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Joaquim Jaubert Francisco
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
A F

J cantei a Caridada.
Com igual simplicidade,
Da F hoje falarei!
Vivem sempre to unidas,
Que chegam a ser confudidas
Qual a mais bela?...No sei!

Ter F, crer na existncia
De um ser que todo Clemncia,
Amor, Justia e Perdo.
Crena que nos torna forte,
Diante da prpria morte,
Ou de rude expiao!

Ter F ter dentro dalma,
Confiana, nimo , calma,
Ante as tormentas da vida,
Afrontando, sem temores,
Desditas, pernas e dores,
Da provao escolhida.

F possui a Me que implora,
Ante o mal que lhe devora
Um filhinho estremecido,
Mas que cala, no blasfema,
Sufocando a dor suprema,
Se DEUS lhe houver preferido.

F possui todo cristo,
Que confia na razo,
E na justia tambm,
Sabendo ser transitoria
Da fora qualquer vitoria,
Porque o mal no vence o bem.

Ouvi minha exortao!
Tende F, no corao.
Erguei a DEUS vossa prece!
Disse JESUS, e bem verdade,
luz que jamais aquece!

Jaubert

O MILAGRE DAS LAGRIMAS

Era noite.
O perfume de um lirio,
Parecia envolver a chama indecisa de um Cirio...
No ambiente uma coisa estranha diferente,
Pairava...
A mulher de mos brancas, cansado olhar,
Vez por outra fitava a chama indecisa a rebrilhar...
Ao seu lado, um bero!
As contas de um tro, nas mos alvas corriam...
E a me parecia cantarolar a melodia do embalar...
Mas seu olhar parecendo s vezes distraido,
Descansava sobre o rosto do filho adormecido.
O fantasma da dor dava pinceladas de amargor,
E, fitando a criana querida,
Seu pensamento mentalizava a cruz...
E dela parecia se desprender a imagem pura de Jesus...
'Que queres tu?'
Disse a meiga voz...
--Ah! Mestre, quero que meu filho veja as belezas do mundo!
Quero que ele seja feliz como os outros pequeninos...
Mestre,no me deixes nesta incerteza cruel.
Parece-me que bebo um taa cheia de fel!!

Ah! Tudo passou...
O tempo trouxe novos luares,
Desabroxou as flores, mudou a direo de vento...
Uma noite , era a de Natal.
A pobre mulher, esquecida j da promessa do Mestre, achando sempre
Que a cegueira do filho era mal, orou com singeleza mas,
Que estranha beleza irradiava do olhar.
A emoo tentou por vezes repletar aquele corao...
E lgrimas sentidas aquela que j trazia guardadas na alma,
De outras vidas, pela face rolaram!...
O filho no regao, as prolas que desceram dos seus olhos garos,
Com certa timidez umedeceram os olhos da criana uma raio de esperana surgiu...
As mos do filho se ergueram ento,
Para colher a ltima lgrima que eclodira do dorido corao...
porta do casebre estranha luz, abraava a tudo!
E a me, agora feliz, tinha as mos do filho secando os seus olhos de veludo.

'Mestre, disse ela sorrindo...
Meu filho j est vendo'!...
E num gesto de amor, os braos estendidos para Jesus,
Viu-o desaparecer com um sorriso no meio da estranha luz!...

Jaubert

A PENA , A CRUZ E A ESPADA

Num poeirento salo de um solar medieval,
Que guardava em silncio um passado glorioso,
Uma pena, uma cruz e uma espada feudal
Trocavam comfisses, que eu ouvia curioso.

Conta a espada altaneira as suas aventuras,
As pugnas memorveis em busca de glrias,
Os feitos imortais, seus gestos e bravuras,
E os trofus que alcanara em sagrentas vitrias.

'Sempre tive a brandir-me as mos bem adestradas
De heris e espadachins. E em combates renhidos,
Muitos corpos deixei tombados nas estradas,
De ardorosos rivais por mim neles vencidos.

