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Condorcet Aranha [1940 - 2010]
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
ALFABETIZANDO-ME

Minh'alma o alfabeto que me permite o versejo,
Pequenas lascas so letras, com as quais formo palavras,
Os mais perfeitos pedaos das oraes do desejo,
Expressando sentimentos, verdades puras, cifradas.
Pelo tempo, espao e vida, vou me alfabetizando,
Melhoro, seguidamente, as lascas do meu versejo.
por meio da expresso que estou me qualificando,
Co'as oraes que, nem mais procuro, j vejo.

Enquanto, o tal tempo passa, maturando minha alma,
Vou compondo poesias, prosas, trovas e sonetos,
Pois, com eles, a verdade, me alegra e acalma.
A verdade que exibo, nessa vida, nos coretos,
certeza de que exponho o amor na minha palma,
Com a esperana do sucesso, o maior dos amuletos,
Garantindo meu futuro, pra fugir de qualquer trauma,
E alcanar os meus desejos, sem estar nos esqueletos.

Agora alfabetizado, percebi que no sei ler,
Pois, as letras que conheo, formam oraes sem sentido,
Com verdades, mentirosas, que insistem em carcomer,
Esperanas destrudas pelo tempo j vivido.
O amuleto, apodrecido, antes de amadurecer,
Jogou-me nos esqueletos, sem, sequer, ter percebido,
Que a verdade inconseqente, na mentira do viver,
Ser p ou talvez cinza, do alfabeto esquecido.

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LASCAS DE SAUDADE PERDIDAS

Espelhos quebram medida em que os tempos... Passam,
repetem as cenas que serviram como exemplos,
tal como o p espalhado pelos ventos,
foi encobrindo tanta histria em muitos templos.
Porm o vento e tambm o tempo que descerram
todas relquias, transformando a histria em lascas,
j submersas nas imagens do passado, as quais encerram
por muito tempo, as nossas lendas eternizadas.

Assim me espelho nos exemplos singulares,
onde verdades fazem morada inevitvel,
para expeli-las como p em muitos pares,
das futuras geraes em que o vento inabalvel,
persistente e indomvel, leva esperanas nos futuros
com amor, com unio e aonde talvez exista a paz,
pois hoje os exemplos esto em templos muito duros
e invulnerveis, que s o tempo invencvel os desfaz.

Agora, entendo que os exemplos vm dos espelhos,
que as mentiras so as verdades passageiras,
no se eternizam nem se prestam como conselhos,
porque dos templos so as lascas mensageiras
as quais faro parte de um conjunto de saudades
que em meio ao p enterrar a minha histria
passageira, entre as mentiras ou verdades,
eternizadas pelo tempo, o mesmo que levou minha memria.

Aps a leitura da poesia o declamador prosseguir, declamando apenas as palavras em negritos.

Passam exemplos pelos ventos
em muitos templos
que descerram a histria em lascas,
as quais encerram as nossas lendas eternizadas.
Exemplos singulares fazem morada inevitvel
em muitos pares em que o vento inabalvel
leva esperanas nos futuros
aonde talvez exista a paz,
em templos muito duros
que s o tempo invencvel os desfaz.
Dos espelhos so as verdades passageiras,
nem se prestam como conselhos,
so as lascas mensageiras
de um conjunto de saudades, a minha histria,
Entre as mentiras ou verdades, minha memria.
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CENTELHAS DE ILUSO PERDIDAS

Meu corao agora incandescente,
que se aproxima de ser p, ser cinza,
enquanto arde e ainda quente
mantm um velho chato e ranzinza.

Enquanto o fogo existe, h esperana
na iluso fingida e na centelha,
onde guardei com f desde criana
no s o amor, tambm a minha ovelha.

Hoje j sei que a paz nunca existiu,
que a vida tempo que escoa fcil
e o sentimento foi mais um ardil
para enganar-me de uma forma grcil.

Por que ser que a f ainda persiste,
entre os escombros desse corpo frgil,
Se no amanh, por certo, nada existe
e at a mente j ser voltil?

Mas, no ocaso desta vida incerta
talvez a paz se chegue e me consagre.
Seguro a f e fico bem alerta
pra ser o exemplo... Se existir milagre.

So as centelhas de uma iluso
como esta f que tanto me fascina,
que indelveis logo apagaro,
tal qual a luz do dia... Que ilumina?

biografia:

Pesquisador Cientfico - Nvel VI, aposentado pelo Instituto Agronmico [Campinas/SP} Governo do Estado de So Paulo. Doutor em Cincias, pela Universidade Estadual de Campinas/SP - UNICAMP. Farmacutico-Qumico, pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro / RJ.

Publicaes Cientficas: 5 livros e 60 artigos nas mais conceituadas revistas, boletins e peridicos cientficos. Artigos cientficos no jornal 'O Estado de So Paulo'. Colaborador dos jornais 'Dirio do Povo' e 'Correio Popular', Campinas, SP. [poemas, contos e artigos cientficos]; Colaborador do 'Jornal de Serra Negra', Serra Negra, SP. [poesias, artigos cientficos, anlise poltica e charges]. Colaborador com crnicas para o jornal 'A Notcia', Joinville, Santa Catarina.
Publicaes literrias em dezenas de antologias. Premiaes em concursos literrios a nvel nacional e internacional.
Livros solo: 'Versos Diversos' poesias 2001; 'Histrias do Famali' contos/crnicas 2003 e 'Sonhos ou Verdades' contos/crnicas 2006.
Membro Titular da Cadeira n 25, Colegiado Acadmico, na rea de Letras e de Cincias do Clube dos Escritores de Piracicaba, So Paulo, Brasil.
Membro no Grau Superior da Ordem da Serenssima Lyra de Bronze, Porto Alegre / Rio Grande do Sul. Brasil
Accademico da Accademia Internazionale Il Convvio, Castiglione di Siclia, Itlia. Membro da Casa do Poeta Rio-Grandense, So Luiz Gonzaga/ Rio Grande do Sul. Brasil. Membro Correspondente da Academia Ponta-Grossense de Letras e Artes - APLA - Paran. Brasil.
Membro Correspondente da Casa do Poeta Rio Grandense, Porto Alegre, RS.
Membro Correspondente da Academia Cachoeirense de Letras, Cachoeiro do Itapemirim, ES.
Scio Honorrio da Associazione Culturale ZACEM, Citt di Savona, Itlia.
Scio da APPERJ, Rio de Janeiro.

condorcetaranha@brturbo.com.br

 

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