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Francisco Srgio Souza de Araujo
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia

ANDARILHO

Me distraio de minhas dores
olhando
nas ruas aglomeradas
os olhos, as mãos, o compasso
das pessoas

Elas não me vêem...

Sigo sozinho, então,
sem lembrar do tempo
que segue...
Me olho, então,
percebendo meu espírito
em sobressaltos

A cidade não é mais amiga!
Agora
o inimigo está no asfalto
nas calçadas, por trás das árvores
que ainda resistem
aos avanços modernos

Me acompanho de minhas dores
nessa empreitada
que não sei onde finda...
Estou sozinho
enquanto o tempo vence...

Chico Araujo
25.07.08, MANHÃ.


ARTE

Quando a palavra se fechou,
dizendo adeus num apagar de luzes,
Fiquei no silêncio, sozinho,
tentando seguir um percurso...

Loucura - diria um normal -
Como seguir um caminho
sem saber atalho,
desconhecendo as estradas...

O tempo... sei que correu,
enquanto pensava sem duvidar
que na distância
outro ser poderia estar
querendo um sorriso de mim...

Driblei o tempo e acendi a luz
que me permitiria
contentar alguém... se assim desejasse...

E foi assim que fiquei
da labuta esquecido,
mas tecendo minha arte...

Chico Araujo
14.05.08, NOITE.


COM OS PÉS DESCALÇOS

Livres e soltos, ao relento mesmo,
meus pés vão marcando o piso da casa,
traçando rumos desiguais

Agora é o chão que lhe interessa,
o contato frio de quem se desfez da pressa
ingrata de perder sonhos entre calçadas e buzinas

Na brincadeira com os dedos já trepados,
junto ao corpo macio de um sofá,
une-se à mente fértil que não se encontra ali...

Então, a frieza imóvel da maré espumante,
a aspereza aconchegante dos grãos de areia,
o beijo quente do sol energia...

Os sonhos, assim, não se perdem:
fincam marcas profundas dos desejos
que se realizam na praia querida...

Chico Araujo
19.04.08, manhã


biografia:
Francisco Sérgio Souza de Araujo

A RESPEITO DE CHICO ARAUJO

Francisco Sérgio Souza de Araujo [pseudônimo: Chico Araujo]. Aproximadamente aos doze anos, o Chico Araujo produz seus primeiros poemas de amor adolescente e de caráter social.

Em 1997 publica seu primeiro livro, pela Editora e Gráfica LCR, a história infantil O menino e o outro menino, que propõe discussão entre a aceitação ou a negação de si mesmo. Em 2000, publica O relógio de parede, o primeiro livro de contos.

Para esse ano de 2008, espera a publicação da história infantil Aziul, uma história de sombras e de luz, pela Casa do Conto, ONG cearense; Uma árvore como repouso, também história infantil, por convênio firmado entre a Casa do Conto e o Governo do Estado do Ceará; PoeTravessia, livro de poemas realizado em parceria com a poetisa paranaense Sandra Almeida. Em setembro próximo, lança o livro de poemas Versos de setembro e outras insurreições, coletânea poética a ser publicada, em Fortaleza.

Como também atua na área musical, organiza para dezembro desse 2008 o show musical Quase tudo de lavras próprias, em que interpretará, juntamente com os músicos da Banda Central 20, canções de própria autoria, além de outras músicas de renomados compositores da MPB.

chico.araujo2@yahoo.com.br

 

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