as mos, os dedos, os toques, os lbios, os beijos...
Volto a contemplar tua paisagem inerte,
Estremeo...
Teu corpo qualquer coisa de miragem, de desejo, de volpia...
Agora... H mais medo em mim, do que o que conheo,
J no sou o que sonho... Sou s desejo, a arder e a queimar - impunemente.
Retorno a teu corpo como quem abraa uma esperana
E trafego loucamente entre tuas curvas, cones, florestas e cascatas!
Fiz-te meu pas,
E agora sou mil bocas a te beijar feroz e docemente,
Transitando entre nsias e loucuras...
O corao pulsa, explode em ritmos alucinantes,
Em mim tudo nsia e xtase...
E tu s a mansido e a calma da espera,
A paz da certeza - o obvio, na descoberta.
Eu como um afluente de rio,
Que segue caminhos e se apressa
Em busca de teu mar...
Agora mar, s o mar...E eu rio...
Rio a te desaguar
E me desguo
Em tuas guas.
No teu corpo
De quase menina,
Quase mulher,
Quase sonho, menina-mulher!

NOSSO AMOR
Demstenes Flix

Eu invento um romance
Assim como todo mundo
Inventa um amor,
Assim como se alimenta
Uma paixo,
Um teso
Que o amor alimenta!
Agora era um romance
Com direito a todos os lances:
Poemas, beijos, cartas,
Rosas, presentes, palavras,
Meu amor, meu bem, zen.
E nossos olhos, em decote,
Se comendo, a espiar.
Hora do almoo, jantar,
Hora de dormir, acordar,
Lenis, corpos trens,
Era a gente assim, dizendo sim!
Noites de luas, usques,dana a dois,
Penumbra, sorrisos azuis,
Filmes, musicas,brao no abrao,
Corpo no corpo, no cho,
Mo na mo da contra-mo.
Quando o amor adoeceu,
Faltaram palavras, a dana danou,
Nem rosa mais nasceu,
Eram s dois corpos
Fingindo que nada aconteceu,
Que um dia eu fui teu amor
E tu foste o meu!

biografia:
Demstenes Flix

Funconario Publico Federal, integrante do grupo virtual poetas independentes, escreveu textos para teatro; 'Amarelinha', Amor em tempo de servido' , 'Auto da luz', 'Conversas de Botequim','Maria da Lanterna' e participou da criao dos projetos 'Bebendo poesia', 'Poetas de quinta', tem parecrias musicais com os musicos: Felipe Magoo, Valdir Santos, Herbert Lucena e Erisson Porto.

demostenesfelix@yahoo.com.br

 

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