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Hilda Furaco
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia

ECLÍPSE

Tu és o sol. Sou a lua
Somos eclipse total
Nos desencontros sou tua
Se juntos, tudo vai mal.

É assim, que convivemos
Sofremos tantos enganos
Se separados, morremos
Se juntos, não temos planos.

Não combinamos em nada
Vivemos nos enganando
Seguindo a mesma estrada
Já nem sei se nos amamos.

Tantas mágoas nos ferindo
Não dá pra cicatrizar
Estamos nos destruindo
Cansados demais para lutar.

Hilda Furacão

NOVOS RUMOS

Humildemente supliquei por teu amor
Covardemente, de minhas súplicas sorria
Infelizmente desfolhei com a minha dor
Indiferente, nem notou se eu sofria.

Mas a vida passa amenizando as grandes dores
Porque o mundo não gira em torno de você
O tempo passa e trás também os rancores
E deixam marcas que não dá para esquecer.

Porque no peito ficaram marcas profundas
Que nem o tempo será capaz de apagar
Então os olhos como um Oceano inundam
Águas passadas que retornam para o mar.

Como a ressaca joga as águas para os rios
Assim sou eu, quando recordo o passado
O meu coração se torna triste e vazio
E a solidão deixa o meu peito amargurado.

O tempo para e seguimos novos rumos
Mas, como as águas retornam, você também
Só que esquecendo dos fatos e dos resumos
Humildemente implorando, você vem.

Covardemente esqueceu o que me fez
Arrependido, implora pra voltar
Clama a vingança – diz chegou a sua vez
E o coração pede para eu te perdoar.

Infelizmente o rancor falou mais alto
Eu não consegui ouvir a voz do coração
Como a rocha, a cabeça é um planalto
Indiferente, simplesmente, eu disse não.

Hilda Furacão

O AMOR E A FLOR

É impossível você
Dá-me algo que não sente
Se já não está contente
Eu vou te dizer porque.

É impossível viver
Sem cativar, sem amar
Sem água, sem respirar
Não dá pra sobreviver!

O amor é como a flor,
Se não cultivada morre.
Se alguém não a socorre,
Morre de tristeza e dor.

O amor é uma planta,
Se cultivada, ela é linda!
Não cultivada, se finda,
Se cultivada ela encanta!

Tu não me deste adubo
Para poder florescer,
Viçosa, poder crescer.
Morre! Mas, porque te culpo?

Eu te amei mais do que pude,
E você, sempre adubei.
Crescestes em amiúde.
Jamais eu te desprezei.

Você virou um gigante,
Não pude mais te alcançar.
Floresceu tão alarmante
Criou asas, quis voar.

Aos poucos desfaleci,
Porque você me esqueceu.
Lentamente eu morri
Pois, nada você me deu.

HILDA FURACÃO


biografia:

Hilda Melânia Soares Costa
[Hilda Furacão], nascida aos 9 de junho de 1962 em Natal - RN / BR, é poetisa potiguar e Filha do Sr. Cristino Felipe Soares e da Sra. Maria de Jesus. Desde muito jovem tem fome de poesia e desejo de poetar. Foi primeira colocada num concurso de poesias, promovido pela revista eletrônica INFORM NEWS, que tem circulação no mundo inteiro, com o poema \'RESPEITO\'. Ainda não tem livros publicados, mais tem trabalhos editados na IV ANTOLOGIA da SPVA/RN e em alguns jornais da Cidade.

Hilda Furacão é o que se pode chamar de mulher guerreira. Pois, mesmo passando por dificuldades financeiras e de saúde, não se deixa amedrontar diante das adversidades. Seus poemas, soam como bálsamos para os ouvidos dos amantes apaixonados. E, mesmo não sendo nenhuma imortal das Academias Literárias do Brasil, ela é imortal na Academia Eterna da Vida.

hildafuracao@bol.com.br

 

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