Nunca tive a empunhar-me o brao de um sicrio,
Mas as fidalgas mos de nobres cavalheiros.
O meu campo de ao profusamente vrio,
Nunca teve a manch-lo um s golpe traioeiro.

Com a viseira erguida, eu sempre entrei na lia,
Desprezando as razes do rival mais ousado,
Por minhas prprias mos eu sempre fiz justia,
Defendendo o inocente ou punindo o culpado.

Que seria da vida, ausente o meu poder,
Que a justia assegura e o direito mantm?
Um campo em que a desordem a lavrar e crescer,
O mundo transformava em terra de ningum!

Guardo inda hoje, de tudo, uma saudade n'alma,
Mantendo a fidalguia e a nobresa sem par,
A sofrer em silncio a tortura da calma,
Envelhecendo inerte em um sombrio solar!'

Uma lgrima cai, e a lmina umedece,
E desliza sutil at tocar o cho;
Escuta-se um soluo, e a espada emudece,
E o silncio outra vez caiu sobre o salo.

Fala em seguida a Cruz humilde, a recordar
A sublime misso para a qual foi criada,
O mistrio que envolve a origem milenar,
E o resepito que inspira tradio sagrada;

'Eu simbolizo a F, a Dor, os Sofrimentos!'
Num murmurar cadente assim falava a Cruz.
'Humildemente elevo a Deus os pensamentos,
Transfigurando os maus, os conduzindo Luz!

Somente o amor constri por toda a eternidade!
A conquista da fora sempre transitria!
A paz jamais se obtm calcando a liberdade,
Nem quem sufoca o amor jamais logra vitria!

Cala-se a Pena, e, assim findaram-se as confisses.
A aurora que esgarava, o ambiente torna em Luz.
E eu vi cheio de espanto,unindo os coraes,
Num exemplo de irms, a Pena, a Espada e a Cruz!

Jaubert

biografia:

Joaquim Jaubert Francisco
, nasceu em Virgem Da Lapa - MG em 22 de setembro de 1956.
Formou-se em Medicina Fsica, especializando em Massoterapias Diversas; e paraquesdismo Profissional, e instrutor de Tai chi chuam,Pintor, articulista Desenhista, e escritor amador, da cidade do Rio de janeiro.
Freqentemente suas crnicas so estudadas em algumas escolas publicas, e recentemente recebeu o convite para escrever um o primeiro livro com vrios poetas locais.
Quanto a suas poesias e contos e cronicas tem uma lado interessante que o espiritual, cujo prprio pensamento se expressa desta maneira:
Hoje os meus rabiscos tm este lado que fala muito da alma e Deus. A poesia espiritual! Obviamente, quem ama verdadeiramente a poesia, no deve ter espcie alguma de preconceito. Evidentemente, quem reconhece a espiritualidade da poesia, torna-se, inevitavelmente, um CIDADO UNIVERSAL DO BEM.
Quem nega a espiritualidade da poesia, colabora para perpetuar o preconceito, favorece a violncia e a ganncia... Mesmo que indiretamente pela omisso, cmplice de todos os crimes que se comete contra a humanidade a fauna e a flora... co-responsvel das mortes das crianas que sucumbem vtimas da fome... co-autor do holocausto, que vitimou milhes de judeus; da apartheid, que assassinou nossos irmos negros na frica do Sul; da inquisio, que levou milhares para as fogueiras; do sangue derramando nas guilhotinas; das barbarias cometidas pelos governos humanos; e traficante negreiro... Estou neste momento escrevendo, lendo, analisando e observando tudo e a todos que rabiscam poemas!
Aqui, a tragdia as sombra.
Ali, o drama chora.
Alm, a comdia ri.
Adiante, o Poema enleva.
Abaixo local onde posta suas cronicas, pensamentos e poesias!!
Http://recantodasletras.uol.com.br/autores/wordspirit

wordspirit@terra.com.br

 

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