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Maria Mercedes Paiva
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
ACALENTO

Bailam ao vento as ramas de favas, folhas e flores tardias
O passarinho monta guarda e calor ao novo ovinho e o
Movimento nos ramos ao sabor do vento e acalento cria.

Dispe as asas abertas, vastas, quentes, macias...
Induzindo o prprio calor ao oculto amor nessa casca.
Apascenta ao seu prprio temor, com o amor, que pipia!


***<>***

O MEDO...
Eme Paiva

Banal foi o momento perdido...
O carinho sentido e no dito...
A carcia freada na ponta dos dedos...

Talvez um dia mais tarde, nos cobrem o nus
A caricia contida, o carinho calado, o gesto quedo e
Reflitamos sobre a perda, a dor, o ser como somos e
Dormindo sonhemos a mmica da mo concluindo
Esses gestos parados, calados, na ponta dos dedos
em triste incerteza do mais que teria sido
no fosse o prejuizo do medo...

Eme Paiva

***<>***

IN OFF

Beleza por trs das nuvens...derrama garoa
Onde as estrelas, a lua, a luz? S a da rua!
Anda por traz das nvoas, toda a beleza nua!

No som, o som que ora se cala...
Olhos fecham, fenece, arrefece a viso
Inclinam-se as plpebras ainda in on
Templo dos sonhos, transpe os nossos
Encontra encantos ou monstros, em cantos,
quimeras, agora in off!

***<>***

O N DO TRONCO
Maria Mercedes Paiva

O n do tronco um encontro...
Um ponto da poda
que arranca a velha rama
e a derrama com seu desencanto infrtil,
com pranto de seiva que escoa...
com ninho deserto, inerte,
com a passarada que voa...

A ndoa da poda um lao,
eterno abrao de raios que se enlaam
e vo passo a passo
buscando o encanto do reviver!..

A ndoa da poda um n,
um ponto...um canto a vibrar
e vai nota a nota...
e vai fibra a fibra....
formando os novos rebentos,
que ostentam ao vento
a suprema ventura de reverdejar!...

O n de um tronco, um crescer calejado
como qualquer cicatriz:
reforada esperana de reviar..

O n do tronco um canto feliz...
um ponto de encontro
do velho que gera
e quer ver o moo...
Cres
cer

um ponto que espera
Re
ver
de
cer

[Eme Paiva]


***<>***

Eu Escrevi Um Poema Triste
Mario Quintana

Eu escrevi um poema triste
E belo, apenas da sua tristeza.
No vem de ti essa tristeza
Mas das mudanas do Tempo,
Que ora nos traz esperanas
Ora nos d incerteza...
Nem importa, ao velho Tempo,
Que sejas fiel ou infiel...
Eu fico, junto correnteza,
Olhando as horas to breves...
E das cartas que me escreves
Fao barcos de pape

<>

Eu escrevi um poema quase leve

...To leves... to leves so,
as horas que breves vo,
que no poderiam suportar
a gravidade ao tempo,
que nossos temperamentos lhes do!...
Assim, no nos pese a preocupao...
No nos cabe a soluo de um dilema...
Que, nessa quietao, nem preciso sonhar
e o vento nos levar nas asas desse avio,
que as tnues dobraduras no papel
desse esboo de poema,
aos ares nos levaro!

Eme Paiva

BIOGRAFA:
Maria Mercedes Paiva
[Eme Paiva] foi contemplada com uma vida toda envolvida pela
poesia, visto que sua me era poeta de profcua inspirao, porm com estilo voltado para
a religio Espirita, que abraava, diferindo nisso com os temas variados da Eme, que vo
do buclismo ao romntismo, todos, porm, com caractersticas lricas.
Eme Paiva comeou a brincar de ser poeta em sua mais tenra adolescncia, quando despertou
para o gosto da leitura de poesias e passou a corresponder-se com outros poetas de diversos
estados e pases de lingua latina, o que muito a enriqueceu espiritualmente, haja vista que
fez atravs das vias postais, excelentes amigos, muitos dos quais, conserva ainda hoje.
Tendo entrado para a virtualidade em 2003 e aqui descoberto o movimento potico-literrio,
onde passou a participar e divulgar suas poesias, sendo membro de duas academias e diversos
grupos de poesias, alm do Clube de Poeta, por ela fundado e do qual a responsvel.
Considera esta oportunidade de tornar-se 'Poeta Del Mundo' uma ventura e uma
responsabilidade.
Muito grata a todos
Eme Paiva -

emempaiva@uol.com.br

 

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