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Ivan Melo Campos
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
DEFINIO

Se eu conhecesse uma palavra
uma palvra certa
eu expressaria de fato
essa vontade encoberta

nem to encoberta assim...

Falta apenas uma palavra
pra jorrar de dentro de mim
pra definiur o que eu sinto

Qual ser enfim?

o que eu sinto, deve nem ter
uma palavra para definir
mas sinto como um ador ingrata
atrs de uma palavra exata

E eu sigo correndo
buscando, amando
te olhando.
Te olhando,
amando,buscando
correndo, querendo.

Eu sigo e sinto!

A palavra que eu quero
no vai definir de fato
o que eu em ti venero
na tamanho exato.

Mas quem sabe eu possa
encontrar a tal palavra
o verbo
reto
que defina tamanho afeto.

Pra expressar em verbo
o que eu sinto no corao
tem que revelar
o tamanho real
no apenas dar uma noo.

Eu acho que o que eu sinto
vai alm dos dicionrios
alm da razo
deve nem ter uma palavra
pra real definio.

SABEDORIA

Mesmo que eu fale e algum ria
no vou deixar de pensar e falar
o que eu falei no vai deixar
de valer um dia.

Eu j tentei ser compreendido
enquanto eu falava
voc duvidava
e eu seguia

Pois bem, eu vou dizer
pois no e custa
mesmo que voc dubide
mesmo que voc se assusta.

Uma vez me disseram
que no bem fcil voc convencer
mas se voc falar pra pessoa certa
ela vai saber.

que quando a gente sofre
a gente pena
a gente sente dor
mas depois que a pessoa aprende
a gente se d valor.

a sabedoria algo que nem sempre
se adquire com a dor
mas quando di
voc tem certeza do peso da dor

agora eu vou seguir
no vou ficar na mo
pois a sabedoria
a mais universal religio

eu vou ser cristo
eu vou perdoar, mas vou dizer no
pois se me magoar,eu sou humano
no vai doer tanto o seu pecado
pois aprendi a ser educado
te olhando.
Como diz o muulmano.

Pois mesmo que queira me machucar
a gente pode se ver de novo
nessa ou noutra vida
pois tudo tem volta
como diz o budista.

Agora sai daqui, demnio!
Tome seu norte!
Pois tenho corao,tenho nojo
tenho as armas de Jorge.

Eu quero que voc aprenda
como eu aprendi
pois, no sou radical.
Um xiita ou sufi.
No!

S quero que voc no esquea
que por onde andei
eu tambm penei
mas aprendi com a fora do corao!

INVISVEL

Eu t aqui na minha calada
que no minha
mas serve de cama
para quem no tm nada.

Eu sou invisvel
mas t por toda cidade:
No banco da praa.
Na frente da igreja

Eu sou invisvel pra sociedade
eu no sou nada
apenas um resto de gente
um mendigo na calada.

O cidado de bem
tem medo da minha figura
nojo do meu cheiro
revolta com minha postura.

Uns tem medo de mim
outros no sentem nada
melhor que eu chegue ao fim
melhor que eu morra na calada.

Vou de porta em porta pedindo.
Um dinheirinho pra tomar uma cachaa.
porque comida, no me do
j caro pra eles,
e um luxo pro mendigo!

a cachaa esquenta a noite fria
tenho o calor de um velho cobertor
e um cachorro como companhia
j um pouco pra suavizar essa agonia.

O cidado de bem que passa por mim
me olha com desprezo
s vezes ele ri
s vezes tem medo.

No tenho mais futuro
vou morrer na ignorncia
assim mais justo pra ele
me recolher minha insignificncia.

O mesmo cidado que diz
ficar chocado de ver tanto sofrer em cima de um ser humano
me oferece migalha
Uma bolacha.
Um po.
o que sobra do almoo
assim ele se sente mais cidadao.

Mas sei que pra essa sociedade,
eu sou desprezvel,
sou menos que um tomo.
Eu sou invisvel!

biografia:
Ivan Melo Campos
, gacho da cidade de Rio Grande,tenho 33 anos e estudo Geografia na Universidae Federal do Rio Grande.Sou um poeta iniciante.O dom da poesia me aflorou no ano de 2004.J em 2007 criei um blog-www.pensarpoesia.blogspot.com- isso foi um conselho de um professor de minha universidade, j que enviava minha obra por email amigos e colegas.Essa uma das realizaes de significado maior na minha vida.A conquista do mundo atravs da poesia!

ivan30_rg@hotmail.com

 

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