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Lenya Terra
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia

DESVENDA-ME®
Lenya Terra®
[veja nota no rodapé]


Não venha me falar de razão,
Não me cobre lógica,
Não me peça coerência,
Eu sou pura emoção.
Tenho razões e motivações próprias,
Sou movido por paixão,
Essa é minha religião e minha ciência.
Não meça meus sentimentos,
Nem tente compará-los a nada,
Deles sei eu,
Eu e meus fantasmas,
Eu e meus medos,
Eu e minha alma.
Sua incerteza me fere,
Mas não me mata.
Suas dúvidas me açoitam,
Mas não deixam cicatrizes.
Não me fale de nuvens,
Eu sou Sol e Lua,
Não conte as poças,
Eu sou mar,
Profundo, intenso, passional.
Não exija prazos e datas,
Eu sou eterno e atemporal.
Não imponha condições,
Eu sou absolutamente incondicional.
Não espere explicações,
Não as tenho, apenas aconteço,
Sem hora, local ou ordem.
Vivo em cada molécula,
Sou o todo e sou uno,
Você não me vê,
Mas me sente.
Estou tanto na sua solidão,
Quanto no Teu sorriso.
Vive-se por mim,
Morre-se por mim,
Sobrevive-se sem mim.
Eu sou começo e fim,
E todo o meio.
Sou seu objetivo,
Sua razão que a razão
Ignora e desconhece.
Tenho milhões de definições,
Todas certas,
Todas imperfeitas,
Todas lógicas apenas
Em motivações pessoais,
Todas corretas,
Todas erradas.
Sou tudo,
Sem mim, tudo é nada.
Sou amanhecer,
Sou Fênix,
Renasço das cinzas,
Sei quando tenho que morrer,
Sei que sempre irei renascer.
Mudo a protagonista,
Nunca a história.
Mudo de cenário,
Mas não de roteiro.
Sou música,
Ecôo, reverbero, sacudo.
Sou fogo,
Queimo, destruo, incinero.
Sou água,
Afogo, inundo, invado.
Sou tempo,
Sem medidas, sem marcações.
Sou clima,
Proporcional a minha fase.
Sou vento,
Arrasto, balanço, carrego.
Sou furacão,
Destruo, devasto, arraso.
Mas também sou cimento, sou tijolo,
Construo, recomeço...
Sou cada estação,
No seu apogeu e glória.
Sou seu problema
E sua solução.
Sou seu veneno
E seu antídoto
Sou sua memória
E seu esquecimento.
Eu sou seu reino, seu altar
E seu trono.
Sou sua prisão,
Sou seu abandono e
Sou sua liberdade.
Sua luz,
Sua escuridão
E seu desejo de ambas,
Velo seu sono...
Poderia continuar me descrevendo
Mas já te dei uma idéia do que sou.
Muito prazer, tenho vários nomes,
Mas aqui, na sua terra,
Chamam-me de AMOR.

Nota da autora:

Por conta de vir sofrendo insistentemente violação de Direitos Autorais, deixa aqui este registro à título de exemplo, esclarecimento e consulta, reiterando que todos os seus poemas são legalmente registrados, sendo proibido o uso de suas obras [cópia, parte ou poemas completos e formatação de sua autoria] sem a autorização da autora Lenya Terra® [codinome tambem registrado].

DESVENDA-ME é de autoria de Helena B. Mendonça, codinome Lenya Terra®, devidamente registrado na Biblioteca Nacional do Ministério da Cultura do Brasil, sob n° 361.108 - Livro: 667 - Folha: 268 - Analisado e assinado por Pedro Jose Guilherme de Aragão e responsável técnico Jaury Nepomuceno de Oliveira, da EDA/FBN, [Escritório de Direitos Autorais / Fundação Biblioteca Nacional] e reconhecido em todos os Países do mundo.

AMOR À POESIA
Lenya Terra®

Liberto meu espirito,
Alço vôo como um pássaro
sobre a luz do teu espaço,
em ávida e ansiosa espera
que teus versos me chegue
na brisa ou na voz do vento,
só a poesia, sem lamento!
Que me invada com teu cheiro
os meus sentidos atentos
e me embale em teu colo,
com teu cantar doce, sem dolo.
Me faça plainar
nos teus braços de fascínio...
rasgando as horas do tempo
Integrando-me em cada espaço e domínio.
És minha estrela pungente
bailando sobre a maré
em brilho abducente,
num indo e vindo eterno,
como as ondas no mar.

Óh! Poesia, me invada
o corpo e a alma com
O perfume das palavras.
Planta-me vida e alegria
E deixe que a noite regue
com teu suave sereno,
alimentando em mim
as sementes da poesia.
Sei que com sua fortaleza
consegues vingar cada letra
no teu derramar de grandeza!
Vais desprendendo poemas
como pétalas de hortências
em ternos teoremas,
Invada-me cada espaço,
meu angustiado adormecer,
num calmo passo-a-passo
minh\'alma vai preenchendo,
Fazendo-me reviver!

Mulher Poesia!
Para a minha amiga-irmã Carmo Vasconcelos

Uma Mulher de palavra serenada,
Com sua vida pela vida esmerilhada
que tem no sangue pungente poesia.
Grande é sua alma, por Deus iluminada!

Dos seus sofrimentos, construiu um porto
Seguro, para ancorar todas as suas dores.
E onde todos os seus sonhos naufragaram
ergueu um farol para guiar os seus amores.

Chorou e sorriu, amou e foi feliz!
Da sua vivência colheu sabedoria,
Alguma ilusão e muita alegria.

Hoje tudo que viveu ela bendiz:
Ao espalhar versos da sua poesia
E celebrar a sua vida com estesia

biografia:

Lenya Terra [Helena Barbosa Mendonça]
, nascida a 21 de janeiro - Brasil. Adepta do registro de sua vida em diário, desde os 13 anos de idade. No Colégio interno das Irmãs Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus em São Paulo, onde estudou, recebeu de presente o primeiro livro de poesias de J. G. de Araújo Jorge e, a partir daí, iniciou as primeiras construções poéticas, sempre adotando o estilo breve, composto de versos de significado e vida própria que se completam no contexto do poema. Amiga de Ferreira Gullar nos idos de 1979, nos intervalos de seu trabalho sentava-se com ele na Rua do Passeio no Rio de Janeiro, onde o poeta declamava poemas, fazia brincadeira com as palavras e discorria sobre a poesia. Abandonou a poesia quando as filhas vieram e a ela retornou quando sua prole já se encontrava independente, seguindo a mesma trilha de brincar com as palavras e passar uma mensagem sem ater-se aos requisitos formais da poesia.

Gerente Brasil do Grupo \'ECOS DA POESIA\' http://ecosdapoesia.net
Participou da antologia \'CANTOS DO MUNDO\', publicado em 2006.
Profissão atual: Web Designer
Coordenadora de dois BLOGS que abrigam talentos espetaculares.
http://liradospoetas.spaces.live.com
www.joaquimevonio.com

lenyaterra@gmail.com

 

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