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Juliana Silva Valis
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
A FORTIORI
Juliana Valis

Leio no ardor de teu semblante
Expresses intensas de amor retido
E com mais razo, em todo instante,
Vejo em teus olhos um paraso proibido
De tantas coisas simples e to belas
Que nem sei cont-las ou descrev-las
Usando letras trmulas e to singelas
Das palavras transfiguradas em estrelas
Que rasgam cus, pulam janelas
E danam, incautas, ao som dos tempos...

Meu amor, eu nem sequer conheo
Um tero de todo o espao do corao
Mas sei dizer as coisas que no tm preo
Sei voar nos ventos que sempre vo
Levando esperana de sul a norte
Como se fosse possvel dizer, ento,
Que no interregno entre vida e morte
Sempre existe sorte plantada em cho
Dos sonhos que o tempo rega
Sem quaisquer dolos de coliso
Com princpios que o destino nega
No vago termo entre o sim e o no...

Sim, meu amor, talvez eu nem conhea
A sombra avessa da solido
E com mais razo, qui eu no merea
Nem um timo de tua ateno
Mas lendo em teus lbios esta enxurrada
De vagos versos em profuso
Sinto-me, assim, um tanto condenada
A decifrar em meu corao
Um mapa cujos trechos levem
A encontrar uma mina de verdadeiro ardor
Na qual todos os versos bebem
Em clices de sonhos o melhor licor
Pois, no fim de tudo, o que vale a pena
Nesta vida, s vezes, j to sem cor
o xtase de cada emoo amena
E com mais razo, o mais sublime amor.

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SE A VIDA...
Juliana Valis

Se a vida apenas lhe oferecer
Uma tempestade inspida de dias
Uma intemprie de dor at voc,
No diga palavras to vazias
Como rquiens a preencher
Com luz a vastido do escuro...
Se a vida apenas nos oferecer
Dor e luta, alm do vo futuro,
E pintar no muro pra nos entreter
O passado vago, simples, obscuro,
O que assim nos restar fazer,
Sem disfarar na alma o amor mais inseguro ?
No saberemos ser, sem olhar no fundo
O sentimento, a chama que nos guiar
Em meio aos labirintos de nosso prprio mundo,
Como amor profundo que transcenda o mar.
Tampouco saberemos, sim, como existir
Sem perquirir na alma um sentido alm
Da matria efmera que sumir daqui
Quando nossa artria nos disser : amm.

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A PAZ DEVE SER MAIS QUE SONHO
Juliana Valis

Paz deve ser bem mais que sonho
E sempre alm de iluso,
Deve transcender o verso mais tristonho,
No universo do que as dores so...
Paz deve ser muito mais que utopia,
E sempre alm de falcias,
No desdm que impregna o dia,
Entre lgrimas e hemcias
Perdidas, assim, sem vez...
Paz no deve ser privilgio de reis
Nem de sombras de sonhos,
Pacfica a alma que fez
O amor superar os sempre medonhos
Mares da insensatez.
E quando, enfim, a paz puder nos reinar
Neste mundo estpido de lgrimas soturnas,ss,
Talvez o mundo se transforme em mar,
No mais profundo xito que j caiba em ns.

biografia:

Juliana Silva
, que tambm publica com o pseudnimo Juliana Valis, nasceu no dia 12 de junho de 1984, em Braslia - DF. Escreve desde a infncia e tentou publicar seu primeiro livro com 14 anos. Desde ento, vem participando de diferentes concursos literrios. Aos 15 anos, foi classificada em primeiro lugar no XIII Concurso Literrio Infanto-Juvenil, promovido pela Biblioteca Demonstrativa de Braslia, por ter escrito o poema 'Brasil 500 anos - que pas este'. Tambm tem participado de concursos de artigos jurdicos, obtendo o primeiro lugar no I Concurso Brasiliense de Monografias Jurdicas, promovido pelo Instituto de Direito Pblico do DF, em 2004. A autora conta ainda com alguns contos, crnicas e poemas publicados em antologias da Cmara Brasileira de Jovens Escritores e tambm no site www.julianavalis.prosaeverso.net. Em 2007, publicou o livro 'Cdigos Reflexivos' pela Editora Corifeu. Atualmente, est finalizando o curso de Direito na Universidade de Braslia e trabalha na rea jurdica.

juliana_slv@hotmail.com

 

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